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O Legado * O Tesouro de Bresa






Há muitos, muitos anos, na Babilónia, um pobre e modesto alfaiate chamado Enedim, homem inteligente e trabalhador, que tinha uma grande vontade de ser riquíssimo. Como e onde, no entanto, encontrar um tesouro fabuloso e tornar-se, assim, rico e poderoso? Um dia, parou na porta da sua humilde casa um velho mercador de Fenícia, que vendia uma infinidade de objetos extravagantes. Por curiosidade, Enedim começou a examinar as bugigangas oferecidas, quando descobriu, entre elas, uma espécie de livro de muitas folhas, onde se viam caracteres estranhos e desconhecidos. Ficou muito interessado no livro e as afirmações do mercador, sobre a preciosidade que era aquele livro, ajudaram à vontade de o ter. Custava apenas três dinares, dizia o mercador.

Era muito dinheiro para o pobre alfaiate, razão pela qual o mercador acedeu em vender-lhe o livro por apenas dois dinares.

Logo que ficou sozinho, Enedim tratou de examinar o bem que havia adquirido. E qual não foi sua surpresa quando conseguiu decifrar, na primeira página, a seguinte legenda: "O segredo do tesouro de Bresa." Que tesouro seria esse? Enedim recordava vagamente já ter ouvido uma referência ao tesouro, mas não se lembrava onde, nem quando. Mais adiante decifrou: "O tesouro de Bresa, enterrado pelo génio do mesmo nome entre as montanhas do Harbatol, foi ali esquecido, e ali ainda se encontra, até que algum homem esforçado o vá resgatar.

"Muito interessado, o esforçado tecelão dispôs-se a decifrar todas as páginas daquele livro, para se apoderar de tão fabuloso tesouro. No entanto, as primeiras páginas eram escritas em caracteres de vários povos, o que fez com que Enedim tivesse que estudar os hieróglifos egípcios, a língua dos gregos, os dialetos persas e o idioma dos judeus. Em função disso, ao final de três anos Enedim deixava a profissão de alfaiate e passava a ser o intérprete do rei, pois não havia na região ninguém que soubesse tantos idiomas estrangeiros.

Passou a ganhar muito mais e a viver numa casa confortável.

Continuando a ler o livro, encontrou várias páginas cheias de cálculos, números e figuras. Para entender o que lia, estudou matemática com os melhores matemáticos da cidade e, em pouco tempo, tornou-se grande conhecedor da aritmética. Graças aos novos conhecimentos, calculou, desenhou e construiu uma grande ponte sobre o rio Eufrates, o que fez com que o rei o nomeasse prefeito.

Ainda por força da leitura do livro, Enedim estudou profundamente as leis e princípios religiosos de seu país, sendo nomeado primeiro-ministro daquele reino, em decorrência de seu vasto conhecimento.

Passou a viver num sumptuoso palácio e recebia visitas dos príncipes mais ricos e poderosos do mundo.

Graças ao seu trabalho e ao seu conhecimento, o reino progrediu rapidamente, trazendo riquezas e alegria para todo seu povo.

No entanto, ainda não conhecia o segredo de Bresa, apesar de ter lido e relido todas as páginas do livro.

Certa vez, então, teve a oportunidade de questionar um ancião a respeito do mistério do tesouro de Bresa, que sorrindo esclareceu:

- Já possui o tesouro de Bresa, pois graças ao livro adquiriu grande saber, que lhe proporcionou os invejáveis bens que possui. Afinal, Bresa significa "saber"...

Esta metáfora permite-nos ver como o conhecimento nos permite melhorar a nossa vida. Com dedicação e estudo, podemos encontrar os tesouros das nossas vidas. Se fizermos o melhor que conseguirmos em cada etapa da nossa vida, aumentando sempre o conhecimento e aplicando-o à nossa realidade, podemos alcançar os nossos tesouros, tão diferentes de pessoa para pessoa. 

Permite-nos saber o valor dos livros e do conhecimento que contêm, se os quisermos explorar e analisar detalhadamente, não com o fim de ter muitos livros lidos, mas sim com o intuito de ter reflexões de qualidade e explorar os conhecimentos que nos proporcionam.

