Mostrar mensagens com a etiqueta desporto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta desporto. Mostrar todas as mensagens

A Caminho de Santiago i)

 


O Caminho de Santiago

    Fazer o Caminho de Santiago (CS) é um objetivo que já estava definido há algum tempo.

A experiência anterior

    O ano passado, no Verão, fizemos um CS diferente. Guiado por pessoas do IESh (Instituto Eneagrama Shalom), nomeadamente pelo Domingos e pelo Afonso, aproveitamos o encontro entre os elementos do IESh de Portugal e do Brasil, para fazermos o CS. Um CS com bastante introspeção, com o aprofundar do conhecimento sobre a história associada aos CS e com bastante convívio entre as pessoas dos dois países. Também foram selecionados percursos para fazermos e terminamos em Finisterra (quem faz o CS deverá ponderar ir a Finisterra).

No entanto... haja fases

    No entanto, continuava em cima da mesa o objetivo por cumprir de fazer o CS da  forma clássica: a pé e ficando nas povoações que fazem parte do CS.
    Dividimos em várias fases, para assegurar que há disponibilidade e não há impacto na vida profissional. Assim, a primeira etapa foi entre Coimbra e Albergaria a Nova e está feita. Numa segunda fase iremos até ao Porto, uma terceira fase, será entre o Porto e a fronteira com Espanha e, a fase final, será o percurso do CS em Espanha. 

1.º dia: Coimbra * Mealhada

    Partimos com entusiasmo e vontade de andar. A zona entre Coimbra e Mealhada é a zona onde vivemos, por isso é uma zona familiar. No entanto, viajar a pé, fazem com que se consiga perceber muitos pormenores que várias passagens de carro não o permitem. No final do dia o cansaço era evidente. Nos primeiros 5 a 10 Km ainda falávamos dos problemas do dia a dia. Aqueles que deviam ficar para trás. O CS tratou de fazer com que o nosso foco fosse outro... os pés, as pernas, o sol, as costas, a paisagem natural... tudo ajudou a sair dos problemas do dia a dia e por volta das 16h, chegámos à "Sala de Jantar da Europa".
    Ao fim do dia o banho quente, as pomadas, os pés descalços e o descanço foram fundamentais para a recuperação. 
    Sabem o que mais foi fundamental? Uma noite bem dormida. Nestas situações de esforço físico, é mais fácil ter a consciência de como o sono nos ajuda a recuperar. Ao fim do dia doía-me muita coisa, de manhã estava recuperado. Isto é um milagre. 

2.º dia: Mealhada * Águeda

    Saímos da Mealhada e passamos por Anadia, Avelãs de Caminho, Aguada de Baixo e chegámos a Águeda. Paisagens bonitas e pacificadoras. Conseguimos recuperar as dores do dia anterior e com maior intensidade. Sentar é um sacrifício enorme, não pelo ato de sentar, mas pela futura necessidade de nos levantarmos. Mas terminamos com um gelado em Águeda, nas suas ruas animadas por guarda-chuvas e fomos descansar. Banho quente, mais cremes e pomadas miraculosas, mais dores e a pergunta sobre como estaríamos no dia seguinte. Ainda consegui ver o jogo da Supertaça (Porto vs Sporting), mas quando o resultado estava 3-3, apaguei.

3.º dia: Águeda * Albergaria a Nova

    Neste terceiro dia, saimos de Águeda que é turística no Centro, com muita arte urbana e com espaços cuidados e, à sua volta, tem uma imensa cintura industrial, que reflete o que mais se associa a Águeda: a sua capacidade e desenvolvimento industrial. Neste dia, o ritmo já foi mais lento e as  dores apareceram mais cedo. Passámos por várias popvoações, entre as quais Macinhata do Vouga, que tem umas casas interessantes e chegámos a Albergaria a Velha . Deparámos com uma terra bonita e bem cuidada, e que se nota que está há muito tempo envolvida neste processo de peregrinações. Neste 3.º dia, provavelmente por ser domingo, havia mais cafés, comércio e restaurantes fechados. 
    Fiquei com pena por termos de sair  da Estrada Real, porque a ponte caiu (via-se a plataforma da ponte sem uma parte do meio). Gostaria que fizessem uma ponte pedonal para evitar fazer a IC2, pois foi o troço de caminho mais desnecessário. É caminhar numa estrada só com carros e camiões e apanhar com todo aquele fumo. O CS feito até aí, teve pouco desto "modo fumo". 
    Chegámos a Albergaria a Nova pelas 16h e demos por terminada esta primeira etapa. Curiosamente, ao fim deste terceiro dia, senti que havia menos dores. Parece que o corpo se começava a habituar. Apesar de tudo, foi um dia com menos conversa e mais introespetivo.

Fim da 1.ª fase:

Encontramos poucos peregrinos pelo Caminho. Alguns iam para Fátima, outros para Santiago. A maior parte estava a fazer os caminhos de bicicleta. O calor talvez o justifique. Todos se cumprimentam e surge uma ou outra conversa com os peregrinos.
    As pessoas pelo CS são prestáveis e ajudam como sabem e podem, dando conselhos ou sugestões, ou simplesmente desejando Bom Caminho.
    Gostaria que os CS tivessem menos eucaliptos. Quando falamos em Mata, Floresta ou Bosque, estamos a falar de áreas enormes cheias de eucaliptos. Vêm-se poucas árvores de outras espécies. E se fizermos a experiência de descansarmos à sombra de um eucalipto ou à sombra de um carvalho, a sombra do carvalho é mais fresca e à sua volta o ecossistema tem mais vida. O eucalipto seca os terrenos à sua volta e não se vê vida.
    Nos dias seguintes a esta etapa, em estrada, apercebi-me de muitos peregrinos na sua jornada para Fátima, no IC2. Não sabem o que perdem por irem no asfalto e não usufruirem do que proporciona o Caminho feito por estradas secundárias e pelos bosques. 
    Já estamos a preparar com entusiasmo a próxima fase, embora ainda não haja datas marcadas.

Até lá, Bom Caminho!

