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O Feijão Verde é uma batata podre




O dia tinha começado a correr.
O Tiago recebeu, uns dias antes, um convite de um amigo para ir ao seu aniversário, no feijão verde.
Apesar de estarmos fora de Coimbra, planeámos a tarde para podermos vir ao aniversário.

Ainda não tinha comprado o presente, mas sendo o feijão verde no Coimbra Shopping, facilmente se resolvia essa situação.
Estes aniversários são oportunidades para reforçar ligações entre as crianças, fora do ambiente escolar.
Os pais, também reforçam relações.

Este não foi o caso, pois foi uma corrida desde manhã e, depois de ver que o espaço era seguro, decidi ir para casa adiantar trabalho.
Primeiro, dei os parabéns aos pais, e questionei a menina que estava ao balcão a que horas deveria ir buscar o meu filho.
Informou-me que poderia ir busca-lo entre as 17h30 e as 18h00.
Informei os pais do aniversariante que traria o presente quando viesse buscar o Tiago, que já estava em plena brincadeira.
Fui trabalhar para casa, que fica relativamente perto.

Às 16h50 resolvi sair, para comprar a prenda e ainda conviver um pouco com outros pais.
Fui ao Continente. Nesse sábado à tarde, toda a gente tinha ido ao Continente. De Coimbra e de toda a comunidade intermunicipal.
Em 5 minutos encontrei uma prenda que me deixou satisfeito.
Às 17h15 estava numa fila com uma pessoa a ser atendida e duas pessoas na fila. Tinham carros de compras tipo pirâmide das necessidades, mas eram duas pessoas. As outras filas tinham todas 4 ou 5 pessoas.
O serviço estava lento, ou as quantidades eram imensas. Às 17h30 o senhor que estava à minha frente na fila estava a começar a colocar uma secção inteira do Continente no tapete rolante.
Quando o telefone toca.

Pergunta-me a voz indignada se sou o pai do Tiago. Afirmativo.
Pergunta-me a voz indignada se estava longe. Negativo. Na fila quase a ser atendido.
Pergunta-me a voz indignada se não sabia que a festa terminava às 17h00.
Balbuciei uma justificação …    …   ….17h30/18h00, mas…
O sangue foi todo não sei bem para onde…
É interessante sentir que podemos ter uma frequência cardíaca intensíssima, sem ser pela prática do desporto.

O senhor que estava à frente com a secção inteira do Continente, depois de se aperceber do telefonema, e vendo que eu tinha apenas um artigo na mão, deixou-me passar de imediato para a sua frente.

Paguei.

Obviamente, já não fui embrulhar o presente.

Levei um dos últimos sacos que não custava os 10 cêntimos.

Galguei as escadas rolantes  e fui a correr para o feijão verde.
Só pensava que o Tiago podia ficar aflito se todos já se tivessem ido embora.
Cheguei e dirigi-me aos pais do aniversariante a pedir mil desculpas, pois pensava que era até às 18h00. Tinha ido trabalhar e tinham-me dito que podia ir buscar o Tiago entre as 17h30 e as 18h00.

A mãe, mega atenciosa, disse que não havia qualquer problema; mesmo que tivessem que ficar lá fora à espera, não deixariam o Tiago sozinho.

O pai, híper compreensivo e até solidário, disse-me que também ouviu a menina que estava ao balcão dizer que podia ir buscar o Tiago até às 18h00.

Racionalmente, sabia que não deixariam o Tiago sozinho, tendo-o deixado a cargo dos feijões verdes, mas provocaram-me uma enorme taquicardia RATATATATATA RATATATATATA RATATATATATATATA!! Incontrolável… Parafraseando o Shreck, Xiça Penico!! Fui com má impressão do feijão verde. Soou mais a batata podre.

Não sei quais foram as causas, se stress de movimento inicial, se falta de comunicação interna, se novatos a atender ou outro. Sei apenas que foi um susto como é raro apanhar.
Na segunda feira seguinte, enviaram um e-mail a agradecer a presença com uma foto do grupo que esteve presente. Muito profissional e atencioso.