Permite-nos concluir que é preciso muito trabalho, dedicação, estudo e persistência ao longo de toda a vida, para que possamos ir subindo degraus em direção ao tesouro pretendido. Convém ir com passos firmes e galgar vários degraus simultaneamente, aumenta significativamente o risco de queda.

Permite-nos conhecer a importância do caminho e a necessidade de ir saboreando cada um dos momentos que passamos na busca dos nossos tesouros. Assim, mesmo que não alcancemos o tesouro pretendido, a vida é mais saborosa.

Permite-nos perceber como podemos melhorar a nossa vida, ajudando quem nos rodeia. Quanto mais fácil tornamos a vida dos que nos rodeiam, na família, entre os amigos e na comunidade, maior é a probabilidade de melhorarmos a nossa qualidade de vida.

O legado


O que quero para o futuro dos meus filhos?


Uma questão que de quando em quando ocupa os meus pensamentos é: qual o legado que quereria deixar para vocês, queridos filhos?
Invariavelmente, surgem dois níveis de análise... um macro, mais global, com uma capacidade limitada de mudar a situação sozinho e um micro, correspondente à capacidade efetiva que temos para mudar o mundo que nos rodeia e ao contexto sob a nossa influência. Este último, é aquele sobre o qual podem ter intervenção direta.

O legado macro:


Quando penso no legado macro, revejo-me nos discursos preparados dos concursos de Miss Portugal, Miss Mundo ou Miss Universo. No entanto, é um desejo sentido e profundo, que não foi escrito ou pensado por ninguém para parecer bem. E embora pareça bem, quero que vocês saibam que seria um legado que respeitasse a minha aprendizagem durante a vida e a perceção que tenho do  mundo. Este legado macro, teria duas grandes linhas de orientação:
i) a paz no mundo;
ii) um planeta saudável e sustentável para poderem viver bem.


O legado micro:


No que se refere ao legado micro, o conforto é maior, pois podemos ter ações no nosso dia a dia com grande impacto na nossa vida Se tivesse que escolher 3 grandes linhas de orientação, seriam:
i) estuda muito... obtém conhecimento e coloca-o em prática, sempre que tiveres oportunidade.
ii) Respeita todas as pessoas, incluindo a tua pessoa.
iii) Aprende o Eneagrama, coloca-o em prática e ensina-o a quem te rodeia. 

De volta ao legado macro:


Porquê esta preocupação com estas duas grandes linhas de orientação?

i) a paz no mundo * quanto a esta linha, todos já vimos o poder das armas de destruição massiva, das armas nucleares. Se adicionarmos a esta panela de pressão a loucura que se tem apoderado dos governantes deste planeta, constata-se que, apesar do número de conflitos ter diminuído significativamente, nos últimos anos, o poder destrutivo de cada conflito é assustadoramente maior. Cada vez mais, uma só pessoa pode dizimar a humanidade com uma facilidade brutal e sem contraditório. Por isso, admiro os embaixadores da paz, sejam eles quem forem e estejam em que áreas de atuação estiverem. Todos seremos poucos para assegurar um mundo mais pacífico.
Se estivesse nas minhas mãos, deixar-vos-ia este legado.

ii) um planeta saudável e sustentável para poderem viver bem. Embora haja teorias sobre as alterações climáticas e a sua origem noutros fatores que não os homens e o seu impacto sobre a natureza, eu acredito numa relação profunda entre as alterações climáticas que se têm verificado com as ações dos homens. É minha convicção profunda que a consequência (alterações climáticas) estejam diretamente e proporcionalmente ligadas à causa principal (ação do homem). E se em muitos aspetos a mudança para pior se propaga lentamente, como a poluição atmosférica e dos oceanos, com impacto significativo na nossa qualidade de vida direta (ar que respiramos e alimentos que consumimos), há outros aspetos que deviam levar a níveis de alarme grave e atuação rápida (os vários acontecimentos climatéricos e as suas alterações significativas das quais, todos nós nos no nosso dia a dia). Desconfio que a tendência será para piorar, prevendo a necessidade de uma enorme capacidade de adaptação para enfrentar as intempéries cada vez mais comuns e mais poderosas, e provavelmente, para poder mudar de lugar em muitos momentos da sua vida, não por opção, mas por necessidade.
Se estivesse nas minhas mãos, deixar-vos-ia este legado.