Yoga

Retirada do Evento "Yoga ao Ar Livre"
O Yoga e os conceitos que o rodeiam é muito atrativo. Eu não sei o que é o Yoga, apesar de o ligar sempre a desenvolvimento físico e mental e, ao mesmo tempo, a uma filosofia associada à paz e harmonia no mundo. Esta minha perceção do Yoga sempre me fez ter uma imagem muito positiva do Yoga e dos seus praticantes.

Passou pela minha vida de forma pontual, mas sempre que passou, criou momentos bastante positivos e saí dessas poucas sessões com uma sensação de bem-estar e alegria. A primeira vez, foi num evento "Equilibra-te", organizado pela CADES e realizado no Grande Hotel do Luso. O segundo contacto, foi num retiro de Eneagrama, em que criamos o hábito de ir correr antes da ordem de trabalhos e o momento de relaxamento era proporcionado com a "Saudação ao Sol", momento gentil e magistralmente dinamizado pela Olga Moura.

Apesar destes momentos tão bons, tão significativos e impactantes , nunca tinha encarado a possibilidade de frequentar o Yoga de uma forma mais regular. Apesar de tudo, parecia-me que não era o desporto que me iria permitir combater a vida frenética a que o dia a dia conduz. Queria grande consumo de calorias, algo altamente dinâmico e frenético, tal como os dias passantes. Só assim, me sentiria bem e pronto para encarar a vida.

Este mês de Agosto, tive vários encontros que me fizeram repensar e querer perceber se o Yoga tem uma contribuição efetiva para uma vida mais equilibrada.

Encontrei-me com um grande amigo de infância, que tem feito coisas extraordinárias na sua vida. De tempos a tempos temos a oportunidade de nos encontrar e as nossas conversas permitem-me momentos  de aprendizagem extraordinários, pela beleza do ser humano que está à minha frente e pela sua forma de encarar a vida. Sempre foi desportista, em desportos com alguma dureza, e hoje, continua a praticar 2 desportos e acrescentou o Yoga. A surpresa foi saber que aquele desporto de que mais dificilmente abdicaria, seria o Yoga. Houve ainda o encontro com outra pessoa para conversar sobre o Eneagrama. Essa pessoa é praticante regular de Yoga e senti uma empatia enorme por si, pela sua abordagem à vida e às pessoas. Acabamos por dividir o tema de conversa entre o Eneagrama e o Yoga com toda a filosofia subjacente e com indicações sobre origens que se cruzaram. Saí da conversa fascinado e com maior vontade de conhecer e experimentar de forma mais consciente. Curiosamente, já tinha manifestado a vontade de estar no evento "Yoga ao Ar Livre" proporcionado pela maravilhosa Luiza da Costa Farias, que pouco ou nada me conhece e se manifestou de imediato disponível para todas as informações necessárias e para conduzir com calma a atividade de um "iniciado com a flexibilidade de tesoura com ferrugem em várias camadas". Pelo meio, ainda tive a oportunidade de falar com 2 amigos (a Sónia Nabais e o Paulo Nabais) sobre temas relacionados com o Yoga e as atividades que a Living Place está a iniciar nesta área (já as teve em anos anteriores).  Inscrevi-me no "Yoga ao Ar Livre", no Parque das Histórias, em Anadia e tive a boa notícia de que um grande amigo, o Miguel Midões, praticante regular de yoga e um exemplo sobre como conduzir a vida, também estaria presente. Claro que marcamos café antes do Yoga e pusemos uma ínfima parte da conversa em dia (ainda temos muito que conversar), e revi com muita satisfação a Cristiana. O momento pré-Yoga, com o Miguel e com a Cristiana, foi muito bom e estavam criadas as condições para mais um momento de Yoga sublime. E foi... A Luiza conduziu a sessão com muita mestria e no fim, havia uma satisfação generalizada. Eu descobri pelo menos 2 novos músculos, que durante o dia seguinte fizeram questão de me recordar frequentemente da sua existência e até agora, dois dias depois, ainda sinto e efeito positivo da sessão.

Assim, a resolução de Verão para o novo ano letivo/trabalho é encontrar tempo dentro de uma agenda super-hiper preenchida e muitas vezes caótica para momentos regulares de Yoga... Seja em sessões guiadas por algum especialista na área, seja em casa, sendo autodidata.

Se o Yoga passou algumas vezes na minha vida de forma leve e passageira, suspeito que desta vez veio para ficar.

Até breve. Vida Longa e Próspera!

Os bons exemplos no desporto: Mais uma lição do rugby

Resultado de imagem para rugby agronomia direito
Público: Luís Cabelo


O futebol é rei em Portugal. A maioria das pessoas vê, joga e vibra com o futebol. Eu estou nessa larga maioria, e acrescento o basquetebol. Agora, estou com vontade de ver o mundial na Rússia. Depois de semanas em que o futebol tem sido pancadaria, jogos de poder ao estilo das melhores novelas, corrupção e passividade, ver o jogo da seleção Portuguesa com a Belga foi um bálsamo, um renascer da esperança de que o futebol é essencialmente um jogo dentro de campo. Admito que esteja a ser utópico.

É por gostar de futebol que sinto que há muito a aprender com outras modalidades. O rugby é das modalidades que nos vai dando maiores lições. Ainda estamos a aprender  como utilizar as novas tecnologias durante um jogo de futebol e estou convencido que tem sido um processo positivo. Evitaram-se vários erros, embora ainda haja um caminho longo a percorrer. Temos que parar com os programas de futebol com pessoas que nunca estiveram ligadas ao futebol e vão apenas apresentar versões cegas e incendiárias sobre os jogos e respetivos acontecimentos e casos. Temos que aprender com o rugby a aplicar sem receio as sanções previstas e adequadas aos acontecimentos. De forma rápida. Isso leva-nos ao tema central deste texto. Os órgãos disciplinares do Rugby, depois de cenas de pancadaria de meia-noite entre jogadores e adeptos dos clubes Agronomia e Direito, num jogo em abril, veio neste início de junho sancionar dois dos maiores clubes portugueses de rugby a descer para a última divisão do rugby, com efeitos imediatos. Nada melhor do que ler o seguinte texto publicado originalmente no jornal Público:


Direcção da FPR confirma despromoção de Agronomia e Direito

Os dois clubes de râguebi foram sancionados com “falta de comparência não justificada” após os incidentes na meia-final do campeonato, o que determina a descida ao terceiro escalão. Título deverá ser atribuído ao Belenenses.





