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Paulo Gonçalves * Dakar: A Atitude de um herói




Há momentos que devem ser gravados em pedra. Há atitudes que queremos que fiquem registadas e devem ser recordadas com frequência para que os valores importantes possam estar presentes na nossa vida.

A Atitude de Paulo Gonçalves, que parou para apoiar Walkner, o 3.º classificado do Rally Dakar 2016 prova e competidor direto, deve ser registada e espalhada a mensagem. É fácil falar de carácter e de atitudes, no entanto, vê-se quem realmente a tem, nos momentos difíceis.

Havia, com certeza, várias situações que podiam ser postas em causa com esta sua atuação: a vitória na prova, a sua relação com a marca que representa, com os patrocinadores são, à primeira vista os mais relevantes.

Felizmente, a solidariedade falou mais alto, e pudemos todos testemunhar um momento de grande desportivismo, de elevada dignidade humana.

Felizmente, a organização não contabilizou o tempo que esteve parado a dar apoio e ajudar o seu companheiro de prova, o que permitiu valorizar um ato que deve ser dos mais importantes no "espírito desportista".

Paulo Gonçalves diz que não é um herói. Se não o é, é pelo menos um exemplo a ter em consideração para aqueles valores que deveriam estar à frente na hierarquia.

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DN
TSF

João Oliveira | ultramaratona Milão-San Remo



É sempre impressionante saber que alguém conseguiu chegar ao fim de uma maratona!

É ainda mais impressionante saber que há quem corra, e termine, ultramaratona!

Desta vez, foi João Oliveira a vencer a ultramaratona 
Milan * San Remo, com 280km de extensão 

E ainda estabeleceu novo record da prova (280km em 30:14)! G'anda Malha!!!




Da continuidade da coisa | Miguel Esteves Cardoso

Maiorca * Sa Calobra
A diferença enorme entre os Hunters e os Keepers!!

"Começar é fácil. Acabar é mais fácil ainda. Chega-se sempre à primeira frase, ao primeiro número da revista, ao primeiro mês de amor. Cada começo é uma mudança e o coração humano vicia-se em mudar. Vicia-se na novidade do arranque, do início, da inauguração, da primeira linha na página branca, da luz e do barulho das portas a abrir. 

Começar é fácil. Acabar é mais fácil ainda. Por isso respeito cada vez menos estas actividades. Aprendi que o mais natural é criar e o mais difícil de tudo é continuar. A actividade que eu mais amo e respeito é a actividade de manter.
Em Portugal quase tudo se resume a começos e a encerramentos. Arranca-se com qualquer coisa, de qualquer maneira, com todo o aparato. À mínima comichão aparece uma «iniciativa», que depois não tem prosseguimento ou perseverança e cai no esquecimento. Nem damos pela morte.
É por isso que eu hoje respeito mais os continuadores que os criadores. Criadores não nos faltam. Chefes não nos faltam. Faltam-nos continuadores. Faltam-nos tenentes. Heróis não nos faltam. 
Faltam-nos guardiões.

É como no amor. A manutenção do amor exige um cuidado maior. Qualquer palerma se apaixona, mas é preciso paciência para fazer perdurar uma paixão. O esforço de fazer continuar no tempo coisas que se julgam boas — sejam amores ou tradições, monumentos ou amizades — é o que distingue os seres humanos. O nascimento e a morte não têm valor — são os fados da animalidade. Procriar é bestial. O que é lindo é educar. (...)
Gosto de académicos, de coleccionadores, de bibliotecários, de antologistas, de jardineiros.
Percebo hoje a razão por que Auden disse que qualquer casamento duradoiro é mais apaixonante do que a mais acesa das paixões. Guardar é um trabalho custoso. As coisas têm uma tendência horrível para morrer. Salvá-las desse destino é a coisa mais bonita que se pode fazer. Haverá verbo mais bonito do que «salvaguardar»? É fácil uma pessoa bater com a porta, zangar-se e ir embora. O que é difícil é ficar. Isto ensinou-me o amor da minha vida, rapariga de esquerda, a mim, rapaz conservador. É por esta e por outras que eu lhe dedico este livro, que escrevi à sombra dela.
Preservar é defender a alma do ataque da matéria e da animalidade. Deixadas sozinhas, as coisas amarelecem, apodrecem e morrem. Não há nada mais fácil do que esquecer o que já não existe. Começar do zero, ao contrário do que sempre pretenderam todos os revolucionários do mundo, é gratuito. Faz com que não seja preciso estudar, aprender, respeitar, absorver, continuar. Criar é fácil. As obras de arte criam-se como as galinhas. O difícil é continuar. "
Miguel Esteves Cardoso