No entanto, já tinham a imagem estragada. Quando saí, pensei que nunca aceitaria outro convite para aquela batata podre. Hoje digo, nunca pode ser demais, mas não me apanham em falso, estarei ali ao lado a tomar conta. 
E se me perguntarem a opinião, não será muito positiva.

Como diriam os meus filhos, nas corridas até determinado objetivo, o último a chegar é uma batata podre.

É lamentável que procedimentos tão profissionais, como enviar posteriormente o mail agradecendo a presença com a foto do grupo, tenha sido estragados por um atendimento pessoal desastroso.

Neste momento, o feijão verde é uma batata podre. Está em último lugar nas preferências e não têm grande forma de causar uma primeira boa impressão. 

O voucher que deram no fim da festa?...

Foi de imediato para o lixo. Assim, não há tentações.

Hoje...A minha preferida é... do Pedro Abrunhosa: "Eu não sei quem te perdeu"






Quando veio,
Mostrou-me as mãos vazias,
As mãos como os meus dias,
Tão leves e banais.







Exploratório permite bela festa de aniversário


O exploratório é um local que está no meu roteiro de visitas e eventos.
Por obra e graça de alguém, a festa do Diogo foi encaminhada para o Exploratório.
A festa do Diogo foi partilhada com a Maria.
Fiquei satisfeito. Gosto que os meus filhos tenham contacto com estes espaços.
Sempre tive boa impressão sobre este espaço.
Continuo com boa impressão deste espaço.
Os monitores estavam perfeitamente organizados.
Os monitores fizeram grupos pequenos e proporcionaram actividades interessantes para cada grupo.
As actividades e as crianças fluíam! Notava-se a satisfação de todos.
A criançada andava feliz! Eu também!
Vieram uns primos de Aveiro, o que deixou o Diogo radiante.
A mim, também! Gosto sempre de estar com eles. Aprendo imenso.
Foram cantados os parabéns à Maria e ao Diogo.
O bolo foi feito pela mãe do Diogo. Estava muito engraçado.
Durante esta fase sem actividades de parabéns e lanche, a criançada começou a ficar eufórica.
Depois de um momento de alguma confusão, levaram-se as crianças e alguns adultos para o auditório do exploratório.
Fomos ver um filme sobre a importância da água no nosso corpo.
Foi um filme 3D. O Tiago ficou com uma fotografia em que parece um piloto de um caça.
Ainda houve saída para o exterior, por parte de crianças e de pais.
Eu fiquei muito satisfeito pela forma como correu a festa.
Alguns pais e crianças com quem falei, também ficaram imensamente satisfeitos com a festa.
Enviei um e-mail para o exploratório a agradecer e a congratular a sua equipa pela forma como conseguiram conduzir a festa de aniversário.
Recebi a resposta do Presidente da Direção, Victor Gil, a agradecer a gentileza. O e-mail estava com o conhecimento de vários elementos do exploratório. Creio que o director pretendeu que a equipa soubesse dos elogios que tinham sido feitos. Positivo, claro!
Gostei. Profissional, didáctico, útil e divertido. Condimentos muito interessantes para uma excelente festa de aniversário.
Voltaremos, com certeza!

Dia dos Namorados com "My Love"

Sê feliz com “My Love”












Há, tradicionalmente, duas formas de encarar o dia dos namorados:
* As entusiastas, que dizem que gostam de festejar, merecem festejar e que adoram as prendas e os momentos que este dia proporciona. Pregam aos sete costados que ficam tristes, têm momentos de fúria e chegam a amuar, se este dia não for comemorado decentemente.
 * As discretas, que dizem que não ligam, não querem saber, é uma invenção sem lógica e que estão muito bem sem nada disto. No entanto, gostam de festejar, da surpresa, da lembrança e da prenda. Pode não ser pela prenda, mas por ter sido lembrada neste dia especial. Mesmo não o anunciando, ficam tristes, a incerteza e a dúvida tornam-se mais presentes e chegam a amuar, se sentirem que não foram valorizadas ou se acreditarmos na sua conversa de circunstância.