Depois de o Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Rugby (FPR) ter anunciado há uma semana que Agronomia e Direito são responsáveis “pela interrupção definitiva por incapacidade de manutenção da ordem no recinto de jogo” da meia-final do Campeonato Nacional 1 (CN1), partida que ficou marcada por incidentes dentro e fora do relvado, a direcção da FPR comunicou nesta sexta-feira que acata a recomendação, sendo por isso aplicada “falta de comparência não justificada” às duas equipas de Lisboa. Com esta decisão, dois dos principais clubes portugueses são sancionados com a “imediata exclusão de todas as competições seniores” e “despromoção ao último escalão competitivo sénior”, sendo que o título de campeão deverá ser atribuído ao Belenenses.

A decisão foi tomada por unanimidade e resulta numa medida pouco comum no desporto português. Depois de no final de Abril se terem registado incidentes durante a partida da meia-final do campeonato entre Agronomia e Direito, a direcção da FPR apresentou uma participação disciplinar ao CD para que fossem “apurados os factos com relevância disciplinar e regulamentar, e deles extraídas as competentes consequências”, tendo ainda apresentado às “autoridades policiais queixa-crime contra incertos, no sentido de se responsabilizar criminalmente os responsáveis pelas cenas absolutamente lamentáveis e degradantes que se verificaram nas bancadas”.

Segundo um comunicado divulgado pela direcção da FPR, perante os factos apurados pelo órgão disciplinar federativo, que remeteu a decisão da aplicação de faltas de comparência a Agronomia e a Direito, e sua respectiva qualificação para a direcção da FPR, esta decidiu aceitar a conclusão do CD. “Apreciada toda a prova produzida, incluindo o relatório do árbitro, os esclarecimentos posteriormente solicitados pelo CD e prestados pelo árbitro, os depoimentos das testemunhas apresentadas e a análise das imagens vídeo, o CD determinou que ficou estabelecido e demonstrado” que “o jogo não chegou ao fim” e que “a interrupção definitiva determinada pelo árbitro foi da responsabilidade dos jogadores de ambas as equipas, os quais se envolveram em confrontos físicos”.

“Em conformidade, em reunião iniciada em 29 de Maio e concluída em 31 de Maio de 2018, decidiu a Direcção da FPR aceitar a conclusão do CD segundo a qual, em face dos factos apurados e para efeitos da aplicação das normas constantes do artigo 38.º, n.º 1, f) e n.º 3 do Regulamento Geral de Competições (RGC), a AIES Agronomia e o Grupo Desportivo de Direito são responsáveis pela interrupção definitiva por incapacidade de manutenção da ordem no recinto de jogo. Dessa forma, e em estrito cumprimento do disposto nas referidas normas, a Direcção da FPR aplica falta de comparência não justificada às duas referidas equipas”, pode ler-se no comunicado.

Como consequência desta decisão, a FPR refere que “é averbada derrota” a Agronomia e a Direito no jogo das meias-finais, “com o consequente cancelamento definitivo da final” do campeonato. Segundo os regulamentos, com a aplicação de falta de comparência não justificada às duas equipas, “agrónomos” e “advogados” terão que competir na próxima época no terceiro escalão do râguebi português.

O PÚBLICO conseguiu apurar que os dois vão recorrer da decisão da direcção da FPR, alegando irregularidades processuais no processo conduzido pelo CD.No entanto, a FPR esclarece que alterou recentemente o regulamento que previa que após a aplicação desta sanção, os clubes ficariam impossibilitados de serem promovidos “nos cinco anos seguintes à época desportiva em que se verificou a desclassificação”, pelo que na próxima temporada Agronomia e Direito, se vencerem o campeonato da terceira divisão, podem ser promovidos ao segundo escalão.


Comunicado da direcção da FPR:
“Em face dos acontecimentos registados no passado dia 28 de abril de 2018, por ocasião do jogo que opôs AEIS Agronomia a GD Direito, a contar para as meias-finais do CN1, a Direção da Federação Portuguesa de Rugby (FPR) fez, entre outras diligências, uma participação disciplinar ao Conselho de Disciplina (CD) da FPR, para que fossem apurados os factos com relevância disciplinar e regulamentar, e deles extraídas as competentes consequências. Em particular, solicitou a Direção da FPR que se apurassem as circunstâncias em que o referido jogo terminou. Em conformidade, o CD promoveu o correspondente processo de inquérito, tendo AEIS Agronomia e GD Direito apresentado as suas defesas. De igual forma, foram ouvidas 4 testemunhas, indicadas pelas duas equipas.

Apreciada toda a prova produzida, incluindo o relatório do árbitro, os esclarecimentos posteriormente solicitados pelo CD e prestados pelo árbitro, os depoimentos das testemunhas apresentadas e a análise das imagens vídeo, o CD determinou que ficou estabelecido e demonstrado que:
(i)           o jogo não chegou ao fim; e
(ii)          a interrupção definitiva determinada pelo árbitro foi da responsabilidade dos jogadores de ambas as equipas, os quais se envolveram em confrontos físicos.
O CD remeteu o processo para decisão da Direcção da FPR, nos termos do Artigo 30.º do RGC.
Em conformidade, em reunião iniciada em 29 de Maio e concluída em 31 de Maio de 2018, decidiu a Direção da FPR aceitar a conclusão do CD segundo a qual, em face dos factos apurados e para efeitos da aplicação das normas constantes do artigo 38.º, n.º 1, f) e n.º 3 do Regulamento Geral de Competições (RGC), a AIES Agronomia e o Grupo Desportivo de Direito são responsáveis pela interrupção definitiva por incapacidade de manutenção da ordem no recinto de jogo. Dessa forma, e em estrito cumprimento do disposto nas referidas normas, a Direção da FPR aplica falta de comparência não justificada às duas referidas equipas.
Consequentemente, é averbada derrota a AEIS Agronomia e GD Direito no jogo do passado dia 28 de abril de 2018, a contar para as meias-finais do CN1, com o consequente cancelamento definitivo da Final do CN1.
Cumulativamente, nos termos do Artigo 41.º, n.º 2 do RGC, AEIS Agronomia e GD Direito são desclassificadas do CN1 2017/18 e, consequentemente, são as duas equipas despromovidas ao último escalão competitivo sénior em 2018/19, também nos termos do RGC.
A Direcção da FPR esclarece que a decisão reporta-se, em exclusivo, aos factos verificados dentro do terreno de jogo e durante o tempo de jogo, os quais têm enquadramento regulamentar. A Direcção da FPR gostaria de sublinhar que a aplicação do disposto na Lei n.º 39/2009 de 30 de Julho, que estabelece o regime jurídico do combate à violência, ao racismo, à xenofobia e à intolerância nos espectáculos desportivos, nomeadamente no que respeita a participação em rixa, ofensas à integridade física ou acesso por membros não autorizados a zona restrita, é matéria da competência dos tribunais, sendo que a instrução dos processos de contra-ordenação previstos na referida Lei compete ao IPDJ.”