ranking de marcas verdes e de carros de todas as cores

A Toyota lidera o ranking da Interbrand "Best Global Green Brands 2012" (Melhores Marcas Verdes Globais). Seguem-se a Johnson & Johnson e a Honda. Pode-se ver este ranking completo em imagens de marca e a marca mais verde. 


Aparecem 8 marcas de carro. Um bom  indício para o setor automóvel. A seguir, ficam algumas fotografias do Rolls-Royce Phantom Series II. Não está neste ranking, mas aparece bem colocado em muitos outros, entre os quais, o ranking das minhas preferências:









Podem ver mais mesmo aqui: Rolls Royce Phantom Series







o motorista de Faro


Já aqui contei a história do Mário, o taxi driver de Faro. Já foi apresentado por outras palavras o nível de atrofio do dito taxista. Fiquei dividido entre reclamar para alguma associação de taxistas, pois há taxistas que são excelentes profissionais e não deveriam pagar por este espécime, ou chamar algum funcionário municipal responsável pela recolha dos animais perigosos. Como bom português, fiquei furioso, achei que devia fazer e acontecer, mas ação que é bonita, nada. Nem reclamei nem chamei os responsáveis. Típico! Só garganta!

Mas Faro tem muito mais do que mal encarados. Seria injusto que não salientasse a forma como fui tratado, numa região que tem fama de tratar "menos bem" os portugueses. E começou bem.

A chegada a Faro
A última vez que estive em Faro, foi em Setembro. Ao contrário do que é habitual nas idas ao Algarve, fui de comboio. A intenção era alugar um carro à saída da estação. Já tinha saído da estação o espaço para aluguer de carros. A acrescentar a esta consciência de que poderia ter mais dificuldades em alugar um carro, e depois de mais de 7 horas para chegar a Faro, a chegada à estação, talvez já marcada pelo cansaço, fez com que a primeira impressão não fosse muito positiva. O termómetro marcava 26ºC, mas parecia que estava mais quente. O ar abafado e o aspeto sujo da estação, fez com que se instalasse alguma desconfiança sobre as anteriores impressões positivas sobre a cidade. Também me parecia ver um conjunto de mal encarados no bar da estação dos quais, alguns pareciam estar em fase inicial de integração nos alcoólicos anónimos e outros ainda não tinham chegado à fase de reconhecimento do problema.

Lá fui questionar a senhora do quiosque, que também utilizo como centro de informações ao chegar a sítios desconhecidos, sobre onde haveria carros para alugar e a melhor forma de lá chegar. Indicaram-me o aeroporto e o local do autocarro.

A viagem de autocarro
Ao chegar ao autocarro, pedi bilhete e o motorista com um sorriso rasgado e um ar de quem a vida só pode correr bem, deu-me o bilhete e disse-me de imediato que se precisasse, me indicava quando sair. Agradeci já com uma melhor disposição. Pelo caminho, enquanto ia absorvendo a informação dos vários locais que visitas turísticas não mostram. Pelo caminho, o condutor ia passando por várias pessoas e ia gritando: "Hei! Tudo bem? Vais entrar agora?" E lá ia todo satisfeito cumprimentando alegremente que entrava no autocarro, buzinava com um sorriso para que os seus conhecidos/amigos olhassem para ele e ia cumprimentando, falando, acenando, fazendo o gesto globalmente conhecido como o like e ainda olhando para trás e fazendo comentários sobre os sítios e algumas pessoas por quem íamos passando. E sempre com uma perspetiva positiva, que deixava qualquer passageiro bem disposto. Cheguei ao aeroporto de Faro, avisou-me e desejou-me boa estadia. A viagem acabou, e uma simples viagem de autocarro mudou a minha percepção de Faro. Estou perfeitamente convencido que o facto de ter apanhado este  motorista no início da estadia, contribuiu para que a estadia corresse melhor. Além disso, recuperei rapidamente a boa imagem da cidade, imagem essa que corria sérios riscos, com a chegada à estação.