De volta ao legado micro:


Se, no que respeita ao legado macro, a nossa atuação pode ter uma influência reduzida, relativamente ao legado micro, podemos mudar a nossa vida permanentemente. Assim, eu daria maior relevância a esta áre micro e, quanto maior controlarmos e gerirmos esta zona, maior é a probabilidade de alargar a nossa área de intervenção direta. Falando das 3 linhas de orientação:

i) estuda muito... obtém conhecimento e coloca-o em prática, sempre que tiveres oportunidade.
Já dizia Aldous Huxley "conhecimento não é o que sabe, mas aquilo que faz com o que sabe!". Por isso, a finalidade do conhecimento de que aqui falo, não é propriamente o saber muito e ter muita informação na cabeça. Devemos estudar, devemos aprender para por em prática. Ter prazer em aprender pelo que isso nos proporciona, e não para tirar boas notas. As boas notas serão uma consequência natural do conhecimento obtido e dominado.

ii) Respeita todas as pessoas, incluindo a tua pessoa. Em muita literatura, existe a chamada "regra de ouro" dos relacionamentos e que diz "não faças aos outros aquilo que não gostarias que te fizessem.".Esta será condição necessária, mas não suficiente para ter uma vida boa e tranquila com boas relações familiares e sociais. Há uma outra frase que surgiu a partir desta e que diz: "faz aos outros aquilo que gostarias que te fizessem". Esta frase tem uma boa intenção, no entanto, pode ser intrusiva. Eu diria que o ideal será aproveitar o melhor das duas frases e criar uma outra "faz aos outros aquilo que percebes que eles gostam, desde que não vá contra os teus valores". Esta questão leva-nos ao respeito por todas as pessoas, por saber que todos somos importantes. Não te julgues melhor nem pior que os outros. Cada um de nós tem uma função, uma missão. Por vezes não entendemos a missão dos outros... por vezes procuramos uma vida inteira pela nossa missão e não a conseguimos encontrar. Lembra-te ainda que também tu és uma pessoa, pelo que deves assegurar que és igualmente respeitado por ti - cuida-te bem - e pelos outros - não estejas muito tempo junto de quem não te respeita... é tóxico.



iii) Aprende o Eneagrama, coloca-o em prática e ensina-o a quem te rodeia. Quando chegares aos vinte anos, estuda o eneagrama. Não deixes passar muito tempo. É uma ferramenta milenar, um mapa psico-espiritual (não confundir com religiosidade), que te permite aprofundar o conhecimento sobre ti próprio, e dá-te uma perspetiva dinâmica da tua vida. Permite-te ter uma consciência maior dos pontos fracos e dos pontos fortes quando estás num estado normal da tua vida, quando estás com níveis de stress acima do desejável, e quando estás com um estado de espírito positivo. Temos formas de estar e de reagir diferentes e esta ferramenta permite-nos ter a consciência sobre como estamos em cada momento e, desta forma, agir da melhor maneira possível para aproveitar os pontos fortes, ou para minimizar os pontos fracos. E para fazer que sejam cada vez mais os momentos de "estado de espírito positivo", na tua vida. Vais aprender muito do que é transmitido pelo eneagrama, ao longo da vida. No entanto, este é um atalho para o conhecimento que te permite ter uma vida melhor contigo mesmo e com os teus relacionamentos de diversa ordem. Tenho sentido o poder do eneagrama. Não há milagres, nem receitas milagrosas, mas há trabalho pessoal potenciado com conhecimento precioso. Um tesouro que pode ser explorado por todos e que eu muito gostaria que vocês o explorassem. Não se incomodem por saber que têm defeitos... Todos temos... Incomodem-se por não os conhecer e não saber como os reduzir significativamente. Vão-se compreender bem melhor e vão compreender quem vos rodeia. Acredito que vos possa ajudar a saber o vosso propósito de vida... a vossa missão.

O que quero para o futuro dos meus filhos?


Os aspetos macro, são difíceis de controlar e têm todo um contexto e relações macro que os influenciam.