Hoje a minha preferida é... Amor Electro * Juntos Somos Mais Fortes...

Neste momento só me lembro de uma canção...


É o amor, correndo o mundo todo, em busca do calor
A noite espera pela hora do nosso esplendor
A luz acesa preparada para os dias de afeição
A mesa posta, a alma aberta
A chamar a multidão, a família em união

Juntos, somos mais fortes
Seremos o céu que abraça o mundo
Juntos, seremos a voz que acende o amor... o amor

Juntos, somos mais fortes
Seremos o céu que abraça o mundo
Juntos, seremos a voz que acende o amor... o amor

Paulo Gonçalves * Dakar: A Atitude de um herói




Há momentos que devem ser gravados em pedra. Há atitudes que queremos que fiquem registadas e devem ser recordadas com frequência para que os valores importantes possam estar presentes na nossa vida.

A Atitude de Paulo Gonçalves, que parou para apoiar Walkner, o 3.º classificado do Rally Dakar 2016 prova e competidor direto, deve ser registada e espalhada a mensagem. É fácil falar de carácter e de atitudes, no entanto, vê-se quem realmente a tem, nos momentos difíceis.

Havia, com certeza, várias situações que podiam ser postas em causa com esta sua atuação: a vitória na prova, a sua relação com a marca que representa, com os patrocinadores são, à primeira vista os mais relevantes.

Felizmente, a solidariedade falou mais alto, e pudemos todos testemunhar um momento de grande desportivismo, de elevada dignidade humana.

Felizmente, a organização não contabilizou o tempo que esteve parado a dar apoio e ajudar o seu companheiro de prova, o que permitiu valorizar um ato que deve ser dos mais importantes no "espírito desportista".

Paulo Gonçalves diz que não é um herói. Se não o é, é pelo menos um exemplo a ter em consideração para aqueles valores que deveriam estar à frente na hierarquia.

<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/O0Xf7RiKpx0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>


DN
TSF

Corridas, escadas e ordenamento do território

Fonte: www.skyscrapercity.com
Depois das injuriosas indiretas sobre o tamanho da minha barriga, que podem comprovar em Barriguinha de Cerveja optei por seguir as dicas mais simples que lá são referenciadas e que permitissem provar que estou em grande forma:
* Reduzir a ingestão de cervejas, e
* Correr de forma moderada, 15 minutos por dia.

Cerveja, não bebo praticamente. Correr, já comecei. às 6h30 da matina para começar bem o dia.

Comecei a correr e aqui começam as surpresas:
Quando saímos da cidade e voltámos de férias, há sempre mudanças ocorridas durante o verão. Passadeiras alteradas, sentidos de trânsito diferentes, novos semáforos, o normal.

No entanto, desde que comecei a correr, verifiquei que estes tipos do ordenamento do território, foram mais longe: aumentaram substancialmente a distância das subidas e reduziram a distância das descidas. Agora, por cada subida de 500m, há uma descida de menos de 50m. Não sei como o fizeram, mas estas novas tecnologias e a realidade virtual parece permitir coisas do arco da velha. Tenho a certeza que eles pertencem a uma instituição secreta qualquer. Tipo PERU (Planeamento Excelentíssimo da Região e do Urbanismo).

Mais ainda, os degraus até minha casa, que têm sido em valor constante e perfeitamente definido (86 degraus sempre que subo aquelas escadas) hoje de manhã, foram aumentados em 16... Havia 102 degraus subidos com estas pernas... 51 cada perna!! Isto já deve ser obra do condomínio. Deve ser um departamento do PERU.

Vou continuar a correr, mas vou estar atento ao PERU, a estas novas tecnologias e às mudanças que conseguem fazer neste mundo, sem que o mais normal dos cidadãos se aperceba.

Provavelmente o Neo, o Morpheus a Trinity e o agente Smith andam por aí!

Provavelmente o Matrix é real!! Assim como o PERU!

Barriguinha de Cerveja...


Quando toda a gente te diz que estás com barriguinha, isso é... cerveja?

Provavelmente! Cerveja e amendoins ou alcagoitas. E outras coisas a somar.

A injusta afirmação por várias pessoas próximas e os maliciosos olhares de pessoas menos próximas, mas que não conseguem evitar o espanto, resolvi ver o que se passa, de facto, com a cerveja.

Algumas verdades, segundo Cerveja: Mitos e verdades
* A cerveja não deve ser servida muito gelada!
* A cerveja não dá barriga. Os alimentos que, normalmente a acompanham, dão!
* A cerveja é uma bebida de baixo valor calórico!

Tudo isto me deixa descansado, mas a barriguinha de cerveja é de difícil eliminação.

Já o artigo: Como Perder Barriga de Cerveja, diz-nos que a cerveja é um problema. Mas com solução simples:
* Reduzir a ingestão de cervejas, e
* Correr, de forma moderada, 15 minutos por dia.

Já se começam a ver alguns resultados ao fim de 4 dias de atividade, o que dá uma motivação acrescida.
Os objetivos estão definidos! O padrão está definido e afixado na cozinha, para emagrecer pelo exercício e pela boca:




João Oliveira | ultramaratona Milão-San Remo



É sempre impressionante saber que alguém conseguiu chegar ao fim de uma maratona!