Seja de um tipo ou de outro, eu não arriscaria a deixar a minha companheira sem um mimo. Não só pela vontade de o fazer, mas também pela vontade de não sofrer as consequências provenientes da não valorização deste evento.

Quais os benefícios de dar um mimo à tua companheira?
* O Sorriso que lhe proporcionas!
* A reacção impetuosa das entusiastas (protege-te que podes sofrer um ataque de beijos)!
* A reacção embaraçada e imensamente feliz das discretas!
* As acções que esta tua acção vai provocar mais tarde...

O tempo e o dinheiro não são desculpas; Algumas sugestões:
# Podes dar um sabonete “My Love” e complementares com um passeio na praia! Sim, é sábado podes ir à praia! O frio vai fazer com que estejam mais próximos! No final, banho com direito a costas esfregadas com “My Love”!

# Se estás a tratar do carnaval, das máscaras ou a ensaiar os passos de dança, podes sempre chegar a casa e tomar um duche de água quente com “My Love” e pedir que te lavem as costas!

# Se praticas desporto, imagina o que dará depois de uma sessão intensa… com “My Love”!

# Se não chegar, podes ainda oferecer umas massagens de relaxamento e bem-estar!

Entusiasta ou discreta, não percas a oportunidade de lhe proporcionar momentos de grande felicidade!

Informa-te na CaisPharma
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21 receitas para pôr regras no seu filho



1. As crianças necessitam de regras − coerentes, constantes e claras − sejam elas trazidas pela mãe ou pelo pai.

2. As regras da mãe e do pai, para serem saudáveis, não podem ser (milimetricamente) iguais. Precisam de zonas de tensão, climas duma certa aragenzinha do género: “Querem lá ver que me está a desautorizar...” e de muita manha das crianças: quer quando falam para dentro e, duma forma angélica, presumem que se o pai não disse que não (mesmo que não tenha conseguido discernir a pergunta) é porque está de acordo com ela, quer quando dizem à mãe (tipo cachorro abandonado): “Eu queria uma coisa... mas tu não vais deixar...” (que, depois de repetida três vezes, faz com que qualquer mãe diga “Sim!!!!!!” seja ao que for). Para serem saudáveis, as regras da mãe e do pai não têm que ser um exemplo de unicidade. Precisamente, unicamente, de encontrar nos gestos de um e do outro um mínimo denominador comum.

3. As regras dos pais, ao pé das dos avós, têm sempre “voto de qualidade”. Que as regras dos avós sejam açucaradas é bom; até porque traz contraditório a alguns excessos dos pais. Que em presença de um dos pais, valham as regras dos avós, não há melhor incentivo à confusão.

4. Para as regras dos pais serem apuradas, eles precisam de esgotar, de vez em quando, as quotas de parvoíce a que todas as pessoas têm direito. Pais que nunca se enganam podem ter como aspiração ser bons governantes... Mas são maus pais.

5. Todos os pais, de coração grande, têm (por isso mesmo) a cabeça quente. Exageram, portanto, algumas vezes. Mesmo quando, duma forma ternurenta, mandam as crianças de quarentena para o quarto para pensarem nas asneiras que fizeram (que, à escala do crime económico, vale tanto como desterrar um infrator nas Ilhas Caimão para reconsiderar sobre tudo aquilo que subtraiu à margem da Lei).

6. As regras não se explicam, não se negoceiam nem se justificam. Muito menos, constantemente. Explicação será exceção. A baliza de referência para todas as regras serão os comportamentos dos pais: não é credível que os pais exijam aquilo que eles próprios, um com o outro ou com terceiros, não façam, regularmente.

7. As regras exigem-se. Não se solicitam. E essa exigência deve fazer-se de forma firme e serena.

8. Às regras não se pode chegar depois de muitas ameaças, admoestações ou avisos. E, muito menos, com decibéis em excesso ou na companhia dum olhar assustado por parte dos pais. Se fosse assim, os pais exigiriam serenidade e bom senso com a boca e alarmismo, inflamação e ira, com o seu olhar (ora hostil ora assustado). E, num caso desses, as crianças assustar-se-iam e, em função disso, tenderiam a reagir como um animal encurralado...