Este motorista, que alegrava a cidade de Faro, lembrou-me da história com que Daniel Goleman iniciou o seu livro "Inteligência Emocional". No caso do livro, o motorista alegrava a cidade de Nova Iorque.

Façam um favor a vocês mesmos: Contratem gente simpática
Li algures que, em caso de funções com contato direto com o público, era mais fácil e seguro recrutar gente simpática e dotá-los das competências técnicas necessárias para a função, do que o inverso. Tirando questões de qualificações muito próprias, subscrevo esta postura.

Se já acreditava que a forma como nos recebem em locais desconhecidos ou de frequência reduzida, fiquei completamente convencido que o recrutamento de pessoas para funções em que há um contato direto com pessoas, deve ter em consideração a capacidade das pessoas gerarem empatia, serem simpáticas e disponíveis para ajudar. O turismo local só tem a ganhar! Um grande bem haja para o dito motorista, do qual nem o nome sei, mas que foi importante para a melhoria da estadia e para a imagem da cidade.

Mário, o Taxi Driver de Faro!

Não sei se como vão selecionar os taxistas, visto que existem critérios que, enquanto leigo, me parecem difíceis de medir objetivamente. No entanto, concordo com o princípio. Felizmente, a maioria dos taxistas que vou apanhando (ainda ando algumas vezes de taxi, principalmente em Lisboa e no Porto) são simpáticos e o serviço é mais positivo de que negativo.
Só taxistas com boa apresentação e carros recentes vão trabalhar no Aeroporto da Portela

No entanto, há experiências marcantes e, apesar da excelente impressão que tenho da cidade de Faro (não como cidade balnear), apanhei um condutor de autocarros excelente, mas um taxista completamente atrofiado!



O fim do XXII Congresso Europeu de Inovação e Criatividade
Depois de uma estadia ótima em Faro, iniciada com uma viagem de autocarro rejuvenescedora e por uns dias em Congresso que decorreram muito bem, com temas interessantissimos e com pessoas altamente qualificadas nos temas em discussão, chegou a hora de voltar à realidade. Fui entregar o Pólo ao aeroporto de Faro, onde foram atenciosos e corteses. "Se alguém tiver coragem de falar mal de Faro, não acreditarei numa palavra", pensava eu! Por todo o lado tinha encontrado gente simpática e disponível. Lojas, restaurantes, supermercados, por todo o lado. Depois de entregar o carro, fui ver os horários de autocarro, mas vi que havia algum risco de perder o comboio. Este comboio era o último do dia. Resolvo ir de taxi!

Taxi Driver - o dia internacional do elefante 
Chego à zona de taxis do aeroporto e o que estava na frente da fila, era o do Mário, o taxi-driver que me caiu na sopa, que estava na cavaqueira com uma senhora. Apercebi-me que não foi com satisfação que me viram chegar. Já devem tirar pela pinta o pessoal que lhes dá mais dinheiro. Não ser louro e de olhos azuis, deve-o  ter feito desconfiar. Cumprimento cordialmente Mário - o taxi-driver, com um sorriso de satisfação pela forma como tudo correu, mas também por sentir que o regresso a casa estava a acontecer.