É ainda mais impressionante saber que há quem corra, e termine, ultramaratona!

Desta vez, foi João Oliveira a vencer a ultramaratona 
Milan * San Remo, com 280km de extensão 

E ainda estabeleceu novo record da prova (280km em 30:14)! G'anda Malha!!!




Bola de Cristal...

Uma amiga disse-me:

"Vi a bola de cristal do meu futuro quarto... e saiu isto..."

Muitas Felicidades... 

Tarefa difícil, mas deve ser aliciante!

Como correr 40 minutos? My way!


No post http://meababel.blogspot.pt/2014/08/como-correr-40-minutos.html, estão definidos os fundamentos para começar a correr e a ligação para um programa especifico e gradual que me vai ajudar a atingir os 40 minutos, objetivo impossível há 1 mês atrás, segundo as minhas crenças mais profundas.

O diagnóstico:
O processo começou com um teste à capacidade do momento. Devia correr até aguentar e, mediante o n.º de minutos que aguentasse a correr, entrava em determinado patamar. Um diagnóstico simples. Apesar da sua simplicidade, entrei a errar desde o primeiro momento. Sabia  o quão importante é o aquecimento. Não só pela leitura do programa, mas pela prática de outros desportos praticados há tanto tempo que me esqueci de valorizar o dito aquecimento. Quando apareceu um amigo a correr e me convidou para ir andando com ele, o aquecimento foi-se. Foi a primeira e a última vez que tal aconteceu. Não sei se teve influência no meu desempenho ou não, assim como o facto de ir acompanhado teve também, provavelmente, influência.

O resultado foi 6 minutos até os bofes sairem boca fora! Conclusão comecei no equivalente à terceira semana do teste.

A corrida:
O processo é simples: um bom aquecimento (não esquecer) e séries de 3 minutos de corrida intervaladas com 3 minutos de marcha! Confesso que neste primeiro dia, fiquei com as pernas a doer ao fim de 10 minutos. Curiosamente, ou não, ao terceiro dia as pernas começaram a ir abaixo aos 20 minutos. Foi interessante ver a evolução e sentir que poderá acontecer!

O 4.º dia, cuja série era igual ao 3.º dia, foi bem complicado. Uma saída até terras do Planalto Mirandês, e o usufruto da hospitalidade e gastronomia da zona, fez com que o peso aumentasse significativamente. Essa, foi uma corrida que, apesar de chegar até ao fim, resolvi repetir para me sentir mais confortável e sólido na evolução!

O dia que me custou mesmo, foi no dia seguinte a ter saído com um amigo para uma mariscada, regada com litradas de cerveja e com cerca de 5 horas dormidas. Poder-se-ia tirar daqui a conclusão óbvia de que o marisco faz mal às pernas.

Nos últimos dias, tem sido mais difícil fazer a primeira série, as pernas parece que doem muito mais, do que as séries seguintes.

No dia a seguir ao Equilibra-te, organizado pela Associação CADES, com várias modalidades desde a dança, ao treino de Fitness de alta intensidade, foi a caminhada do Night Runners da Mealhada, o que dá sempre para relaxar entre corridas. Na terça, 11.º dia de programa, a primeira série parecia que não terminava. 7,5 minutos dolorosos e que custaram. Curiosamente, no final parecia que estava em condições de fazer mais uma ou duas voltas. Sempre a um ritmo lento, análogo ao Adagio na música!

My way:
Confesso que o que mais me tem custado neste processo gradual, é recusar alguns convites para correr! Gente boa e que ajuda a motivação do processo, e que o torna mais fácil, quer correr comigo, o que é uma honra enorme. Eu também quero correr com toda essa gente boa, mas quando tiver pedalada para acompanhar minimamente esta gente solidária e que gosta de ajudar! É que correr acompanhado parece-me ser muito mais divertido do que correr sozinho. No entanto, o caminho tem as suas etapas específicas e sem estes passos, dificilmente poderia correr sozinho ou acompanhado. E tem sido uma aprendizagem importante saber dizer não. Todos ficamos mais satisfeitos com o resultado do não, mesmo que disso não tenhamos consciência.

Claro que gostava de estalar os dedos e de estar em forma para fazer 1 hora de corrida a ritmo Vivace, mas não é assim que as coisas se passam. Tenho que passar pelo processo até ficar apto. Eu estou a passar pelo processo by the book, para assegurar que consigo lá chegar. Nessa altura, serei eu a convidar-vos para corrermos juntos e podermos usufruir de saúde mais robusta e relações mais sólidas por via do desporto.

Até breve, numa corrida de 40 minutos!!!

Como correr 40 minutos?



Definir Objetivos

Há objetivos que ficam sempre relegados para segundo plano, pela aceleração constante presente no dia a dia. No meu caso, sempre quis praticar desporto com regularidade e aprender a tocar guitarra/viola.

Decidir
A decisão nem sempre é fácil, mas o contexto ajuda-nos sempre a tomar as decisões. Nesta fase da vida, a decisão foi começar algum desporto. A guitarra/viola fica para daqui a uns tempos, quando o desporto estiver bem consolidado nos meus hábitos diários. Serei um Carlos Paredes tipo Saramago, com um começo tardio na arte!

Escolher
Passei à fase de escolha dos desportos. Nada fácil... Karate, basquet, natação, futebol, ténis, BTT, golfe... Tive até umas lições de golfe que indiciavam algum jeito (para quem quer brincadeira, não para profissionais).

No entanto, qualquer um deles implicava:
* agenda do próprio desporto (incompatível com a minha profissão e a regularidade de horários que não tenho);
* mais tempo do que eu tenho (soa a desculpa), mas mais do que uma hora por dia torna-se, muitas vezes incomportável;
* compromisso com outras pessoas, em que, mais uma vez, os meus afazeres fariam com que nem sempre fosse possível cumprir.

O desafio estava a ser grande, associado a uma motivação que ainda não estava nos níveis mais elevados. A corrida, nunca esteve em cima da mesa, pois era desporto que pura e simplesmente era carta fora do baralho.