Se vocês integrarem estas 3 linhas de orientação globais do legado micro, ficaria muito feliz... estes são aspetos que podem contribuir para uma vida alegre, com muitos momentos felizes e com sentido.

Assim, à questão: O que quero para o futuro dos meus filhos?

Gostaria que aproveitassem os pilares atrás descritos e que não se esqueçam de que:
A vida é bela... Vamos aproveitá-la, juntos, o melhor que soubermos...

E tu? O que queres para o futuro dos teus filhos?

Internet, uma realidade... * E a segurança para as crianças?


Quando se trata de segurança na internet, queremos sempre saber mais. O que está a acontecer com o mundo digital, aumenat o pergigo de uma forma bem real. Há várias formas de ataques ataques informáticos: o phishing, o whaling, resgates, invasões, tróias, e muitos outros. Quando toca às crianças, a preocupação aumenta exponencialmente.
Por isso, considero importante partilhar convosco a entrevista da Dr.ª Ivone Patrão, uma psicóloga que trabalha os temas da dependência da internet, e que fala da importância de desligar e dos riscos de não desligar, entre muitos outros temas interessantes:


Ivone Patrão, psicóloga: «As crianças aprendem a desbloquear as ferramentas de controlo parental em segundos»


O Primeiro Rei de Portugal * D. Afonso Henriques

Uma bela forma de conhecer alguma história de Portugal! D. Afonso Henriques:

Vídeo animado que dá a conhecer a vida e os feitos do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques. Com argumento e realização da autoria de Pedro Lino, resulta de uma parceria conjunta entre o Museu de Alberto Sampaio e a Câmara Municipal de Guimarães e foi desenvolvido no âmbito das Comemorações dos 900 Anos do Nascimento do primeiro monarca português.

Geração Nem-Nem | 250 mil jovens não estudam nem trabalham



250.quê?

250.000? 

Que quê?

Nem trabalham nem estudam? 

É impressionante a quantidade de pessoas nesta situação!


É ainda mais impressionante que Portugal esteja no meio da tabela neste ranking, visto à luz da Europa dos 28! Significa que há vários países onde esta questão ainda tem contornos mais desesperantes?


O que pode ser feito?


São os próprios Nem-Nem? São os governantes? É a Economia?


Dramático!!!




250 mil jovens não estudam nem trabalham

JOANA AMORIM | 02/05/2015
Chamam-lhe geração nem-nem. Jovens que não estudam nem trabalham. Em Portugal, 14,6% dos jovens entre os 15 e 29 anos estavam naquela situação. São 248 mil.
De acordo com os dados mais recentes do Eurostat, Portugal encontra-se a meio da tabela, se considerarmos a União Europeia a 28.
Diz a estatística que, à medida que se alarga o grupo etário, mais jovens entram na categoria de NEET (sigla para "neither in employment nor in education and training", que significa nem a trabalhar ou a estudar). Se entre os 15 e os 24 anos eram, em 2014, 12,3% -137 mil jovens -, a taxa eleva-se para os 15,2%, se se considerar até aos 34 anos (363 mil).