Ao colocar a bagagem na mala do taxi, atiro logo que pretendo ir para a estação. Sai logo um comentário disparado: "Era de admirar era se não fosse!" "Como disse?" pergunto; "Nada, nada! Estação de comboios ou de autocarros?". Como se não bastasse a má educação levada a um nível extremo e a má vontade em prestar um serviço, ainda meteu umas trombas que, se dissesse que eram dignas do dia nacional do elefante, estava a praticar o eufemismo, porque eram dignas de um dia internacional do elefante, reconhecido pela generalidade dos países, pela ONU e pela Organização Mundial do Comércio. Se fosse possível quantificar, não tenho dúvidas que estaria no Guiness Book dos recordes.

A viagem fez com que se passasse por vários locais que os dias anteriores tinham polvilhado com pessoas simpáticas, atenciosas e disponíveis. Essa lembrança fez com que tentasse de novo abordar Mário, o taxi-driver, para uma pequena conversa. Afinal, ninguém é antipático apenas por que queria fazer uma viagem mais longa! Mas não, Mário, o taxi-driver, ficou mesmo rancoroso com a situação, e grunhidos foi o máximo que consegui retirar daquele angélico ser!

A cereja em cima do bolo, foi quando chegámos à estação e lhe pedi uma fatura. Nesse momento apenas bufou. Provavelmente já estava resignado por ter à frente alguém que apenas iria fazer uma viagem de 10€. Passou a fatura, e não se dignou a ajudar a tirar a bagagem da mala, o que fiz com alguma dificuldade. O taxi arrancou duma forma que deve ter retirado em combustível o lucro da viagem anterior e entrei no mundo da estação. Não foi apenas a viagem de 7 horas e o calor que, à chegada a Faro, tinha feito ficar com a sensação de que era uma zona com mau ambiente e suja. A estação tem de facto mau ambiente e aspeto sujo. A acrescentar, a polícia atrás de um meliante qualquer. Punha as mãos no fogo em como o meliante era o Mário, o taxi-driver!

Taxi Driver: a imagem que fica
A imagem com que saí de Faro podia estar ao nível da excelência. No entanto, o taxi-driver fez com que tivesse a consciência de que, apesar de ter ficado uma boa imagem, alguém que serve ou deveria servir as pessoas de Faro e as pessoas que visitam Faro, foi suficientemente incompetente na sua função para estragar uma imagem de uma cidade. Já encontrei taxistas simpáticos, atenciosos e com vontade de levar as pessoas ao destino, independentemente da distância. Neste caso, Mário, o taxi-driver teve uma influência negativa em dois aspetos: na perceção final da cidade de Faro (e sabemos que a perceção final é importante na perceção global); e na vontade de encontrar alternativas a taxis, sempre que possível. 

Assim, só posso dizer o quanto lamento que Mário, o taxi-driver, possa ser a última imagem que alguém deixa da cidade de Faro, ou de Portugal.

qual a verdadeira missão?

Há muitas vezes a tendência para nos esquecermos da nossa missão, estando apenas concentrados nos objetivos. Não nos devemos esquecer que o caminho faz parte do cumprimento dos objetivos. Deveremos querer cumprir com os objetivos, esquecendo tudo o que precisamos de fazer para os alcançar?
O exemplo retirado do livro "the mindgym" ajuda-nos à reflexão necessária:

"Uma das muitas coisas que nos pode lançar para o piloto automático é a pressão.
Isto foi demonstrado pelos psicólogos John Darley e Daniel Batson, que pediram a pediram a um grupo de seminaristas para prepararem um sermão sobre a parábola do bom samaritano, que deveriam ler num local próprio. Tendo em mente a ideia de parar e ajudar aqueles que precisam, pediu-se aos seminaristas para irem a pé até ao local onde deveriam fazer o sermão.


Pode estar a pensar que não há quaisquer dificuldades, mas foi aqui que os astutos psicólogos tornaram a vida difícil - decidiram que a caminho do local onde os seminaristas iriam fazer o sermão deviam deparar-se com alguém deitado no chão, a tossir, a falar incoerentemente, e a pedir ajuda. Para tornar as coisas mais difíceis, disseram a metade dos seminaristas que estavam atrasados para o seu sermão e à outra metade que tinham muito tempo.


Quantos iriam parar? E quais?