O contexto:
No entanto, quando recentemente o Tiago, num almoço, me disse que agora corria à hora de almoço e me desafiou a correr com ele, a resposta imediata foi "Nem pensar! Correr não é comigo! Essas experiências foram só no Liceu e nunca gostei muito." Mas fiquei a matutar nas minhas palavras, nas do Tiago e nas do Victor, um apaixonado pela corrida e de quem fiquei ao lado há uns meses na comemoração do aniversário do Coimbra Toastmasters Club.

Por coincidência ou não, fui a uma Night Runners na Mealhada que fez com que pensasse que este seria um desporto a ter em consideração. A Marta, a Janine, o Luis Carlos, o Amorim, o Miguel, foram pessoas que, de alguma forma, foram importantes nas primeiras corridas que fiz e que me mostraram que é possível correr, mesmo que disso não tenham consciência. Tive ainda a sorte de dar uma formação na Figueira da Foz, em que vários dos formandos eram praticantes ativos de desporto (diverso) e que deram dicas e mais motivação para continuar. Outra motivação relevante é o preço!! Nesta fase da minha vida é fundamental! Não tenho dinheiro nem para mandar cantar um cego, quanto mais para ir para um ginásio ou para um Health Club! Também queria massagens e serviço de quarto, mas para já, a corrida no exterior é uma boa opção!!

Começar
A questão principal passa por saber como começar a correr. Ver aquele pessoal que corre kms a fio com uma cadência de tapete industrial sem paragens é engraçado, mas desmotivante. É importante ter a consciência que uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. E esse pessoal, é outra coisa.

Há que saber bem quais são as nossas motivações para correr: fatores como saúde, peso, social, bem estar emocional ou psíquico, fatores morenas ou loiras, ou desafio pessoal. Normalmente há um conjunto de fatores, sendo que um deles provoca o click e contraria a inércia do sofá. 

O cuidado a ter nesta fase passa muito por saber dizer "NÃO"! É uma tentação enorme quando os amigos/as nos desafiam para correr. É uma honra, mas acarreta um risco grande: abandonar precocemente a corrida. Eu também queria começar a correr a curto prazo imenso, rápido e acompanhar todo e qualquer ser que corra no espaço em que normalmente corro.Sonho ser o Usain Bolt a fazer uma maratona com a velocidade constante que consegue nos 100 metros. Já me avisaram que será difícil! 

Custa dizer que não a pessoas que nos desafiam com a melhor das intenções, com um intuito claro de ajudar, mas há um caminho a percorrer antes de eu poder aceitar esses desafios. Primeiro, há que saber gatinhar para depois conseguir andar. É que eu corria 2 minutos e ficava a bufar como se fumasse 4 maços de tabaco por dia e tivesse 120kg em cada perna! Hoje, já consegui correr 4 séries de 6 minutos, intercaladas com marcha de 2 minutos. Impensável há duas semanas atrás! Já dá direito a marisco e umas cervejas! Brincando, né?

O que fazer?

O que fiz, foi procurar um programa que me ensinasse a correr e a melhorar gradualmente as minhas capacidades, sem exagerar no esforço a realizar e sem sentir que cada treino tinha sido atropelado por uma manada de elefantes em fuga. Tinha que ter algo que exigisse esforço e, simultaneamente, permitisse que no dia seguinte pudesse ir para o campo de treinos sem ir a rastejar. 

Fui à procura de um programa que me parecesse interessante e adequado à minha lenta evolução e encontrei uma página que me pareceu adequada: corre 40 minutos. Correr 40 minutos é um desafio enorme para mim, mas as metas intermédias colocadas no programa fizeram com que eu, à partida, pensasse ser possível.

Nesta fase, há que definir pequenas metas e festejar as vitórias que se vão tendo. Tenho feito o programa de forma sequencial e sem saltar etapas e a noção de que correr 40 minutos é uma questão de tempo. Qualquer pessoa, desde que minimamente saudável, é capaz. Haja vontade.

Proximamente, ficarei aqui com o relato dos primeiros dias de corrida, que é um processo de treino e aprendizagem semelhante a tantas outras atividades. Desde outros desportos, como aprender a trabalhar com máquinas, como aprender a operar, como aprender uma língua, a cantar ou a tocar um instrumento musical! O princípio base é o mesmo e está relacionado com um número mágico, e com o treino dedicado à causa "em causa"!

Estou a aprender bastante com este processo, incluindo a importância da paciência. Os brasileiros dizem que "apressado come crú", e neste caso da corrida, é importante para mim a "slow evolution". Consistente, mas tranquila!

Falarei proximamente no processo de teste à nossa capacidade de corrida, o qual iniciei com um rotundo erro...

Diálogos Épicos


Há diálogos que se tornam épicos! Tornam-se indispensáveis e tornam as partes do diálogo maiores do que cada um individualmente. É um dos casos em que o todo é maior do que a soma das partes. Todos ganham com os diálogos, normalmente não muito cordiais e com jogo psicológico e fortes ironias de pelo menos uma das partes. Já falámos por aqui de alguns destes diálogos. Alguns dos mais famosos são os célebres e saudosos Mourinho+Ronaldo+Real Madrid x Guardiola+Messi+Barcelona, como podemos recordar em http://meababel.blogspot.pt/2010/12/5-na-pa.html ou em http://meababel.blogspot.pt/2012/02/como-admirar-o-barcelona-e-o-mourinho.html. Quem não gostava de assistir aos diálogos pré e pós jogos entre rivais desta envergadura? 

Também os diálogos entre a Pepsi e a Coca-Cola são frequentes e majestosos. Exemplos? Aqui está um: http://meababel.blogspot.pt/2011/02/coca-cola-vs-pepsi.html

Outro exemplo de que já demos conta foi um diálogo entre empregado que se despede de forma original e a resposta do seu empregador: http://idibabel.blogspot.pt/2013/10/carta-de-despedimento-original.html

Surgiu recentemente outro diálogo interessante e que rapidamente se tornou em triálogo  com um tuga anónimo?, o Salgueiro, que se intrometeu no diálogo entre o Van Damme e o Chuck Norris e que dá corpo ao lema mais com menos:



Mas voltando ao início deste diálogo, Van damme começou com um épico momento para retratar a estabilidade dos camiões Volvo:


Chuck Norris respondeu:




No final, o supracitado Salgueira dá uma resposta igualmente difícil, que teve o mérito de transformar o diálogo em triálogo e que dá um interesse acrescido à questão, principalmente pela dificuldade em estabilizar carrinhos de super-mercado!


