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Maria João Bastos nos ídolos

Admiro a atriz Maria João Bastos! 
É uma mulher bonita e bem feita! 
Tem feito papeis fantásticos na sua carreira!
A Liliane Marise foi um momento absolutamente brilhante e que marcou pela positiva a carreira da atriz!
Soube retirar-se a tempo desta personagem!
Em entrevistas que vi, sempre demonstrou ponderação e temperança!
Porque destruir uma imagem tão positiva, construída ao longo dos anos, com uma participação histriónica nos ídolos?
Volta atrás, Maria João Bastos! És tão melhor do que isso!!



Liliane Marise

É absolutamente extraordinário o papel feito pela atriz Maria João Bastos. Fez um papel de cantora de música pimba, com curvas assinaláveis e sempre prontas a saltar para fora das curtas e/ou apertadas vestes. Para mim, torna-se ainda mais extraordinário, pois identifico a atriz com um certo “low profile” que pouco ou nada tem a ver com a sua personagem. No entanto...

Pequenos Ditadores

O texto seguinte é importante para que haja a consciência da importância de dizer não. Recebi o texto por mail, mas penso que o li originalmente na Visão. 




"A criancinha quer Playstation. A gente dá.
A criancinha quer estrangular o gato. A gente deixa.
A criancinha berra porque não quer comer a sopa. A gente elimina-a da ementa e acaba tudo em festim de chocolate.
A criancinha quer bife e batatas fritas. Hambúrgueres muitos. Pizzas, umas tantas. Coca-Colas, às litradas. A gente olha para o lado e ela incha.

A criancinha quer camisola adidas e ténis nike. A gente dá porque a criancinha tem tanto direito como os colegas da escola e é perigoso ser diferente.
A criancinha quer ficar a ver televisão até tarde. A gente senta-a ao nosso lado no sofá e passa-lhe o comando.
A criancinha desata num berreiro no restaurante. A gente faz de conta e o berreiro continua.

Entretanto, a criancinha cresce. Faz-se projecto de homem ou mulher.
Desperta.
É então que a criancinha, já mais crescida, começa a pedir mesada, semanada, diária. E gasta metade do orçamento familiar em saídas, roupa da moda, jantares e bares.

A criancinha já estuda. Às vezes passa de ano, outras nem por isso. Mas não se pode pressioná-la porque ela já tem uma vida stressante, de convívio em convívio e de noitada em noitada.
A criancinha cresce a ver Morangos com Açúcar, cheia de pinta e tal, e torna-se mais exigente com os papás. Agora, já não lhe basta que eles estejam por perto. Convém que se comecem a chegar à frente na mota, no popó e numas férias à maneira.

A criancinha, entregue aos seus desejos e sem referências, inicia o processo de independência meramente informal. A rebeldia é de trazer por casa. Responde torto aos papás, põe a avó em sentido, suja e não lava, come e não limpa, desarruma e não arruma, as tarefas domésticas são «uma seca».

Um dia, na escola, o professor dá-lhe um berro, tenta em cinco minutos pôr nos eixos a criancinha que os papás abandonaram à sua sorte, mimo e umbiguismo. A criancinha, já crescidinha, fica traumatizada. Sente-se vítima de violência verbal e etc e tal. Em casa, faz queixinhas, lamenta-se, chora. Os papás, arrepiados com a violência sobre as criancinhas de que a televisão fala e na dúvida entre a conta de um eventual psiquiatra e o derreter do ordenado em folias de hipermercado, correm para a escola e espetam duas bofetadas bem dadas no professor «que não tem nada que se armar em paizinho, pois quem sabe do meu filho sou eu».

A criancinha cresce. Cresce e cresce. Aos 30 anos, ainda será criancinha, continuará a viver na casa dos papás, a levar a gorda fatia do salário deles. Provavelmente, não terá um emprego. «Mas ao menos não anda para aí a fazer porcarias».