Fonte:JN

Exploratório permite bela festa de aniversário


O exploratório é um local que está no meu roteiro de visitas e eventos.
Por obra e graça de alguém, a festa do Diogo foi encaminhada para o Exploratório.
A festa do Diogo foi partilhada com a Maria.
Fiquei satisfeito. Gosto que os meus filhos tenham contacto com estes espaços.
Sempre tive boa impressão sobre este espaço.
Continuo com boa impressão deste espaço.
Os monitores estavam perfeitamente organizados.
Os monitores fizeram grupos pequenos e proporcionaram actividades interessantes para cada grupo.
As actividades e as crianças fluíam! Notava-se a satisfação de todos.
A criançada andava feliz! Eu também!
Vieram uns primos de Aveiro, o que deixou o Diogo radiante.
A mim, também! Gosto sempre de estar com eles. Aprendo imenso.
Foram cantados os parabéns à Maria e ao Diogo.
O bolo foi feito pela mãe do Diogo. Estava muito engraçado.
Durante esta fase sem actividades de parabéns e lanche, a criançada começou a ficar eufórica.
Depois de um momento de alguma confusão, levaram-se as crianças e alguns adultos para o auditório do exploratório.
Fomos ver um filme sobre a importância da água no nosso corpo.
Foi um filme 3D. O Tiago ficou com uma fotografia em que parece um piloto de um caça.
Ainda houve saída para o exterior, por parte de crianças e de pais.
Eu fiquei muito satisfeito pela forma como correu a festa.
Alguns pais e crianças com quem falei, também ficaram imensamente satisfeitos com a festa.
Enviei um e-mail para o exploratório a agradecer e a congratular a sua equipa pela forma como conseguiram conduzir a festa de aniversário.
Recebi a resposta do Presidente da Direção, Victor Gil, a agradecer a gentileza. O e-mail estava com o conhecimento de vários elementos do exploratório. Creio que o director pretendeu que a equipa soubesse dos elogios que tinham sido feitos. Positivo, claro!
Gostei. Profissional, didáctico, útil e divertido. Condimentos muito interessantes para uma excelente festa de aniversário.
Voltaremos, com certeza!

A cerveja mata! Como?

A cerveja é uma bebida genial! Eu gosto de boa cerveja e tenho experimentado algumas boas cervejas industriais, mas também a cerveja artesanal. Cometo o sacrilégio, segundo alguns consumidores intensivos de cerveja, de dizer com frequência que a minha cerveja preferida é a Radler. Estes voluntariosos defensores da cerveja "pura da cepa" dizem que não é cerveja, que é sumo de limão, que é tipo 7Up sem coragem para se assumir como tal, entre outras! Eu continuo a dizer que é a minha cerveja preferida.

Nesta época da latada, se a Radler fosse a cerveja preferida dos estudantes, provavelmente evitar-se-ia que gente que já não estuda fosse acordada às seis da manhã aos berros e buzinadelas. Sim, porque para chegar a esse estado à base de Radler, acredito que antes de perder o juízo, rebentasse.

Isto leva-nos à questão central: A cerveja pode matar?

Pode!! Por inchar e rebentar, nunca ouvi qualquer caso, mas ao contrário do que seria expectável, a situação aqui apresentada não está relacionada com excesso de consumo, de acidentes de viação, de alcoolismo ou outras situações óbvias, relacionadas, essencialmente, com o consumo de cerveja.  Há 200 anos, a 17 de Outubro de 1814, poucos terão ficado felizes por estarem a ser contemplados pelo sonho de muitos que dizem que gostariam de estar num tanque de cerveja. Neste caso, porque os túneis de cerveja rebentaram e provocaram uma enxurrada pelas ruas de Londres, danificando ruas e deitando edifícios abaixo. Assim, poderíamos dizer que a cerveja, quando consumida em excesso, pode ter efeitos perniciosos, mas dificilmente diríamos que iria matar através de uma enxurrada, ou de uma onda de cerveja. Um Tsunami que é o sonho de muita gente em Coimbra, pelo menos duas vezes por ano, mas que foi fatal para várias pessoas, nessa altura.

É caso para dizer ao génio que concede os 3 desejos!
"Génio da lâmpada, dá-me cerveja que dure uma vida! Mas não toda de uma só vez!!"

Venha agora essa Radler!!!

Ler mais em:
[HypeScience]
[Goronah]



'via Blog this'

Violoncelistas tocam AC/DC


Uma fantástica versão em violoncelo do Thunderstuck dos AC/DC com a caracterização brilhante da urticária provocada por algo diferente, que sai dos cânones habituais. Também eu sou cético em muitas situações e sobre diversos assuntos. Assim sendo, tive que recorrer à minha consultora cultural, que com quase 15 anos tem uma cultura e um conhecimento das artes muito interessante, nomeadamente no que à música e pintura respeita, e perguntei-lhe: 

"O vídeo é absolutamente fantástico! Mas digam-me: toda aquela variedade de sons é possível fazer só com 2 violoncelos? É tanta a diversidade de sons e associo o violoncelo a uma gama tão limitada de sons/tons que fiquei na dúvida! Independentemente de tudo, é magnífico! Bjs"

Ao que a minha consultora cultural me respondeu:

"Sim, apenas com dois violoncelos, eles conseguem reproduzir um tema "violento" dos AC/DC.... é claro que apenas anos de treino e muita cumplicidade com o instrumento o permitirão fazer.... :)"

Brilhante! Mas fiquemos pelos 2 violoncelistas:




Aqui fica o original para possíveis comparações:

Teoria das janelas partidas


É possível fazer uma analogia entre a teoria das janelas partidas, transcrita abaixo e a história em A roupa faz a diferença?