Podíamos continuar com diversos diálogos épicos, mas encerramos com mais um a envolver carros e animais, nomeadamente a Mercedes e a Jaguar, com galinhas e outros felinos! 

A Mercedes fala do seu Magic Body Control:


A Jaguar responde com cat-like reflexes:


Diálogos entre mestres! Não é divinal?


João Sousa ganha torneio de Kuala Lumpur


"Um feito nunca antes feito" no ATP Tour por um Português! Nos últimos torneios alguns/mas tenistas portugueses/as já têm ultrapassado algumas etapas relevantes, chegando a eliminatórias a que não era habitual chegar, há poucos anos atrás. 
Verifica-se que existe alguma tendência de melhoria no ténis dos portugueses. Creio porém, que poucos acreditariam que uma vitória portuguesa num torneio desta dimensão fosse possível, pelo menos até ter eliminado David Ferrer, o 4.º classificado no ranking ATP.

Que este seja um desempenho a manter para o futuro, e que possa ser mais um exemplo do "American Dream", cumprido em Portugal!



Rui Costa conquista Florença e é o campeão do mundo de ciclismo

Estamos tão habituados a viver de memórias e de recordações que, por vezes, nos esquecemos de olhar adequadamente para o presente e para o futuro. O Joaquim Agostinho é um nome importante no meio ciclista português, mas apenas enquanto servir de exemplo para outros saberem que é possível conquistar grandes vitórias. Já me aconteceu não dar o destaque ao Rui Costa, o ciclista, como aconteceu neste caso, mas o seu elevado desempenho de cariz contínuo no tempo, reforça a sua importância e a admiração que merece, independentemente de ser chamada de primeira página ou não. O trabalho é reconhecido, mais cedo ou mais tarde. Também ao nível da importância dada pelos jornais desportivos, houve alterações.  Se bem me lembro, pela primeira vez os 3 jornais desportivos chamam à primeira página, como notícia principal, outras modalidades ciclismo - Rui Costa e ténis - João Sousa. Que seja um processo de aprendizagem para os jornais e que motivem vários a atingir resultados de excelência. Não só no futebol, não só no desporto, mas de forma abrangente. Mais uma vez, o "American Dream" conquistado por portugueses.

Fica a imagem dos últimos metros da prova do Rui Costa em:
http://www.record.xl.pt/multimedia/videos/interior.aspx?content_id=846609

Canoagem Portuguesa: Campeões do Mundo


A canoagem Portuguesa alcançou um feito histórico, na Alemanha, ao ganhar a primeira medalha de ouro em campeonatos do mundo. Autores da proeza: Emanuel Silva e João Ribeiro, em K2 500 metros. Emanuel Silva e João Ribeiro sagram-se campeões

Se conseguirmos ser um pouco menos "índios" na preparação das competições, pode ser que outros atletas como Fernando Pimenta ou Teresa Portela, valores  e outros que começam a surgir possam ajudar a comitiva a obter mais resultados de excelência. 

Surf: McNamara bate McNamara na Nazaré


Em Novembro de 2011, McNamara surfou a maior onda alguma vez registada, como se pode ver nos posts seguintes: Surf em boa onda gigante e onda do canhão da Nazaré no Guiness.

Em Janeiro de 2013, Mc Namara bateu McNamara. Depois de já se ter casado na Nazaré, ficando o seu nome ligado para sempre à Nazaré, mas numa perspetiva mais familiar, tornou essa ligação pública, para que não houvesse dúvidas que o seu nome ficará para sempre ligado à Nazaré. Depois do feito de 2011, veio agora confirmar e reforçar a sua ligação, batendo novo record, agora com uma onda 3m superior à surfada nessa data.

Portugal tem tido uma estratégia de marketing com o objetivo de se promover como destino de surf de grande qualidade, como se pode ver em  surf numa boa onda, marketing em ação, mas segundo o jornal público, esta ação está integrada n'"o projecto ZON North Canyon, protagonizado pelo surfista havaiano e que tem por objectivo promover internacionalmente a Nazaré como “destino de referência para a prática de desportos de ondas grandes”.", que aliado à abertura de vários telejornais, entre os quais o mediático telejornal da CNN, como se pode ver abaixo, e em jornais de referência como o The Times, como demonstra a imagem superior do post, fez muito mais pelo surf português e pelas suas praias, do que as melhores campanhas de marketing.



Bem haja McNamara, pelo teu contributo para o Turismo de Portugal.

Briosa fez história!


Gostava que vencer o Atlético de Madrid não fosse motivo para a Briosa fazer história.
Mas é!
Assim sendo, há que comemorar mais uma página brilhante na história da Académica.
Que tenha continuidade nos próximos jogos.

A diferença descomunal "a priori" entre os dois clubes, antevia vida dificil para a Académica. E foi. No entanto...:

"Há uma força motriz mais poderosa que o vapor, a eletricidade e a energia atômica: a vontade." (Albert Einstein)

A força não provém da capacidade física e sim de uma vontade indomável.
(Mahatma Gandhi)


"A diferença entre o possível e o impossível está na vontade humana."
(Autor desconhecido)


Desta forma, com vontade, com uma vontade indomável, com uma vontade humana, se fez história.

Londres 2012: Jogos Olímpicos

A ida a banhos deste ano coincidiu com as olimpíadas. Previam-se uns dias de tranquila coexistência entre o mar, a areia e o sofá. Apenas fatores de tenra idade e grande determinação impediram que tal acontecesse. O sofá não teve o merecido prémio de suportar um misto de emoções e sonolência próprias da época e do evento. Ainda assim, deu para ir vendo algumas provas complementadas com o serviço gratuito de informação olímpica sobre os atletas portugueses proporcionado pela TMN. E ainda vibramos antes da ida para a praia com a medalha de  prata quase a saber a ouro.