Não é este um fiel retrato da realidade dos bairros sociais, das escolas em zonas problemáticas, das famílias no fio da navalha? Pois não, bem sei. Estou apenas a antecipar-me. Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao hospital com um pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo. E então teremos muitos congressos e debates para nos
 entretermos…"

Malato? Fernando Mendes? Baião?

Um exemplo perfeito do que são os consursos portugueses (excepto aquele do "perca peso, pergunte-me como")!
Se queriam caricaturar concursos portugueses, porque fizeram o sketch em inglês?

eurovisão: gel e falâncio

Apanhei os homens de luta no festival da canção da eurovisão, por acaso! Ok, confesso! Estava a ver de fio a pavio, o que não acontecia desde os tempos em que a rtp tinha o monopólio das transmissões televisivas.
Gel e Falâncio, a meu ver, fizeram mais pela imagem retrógada portuguesa do que qualquer outro português, nos últimos 37 anos. Incluindo os políticos que têm destruido a imagem e a economia portuguesa. Faltava apenas uma velhinha vestida de preto e com um buço monumental.
Até podem ganhar o festival, mas o mal já está feito. Enquanto humoristas, têm uma certa piada. Como músicos, não encontro grandes méritos. Provavelmente, nem eles.
A etapa portuguesa, a qual eles ganharam, foi em pleno período de carnaval. Mas o carnaval continua. http://meababel.blogspot.com/2011/03/elite-da-musica-pop-nacional-luta-sem.html.
É certo que os nossos representantes, regra geral, não têm sido o expoente máximo da nossa música (como se pode ver pelos resultados do certame)! Pode ser que o riso tolde a lucidez de uns quantos que se revêm na nossa desgraça e essa empatia mande uns votos para cá.
Ozé, traz o pão e traz o peixe e traz o vinho, que com tudo isto, o melhor é beber uns canecos e acompanhar com uma sardinha amarela no pão!

o que eles dizem...

Interessantes as análises feitas. Podemos aprender alguma coisa com elas:

parabéns Vitinho - 1/4 de século

Fonte: Google
O Vitinho está de parabéns! Faz 25 anos e é uma figura consensual! Toda a geste o conhece! Com o alto patrocínio da Milupa, foi uma forma de marcar a hora das crianças se deitarem. Na altura, já não cumpria com o horário do Vitinho, mas via-o com regularidade. Nessa altura havia o canal 1 e o a RTP2. Mesmo que não fosse nossa vontade, estando em frente à TV tinhamos que ver. E apesar da obrigação, pois as alternativas eram muito reduzidas (com sorte estaria a dar o boletim agrícola, ou algo do género), era agradável ver, e o ritmo da música também ajudava, pois entrava facilmente no ouvido.
Hoje ouvi com nostalgia dos tempos idos! E fui espreitar a Wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Vitinho
Fica para recordação aquele que penso ser o original do Vitinho:

portugal tem talento


http://blog-sic.blogspot.com/
 Gostei do "Portugal tem talento" da SIC! Não foi pretensioso e ganhou com isso. Independentemente dos números apresentados, que foram desde o muito bom até ao muito mau, gostei da postura do júri. Sem a necessidade de fazer sangue, ou humilhar quem quer que fosse, mesmo que alguns se pusessem a jeito. O concorrente que foi dançar dance music, foi um dos que se pôs a jeito. Aumentou a minha consideração pelo júri, quando o avaliaram de forma justa, brincando com a situação, mas resistindo a humilhá-lo, o que provavelmente seria fácil e daria mais audiências.
A Bárbara Guimarães esteve bem, e com muita energia, demonstrando uma cumplicidade com os espectadores de que já não me lembrava.
A Conceição Lino, é uma figura simpática e ponderada, que consegue ter uma boa postura em qualquer lado.
O Ricardo Pais, demosntrou que, apesar do seu curriculo, é modesto.
O José Diogo Quintela gera empatia. E esteve bem ao pôr em prática o código de ética dos humoristas, relativamente a um tema que o exigia. E brinda-nos com apontamentos de humor inteligente (algum também é básico).
Um programa a acompanhar!