"Há alguns anos, a Universidade de Stanford (EUA), realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor, abandonadas na via pública. Uma no Bronx, zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia. Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada local.
Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram.Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.
Mas a experiência em questão não terminou aí. Quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os pesquisadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto. O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. Por quê que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso? Evidentemente, não é devido à pobreza, é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais.
Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma idéia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação. Faz quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras. Induz ao “vale-tudo”. Cada novo ataque que a viatura so fre reafirma e multiplica essa idéia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.
Baseados nessa experiência, foi desenvolvida a ‘Teoria das Janelas Partidas’, que conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores. Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.
Se se cometem ‘pequenas faltas’ (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar com o sinal vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e delitos cada vez mais graves.Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pesso as forem adultas.
Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas, estes mesmos espaços são progressivamente ocupados pelos delinquentes.
A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: lixo jogado no chão das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.
Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de ‘Tolerância Zero’. A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às norm as de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.
A expressão ‘Tolerância Zero’ soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinqüente, pois aos dos abusos de autoridade da polícia deve-se também aplicar-se a tolerância zero.
Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito.Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.
Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja em nosso bairro, na rua onde vivemos.
A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras.
Esta teoria pode também explicar o que acontece aqui no Brasil com corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo, etc.
Reflita sobre isso!"
[clinica alamedas]

Toastmasters: comunicação e liderança ou como ultrapassar o pânico de falar para audiências


Vou partilhar convosco um conceito que conheci em Junho de 2012 e que acredito que pode ajudar quem quer que se envolva: os Toastmasters. Estes clubes fazem parte de uma organização global centenária, que tem como finalidade principal desenvolver capacidades de comunicação e liderança dos seus membros.

A Toastmasters International é uma organização sem fins lucrativos, criada em de 1924, que é líder mundial na arte de comunicar e na formação de líderes. Tem sede nos EUA servindo quase 260.000 membros em 113 países e existem mais de 12.500 clubes Toastmasters no mundo. Os clubes têm como missão criar um ambiente de aprendizagem positivo e de suporte mútuo, onde cada membro tem a oportunidade de desenvolver as suas capacidades de comunicação e de liderança.

Os Toastmasters foram fundados há quase um século, quando Ralph Smedley, professor numa Universidade da Califórnia verificou que existiam sérias dificuldades de comunicação de alunos e de professores, seus colegas. Para ajudar a ultrapassar estas dificuldades, propôs a organização de jantares semanais em que os presentes fariam um discurso que seria avaliado pelos presentes, com a perspetiva de melhorar os pontos mais fracos nas apresentações e na comunicação.

O conceito Toastmasters permite a evolução e melhoria ao nível das competências para falar em público e ao nível da liderança. Tem como base o princípio “Aprender fazendo”. Não é uma formação, não é um processo de aprendizagem confinado no tempo, é um processo de aprendizagem contínua e em grupo.

Para finalizar, deixo a missão de um clube Toastmasters:
*Criar um ambiente de aprendizagem positivo e de suporte mútuo, onde cada membro tenha a oportunidade de desenvolver as suas capacidades de comunicação e de liderança, que por sua vez permitem o aumento da auto-confiança e o crescimento pessoal.*

Partilho um link para melhor conhecerem o conceito Toastmasters: http://toastmasters.org.pt/index.htm e a ligação FB do Coimbra Toastmasters Clube: https://www.facebook.com/CoimbraToastmastersClub.

Contacta um clube próximo da tua área de residência. Assiste a uma sessão. Com certeza que os elementos que te receberem, o vão fazer bem.  Gostamos de receber bem as visitas.