61% daqueles a quem disseram que tinham muito tempo, pararam para ajudar a pessoa magoada, mas apenas 10% daqueles a quem disseram que estavam atrasados é que pararam, com alguns seminaristas a passarem literalmente por cima da pessoa "magoada".


Esta ligeira mudança de situação conduziu os seminaristas "apressados" para piloto automático, esquecendo-se do que estava nas suas mentes há apenas alguns instantes."

Nada melhor do que citar dois famosos e conceituados ensaístas que em poucas palavras nos ajudam a analisar de forma magistral a história apresentada:


"O objectivo não está sempre colocado para ser atingido mas para servir de ponto de mira."
Autor - Joubert , Joseph
"Os passos não conduzem, apenas, a uma meta; cada passo é já em si uma meta."

Autor - Alain (Émile-Auguste Chartier)

via-verde radares ii)


Relativamente aos radares na via verde, referente ao post http://meababel.blogspot.com/2011/08/via-verde-radares.html, recebi a seguinte informação de um amigo:

"Boa tarde amigo Pedro

Como bem dizes no post este tipo de mail é recorrente e sou constantemente sondado sobre o assunto e geralmente remeto o link da informação Brisa e Via Verde http://www.brisa.pt/PresentationLayer/faqs.aspx?menuid=20&temaid=4 
No entanto não quero deixar de informar que as autoridades muito frequentemente tem radares nas ilhas de portagens (paralelas ás Vias Verdes) onde normalmente as velocidades máximas são de 50 ou 60 kms/hora"

Obrigado amigo!

estranho método de angariar clientes?


Há mitos que poucos sabem se têm fundamento verdadeiro, ou são fruto da imaginação. Todos conhecemos a história do mecânico que punha pregos e vidros num local próximo da sua oficina para ultrapassar a crise que se fazia sentir.
Há uns dias, vindo a descer a rua do Hospital de Coimbra, aparece uma carinha da Servilusa, não me recordo da marca, mas era do tipo Fiat Ducato ou Iveco, mas sem caraterísticas de carro funerário. Vinha com dois maganos lá dentro!
Ao descer, e indo eu do lado direito, a cerca de 100m o semáforo passou a amarelo e eu começo a travar. De repente, do meu lado esquerdo sai a grande velocidade a carrinha e zuuum. Por vezes ouço falar no conceito do amarelo tinto, mas aquele semáforo já não tinha nada de amarelo. Era só tinto.
Fez-me recordar a história do mecânico, que ouvia há uns anos atrás.
Fez-me recordar um estrangeiro em Portugal, que dizia "desconfio que por cá, quando aparece o sinal amarelo, quer dizer «acelerar o mais depressa possível»".

O que eu espero mesmo, é que esta não seja uma nova estratégia da Servilusa para conquistar novos clientes.

Via verde - Radares


Recebi por estes dias alguns e-mails a avisar sobre a inauguração oficial de radares na via verde. Não foi qualquer informação oficial. Portanto é informação que carece de validação. E parece que é daqueles e-mails cíclicos, que de quando em quando surgem. Em 2005, 2008 e 2010, surgiu informação semelhante, mas que se veio a verificar não ser verdadeira. Aparentemente qualquer impedimento relacionado com inconstitucionalidades. No entanto, havia também o boato que se estavam a mexer, no sentido de fosse feita uma lei que ultrapassasse essas inconstitucionalidades.

Eu gostaria de dizer "Não pode ser. Avisariam toda a gente e informariam a comunicação social para nos informarem!" Mas isso seria num país decente. Como vejo muitas vezes esquemas e ardis montados para apanhar os condutores em flagrante delito, deixando para trás questões informativas e formativas, não me custa acreditar que este fosse mais um esquema para sacar mais uns cobres a alguns condutores.