A cerimónia de abertura:

As expetativas sobre a cerimónia de abertura eram baixas. A contenção nos custos tão anunciada e a grandiosidade de Pequim faziam prever um início mais modesto. Mas gostei. Foi magnifico ver uma parte da nossa história ali apresentada. Talvez por ser um espetáculo rápido em que conseguiram mostrar a história da Inglaterra, mas também a história de toda a europa que foi claramente influenciada por momentos passados nas ilhas britânicas. Diria eu, sem conhecimentos de história que validem cientificamente a afirmação, de todo o ocidente e de grande parte do oriente. Bonito.

O quadro de medalhas e o quadro português

O quadro de medalhas português é próximo do que se estava à espera. Mais medalha, menos medalha, tenho dificuldade em acreditar que alguém estivesse à espera de muito melhor. Claro que na análise do treinador de bancada, como eu próprio, queria mais, muito mais. Mas a análise relevante deverá ser feita pelos técnicos, atletas e dirigentes, no que respeita ao cumprimento dos objetivos a que se propuseram. Sem demagogia e com dados objetivos, é importante que analisem se cumpriram ou não. Só assim, as entidades oficiais poderão classificar a participação como positiva ou negativa. Claro que no medalhometro olímpico, ficar no 69.º lugar não parece tão bom assim.
Quanto ao medalhómetro global, a Grã-Bretanha estar no 3.º lugar é para mim uma surpresa. Claro que houve preparação e investimento reforçado para brilhar em terra de sua majestade, mas não deixa de ser surpresa.
A maior surpresa é ter a Coreia do Sul em 5.º lugar. Claro que ganharam medalhas em vários desportos que normalmente, em casa, entram apenas pelos resumos de desporto do canal 2 da RTP ao sábado ou domingo à tarde. Têm o seu que de minoritários ou quase inexistentes por cá, como o caso da esgrima, da luta greco-romana,  taekwondo, tiro com arco, ténis de mesa, futebol Hã?!? Futebol? Só se for feminino! Masculino? De certeza? Surpreendente. Uma surpresa ainda maior dentro da surpresa do 5.º lugar. É que, mesmo não sabendo qual o desporto-rei na Coreia do Sul, arriscaria dizer que não é o futebol.

Quanto às análises feitas ao medalhómetro, tenho gostado de ver algumas que salientam a capacidade da Europa das medalhas quando se vê como um bloco (muito mais do que qualquer outro país, mesmo tendo território menor que outros e populações inferiores em número), ou quando se vê individualmente. E transpor esta realidade para outras áreas, é um exercício interessante que terá algumas analogias, com certeza.

Mas, para ver mais: http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/medalhas.html

O balanço do pior

O melhor, é não falar do pior. Já há quem fale, como se pode ver  neste artigo. No entanto, é justo dividir claramente o pior naquele que corresponde simplesmente ao desempenho, em que só não falha quem não faz (dificilmente irei dar uma chapa como a do alemão Feck, ou cair numa prova de 110m barreiras), ou o pior que corresponde à batota (simulações de qualquer tipo, doping, adulteração de resultados,...).

Michael Phelps e o Nelo

A participação portuguesa, quando analisada de modo mais cuidado, permite-nos concluir que foi bastante positiva. Para além de ficar a saber que os calções do fabuloso Phelps foram fabricados em Paços de Ferreira, a superinteressante apresenta um artigo sobre Manuel Ramos e a sua empresa de Vila do Conde, que nos fazem ver um nome conhecido em muitas das embarcações que entram em prova: Nelo. Estas embarcações são um prolongamento dos atletas, e estão presentes em muitos dos medalhados de Londres. Em Pequim, das 36 medalhas em disputa, as embarcações Nelo ganharam 20. Admirável! Segundo o Jornal de Negócios, no Reino Unido conseguiu conquistar 26 medalhas. Esta participação é de extrema importância e pode dar uma ajuda relevante para a motivação dos empresários portugueses, com a finalidade de ir ultrapassando a crise atual.

Aquele Abraço para o Rio

Ficamos a aguardar os Jogos do Rio, e nada melhor do que aquele abraço que foi dado entre Londres e o Rio de Janeiro, fevereiro ou março:

A arte de comer e emagrecer...


São vários os conselhos, dados em vários momentos que nos são proporcionados por diversos especialistas ou por pessoas que são dadas a estas coisas da comida saudável, como podemos verificar neste exemplo sim, neste aqui que fala em 10 pecados! Agora no Verão, não há revista que se preze que não dê receitas para nos manter esbeltos e elegantes.


Entre nós, há alguns mais atentos, que ficam alarmados com notícias como esta:  mais de metade dos portugueses com mais de 15 anos é inativa. Claro que a atividade física é importante, mesmo com uma alimentação adequada. Mas estou a imaginar o diálogo entre a Rita e a Joana:
"- Olá Joana, vais ao ginásio queimar umas calorias?
- Nem pensar!!! Vou à pastelaria Paris deliciar-me com umas natas e uns pastéis de Tentugal! Preciso de perder 5 kg!"
Ou o António para o Nuno:
"Bute lá! Só temos 9 jogadores! Precisamos de mais 1. Já não pões lá os pés à 2 meses!
- Nem penses, pá! Vou comer uma feijoada! Ainda não baixei os 7 Kg que queria!!" 


Agora, tudo isto é mais fácil. Uma empresa conseguiu produzir bolos que ajudam a queimar calorias, como se pode ver nesta boa notícia ou nesta, de um site de divulgação de ciência. Ainda aparece aqui uma pequena notícia a dar nota de cientistas que descobriram uma gordura que ajuda a emagrecer. 


Se acrescentarmos estes artigos:
Pouco peso com chocolate? e ainda chocolate substitui o exercício e que pode ser complementada com estes alimentos saudáveis, podemos verificar em que certas áreas a nossa vida continua a melhorar! E o stress pré-praia pode-se tornar uma ténue recordação!...
...
... Seria ótimo acabar no ponto anterior, mas não seria justo deixar toda esta informação fantástica sem um pormenor que vale a pena espreitar, no artigo baseado num estudo que diz que Falta de exercício físico mata tanto como fumar! Comprovado! Não há bela sem senão!


Vou começar mesmo a fazer exercício! Amanhã começo!