Partilho também um vídeo do Miguel Midões que, pouco tempo depois de entrar no Clube Toastmasters de Coimbra, já partilhava a sua experiência nos Toastmasters, explicando resumidamente o conceito.

Dia Europeu da Internet Mais Segura 2013


Hoje é dia da internet segura!
Está na hora de começar a pensar na internet segura.
Está na de começar a beneficiar das respostas da Inês!
A Inês está habitualmente em: Internet Segura!
Este site tem informação relevante que deverá ser consultado por pais e educadores que pretendam que os seus filhos/educandos usufruam dos muitos benefícios da internet, mas com a devida segurança. A Consultar!

Touradas à moda antiga



"A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota." 
(Jean-Paul Sartre)

"A violência é sempre terrível, mesmo quando a causa é justa." 
(Friedrich Von Schiller)

"A violência é o último refúgio do incompetente."
(Isaac Asimov)


Ontem não estive disponível para as notícias. Não soube da gravidade dos assuntos. Apenas me apercebi de alguma coisa pelo burburinho presente nas redes sociais.
Hoje, foi o relato de tudo o que se passou, com as diversas análises aos casos. Parece que tanto à porta da Assembleia da República (greve ao minuto e desfile de histórias) como no Gabão (jogo da bola no Gabão), houve pau de criar bicho. No mínimo, espinhoso!

as abóboras

É tempo das abóboras!
Segundo a revista Panda "Bruxas e Feiticeiros":
"As abóboras são símbolo de fertilidade e sabedoria. Na esperança de terem sorte durante todo o ano, muitas são as pessoas que decoram as suas abóboras de forma muito divertida para comemorarem o dia das bruxas."

O dia está a chegar. Vamos decorar as nossas abóboras:












Esta última fotografia não é nossa, mas gostaria que fosse!
Este ano vamos conseguir melhores fotografias da noite!
Mas foi uma diversão para todos!

como educar crianças com repreensões?


A educação dos filhos tem sempre momentos difíceis. Todos passamos pelos famosos momentos em que dizemos que "me custa mais a mim do que a ele". Sendo certo que os elogios são sempre a forma de educação que deixa todas as partes mais motivadas e satisfeitas, são muitas vezes momentos esquecidos. No entanto, continua a ser necessário ter momentos de definição de limites, em que a repreensão é fundamental para um crescimento saudável.

Há pouco tempo, li um livro que é um pequeno manual. Apesar do seu tamanho, deixa a sensação que todo ele representa um ensinamento contínuo e crescente ao longo do texto. Agora, o mais difícil é pôr em prática os ensinamentos constantes no livro "o pai-minuto: como fomentar a auto-estima e melhorar o comportamento dos seus filhos". Um título que reflete muito do que os pais querem para os filhos. O autor sugere que haja um determinado método nas repreensões, chamando a atenção para a necessidade de ter paciência até que os resultados comecem a surgir. Deixo em baixo o método sugerido pelo autor:

"Repreensões-minuto funcionam bem quando:
1. Comunico com antecedência aos meus filhos que os vou repreender quando o seu comportamento for inaceitável para mim. E encorajo-os a ter o mesmo tipo de franqueza para comigo.
Primeira parte da repreensão:
2. Repreendo os meus filhos logo que possa.
3. Digo-lhes concretamente o que fizeram .
4. Sem rodeios, digo aos meus filhos exactamente como me sinto em relação ao que eles fizeram.
5. Fico calado durante alguns segundos, longos e desagradáveis, para que eles sintam o que eu sinto.
Segunda parte da repreensão:
6. Depois, acalmo-me e toco nos meus filhos de modo que eles percebam que estou do lado deles.
7. Faço ver aos meus filhos que, embora o seu recente comportamento não tenha sido bom, eu penso que eles são bons.
8. Digo aos meus filhos *Amo-vos!* e abraço-os. Quando a repreensão acaba, acaba mesmo. Não volto a falar no assunto.
9. Mais tarde, nesse mesmo dia, ouvirei aquilo que os meus filhos pretendam dizer-me.
10. Compreendo perfeitamente que, embora demore apenas um minuto a repreender com amor os meus filhos, os benefícios poderão durar para o resto da vida."