Apesar de parecer, não é literatura policial

Há muita especulação de um acontecimento como o homícidio de Carlos Castro. O enredo da situação e o mediatismo próprio dos envolvidos dá-lhe um ar hollyodesco, apesar de ser no outro extremo dos EUA. A personagem que desconfia à saída do elevador, a descrição das palavras do suspeito principal, entre outras situações cinematográficas, fazem lembrar Agatha Christie! E Poirot!
Fez-me lembrar que no ano de 2010 foram assassinadas cerca de 40 mulheres vitimas de violência doméstica pelos seus companheiros. Este tem a particularidade de ser um caso homossexual, em Nova York e com pelo menos 1 dos actores com grande mediatismo. Não nos devemos esquecer de todos os outros casos, normalmente anónimos, em que o único mediatismo que têm é em formato de número, em períodos de contabilização. 
http://meababel.blogspot.com/2010/11/2511-dia-internacional-contra-os-maus.html
Independentemente de tendências sexuais, é uma pessoa que está em causa. E se fosse um crime da Aghata, a última página esclarecia tudo o que havia para esclarecer, e o mau da fita era apanhado pela perspicácia do irritante e fascinante Poirot. Como estamos no mundo real, vai ser maior e mais complexo o enredo. Provavelmente não vai haver fim conhecido para a maior parte de nós, que especulamos de forma intensa sobre o caso. Que a justiça nos EUA, seja mais célere a apurar a verdade e a sentenciar!
- Policia afasta premeditacao no homicídio de Carlos Castro!
- Morreu com primeira pancada na cabeca
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