Claro que gostaria de ver mais civismo na estrada. Por parte de todos os atores. Também por parte das autoridades, que muitas vezes dão o exemplo do que não deve ser feito. Lembro-me sempre da adolescência, quando via a autoridade a multar os carros mal estacionados em frente a um famoso talho, não sendo raro ver as viaturas da mesma autoridade paradas exatamente no mesmo local onde tinham ganho o dia, a comprar a sua carne. E muitas dessas vezes causavam transtorno ao fluxo automóvel. E quem não vê, volta e meia, viaturas da polícia escondidas, com o objetivo claro de apanhar a transgressão, ao contrário do que devia ser feito e trabalhar na prevenção.

Um amigo contou-me a história de um país nórdico, que não me recordo qual, em que colocavam bonecos de polícias de cartão, à beira das estradas, com o objetivo de relembrar os condutores que poderiam estar a cometer excessos. Porque quem conduz habitualmente, sabe que em certos lugares, como a auto-estrada, facilmente nos distraímos com o velocímetro. E talvez haja meios de ajudar a prevenir e a fazer olhar para o conta-kilómetros, sem necessidade de autuar. É que este é dinheiro mal empregue. E não evita os acidentes.

De qualquer forma, e voltando ao tema "radares na via verde", há alguém que possa validar esta informação?

nas costas dos outros vemos as nossas!

Há uns dias, numas bombas de gasolina pelas 21h00, depois de um dia de trabalho longo, fui por gasoleo antes de rumar a casa. Não me bastava estar a ouvir as notícias da Líbia e das confusões actuais, ainda tive que olhar para o preço do gasoleo. Motivos mais que suficientes para dar cabo da paciência a um santo. Ainda por cima, a mangueira estava com resíduos de combustível! É muita coisa junta!
Como se não bastasse, entro no edifício, e parecia o dia mundial do elefante! Empregadas de trombas! Maravilha!Tirando situações de catástrofe, dificilmente o cenário seria pior!
Quando chegou a minha vez, digo "boa noite" e recebo um seco "qual é a bomba?"! ehpá! nem um "boa noite?". O caso está pior do que pensava! Atende mecanicamente, mas sem o minimo de atenção, e a colega, que permitiu que alguém fosse levantar dinheiro a outro lado, pois o MultiBanco local estava avariado! Disse: "Deixas-te ir o tipo, mas olha que ainda são 15€!" e a colega: "não há problema, fiquei com o BI" e a que me atendia "ele diz que o perdeu e tira outro!" Um exemplo claro de confiança no próximo!
Nunca me aconteceu ter esquecido a carteira, mas quase.Espero que se tal me acontecer, que não seja naquelas bombas. Aliás a probabilidade que seja lá, tendencialmente vai diminuir. Nas costas dos outros vemos as nossas! Haja boa disposição e confiança no atendimento ao cliente!

que grande chuvada! e eu a conduzir...


Recebi esta dica, que a seguir partikho, por e-mail (^_^ DP). Vou experimentar. Se puderem experimentar e confirmar, avisem!
"*Uma dica que não se paga para experimentar...*

*COMO** CONSEGUIR boa visão enquanto se conduz sob forte chuva.*
Não sabemos por que é tão eficaz, mas basta tentar isso quando chove muito:
Uma sugestão de um amigo policia que experimentou e confirmou. É útil, mesmo em condução nocturna.
A maioria dos motoristas liga os limpadores de pára brisas em velocidade mais rápida ou máxima durante chuvas pesadas, mas a visibilidade na frente do pára brisa ainda é má.
No caso de enfrentares uma situação deste tipo, tenta os teus óculos de sol (qualquer modelo serve), é um milagre! De repente, a tua visibilidade na frente de teu pára brisa é perfeitamente clara, como se não houvesse chuva.
Certifique-se de ter sempre um par de óculos de sol no teu carro para que possa ajudar a ti mesmo em condução segura, com boa visão. Você também pode salvar a vida do seu amigo, compartilhando essa informação com ele / ela.
Tente você mesmo e compartilhe com seus amigos! Incrível! Você ainda vê as gotas no pára brisa, mas não a lâmina de chuva. Você pode ver onde a chuva salta para fora da estrada e os respingos dos pneus do carro à sua frente.
Esta pequena dica devia ser incluída na formação do motorista. E realmente funciona."