9. Autoridade é um exercício de bondade. Exercê-la a medo é pedir desculpa por ser bondoso.

10. Depois duma criança ser avisada duas vezes, as regras dos pais têm de se cumprir. Isto é, têm mesmo de ser levadas a efeito. Ora, se os pais avisam e não cumprem, se avisam e reagem a uma falha com mais avisos, ou se avisam e, de seguida, são desmedidos no exercício da sua justiça, tudo fica confuso e inconsequente.

11. Os pais não podem zangar-se como quem promove pagamentos por conta. Na versão do velho Oeste isso significaria: dispara primeiro e pergunta depois. Isto é: não podem zangar-se por antecipação, na esperança de que isso promova a justiça. E não podem, diante duma mesma infração, hoje, zangarem-se e, amanhã, nem por isso. Porque, ao acumularem zanga, deixam passar situações que precisariam de ser claramente repreendidas para que reajam, mais tarde, diante doutras quase insignificantes. À escala da política tributária, isso significaria zangas com juros de mora. E ninguém consegue ser justo cobrando juros sobre juros a quem quer que seja...

12. Sempre que os pais se sentem muito magoados diante dum qualquer ato dum filho, estão proibidos de reagir num impulso. É melhor parecerem vacilar em tempo real e, depois da mãe e do pai conferenciarem, mais logo, ao jantar, a coima ser clara e inequívoca.

13. A regra será: sempre que o comportamento dos filhos magoe os pais eles estão obrigados a reagir. Sempre! Magoar os pais e não ter − numa repreensão, num castigo, ou numa palmada no rabo, excecional − uma forma de sinalizar o mal que se faz aos pais, através, da dor, como um interdito, é acarinhá-lo, por omissão. No entanto, nenhuma criança se torna má sem que os pais - por aflição, por exemplo - não promovam, sem querer, várias maldades. 

14. Atribuir-se a culpa dos atos duma criança ao outro dos pais ou aos avós, por exemplo, é uma forma de fugir à responsabilidade. Em caso de dúvida em relação às regras da mãe e do pai, ou dos pais e dos avós, todas as crianças elevam a fasquia das asneiras, na ânsia de verem os pais, sempre que elas passam por um nível seguinte, a conseguirem ser justos.

15. Diante das asneiras das crianças, vale pouco que os pais abusem nos castigos. Se os castigos forem ocasionais e adequados à infração, nada se perde. Se forem desmedidos ou repetidos são insensatos. Na verdade, sempre que os pais dominam a situação, em tempo real, os castigos deixam de ser precisos logo que os pais passam de verde para amarelo.

16. Se os pais exercem a autoridade a medo, assustam. Pais assustados, tornam as crianças assustadiças. Isto é, capazes de reagir de forma desafiante sempre que se sentem encurraladas entre os seus medos e os medos dos pais.

17. Se os pais exercem a autoridade de forma pesada e deprimida, assustam, também. Porque à tristeza contida dos pais chama-se hostilidade. E essa hostilidade, associada a um ralhete, onera uma repreensão com sobretaxas que se tornam enigmáticas (e injustas) para as crianças.

18. Se os pais, em vez de se zangarem, ameaçam que ficam tristes, estão a dizer às crianças que elas os magoam (e isso, regra geral, elas já sabem). E, claro, que são de porcelana, quando se trata de as proteger e reagir. Pais deprimidos são, por isso mesmo, mais abandónicos do que parecem. São amigos do queixume, mas pouco pais, portanto.

19. Se os pais não se zangam mas amuam, estão a fazer duma família uma escola de rancores. Rancor é ressentimento e ira, numa relação de dois em um. E isso torna os pais mais assustadores do que quando se esganiçam e exageram.

20. Por tudo isto, é claro que por trás duma criança difícil está um adulto em dificuldades. Mas por trás duma outra exemplar estão pais mais ou menos tirânicos. Da mesma forma, por trás duma criança certinha está alguém mais ou menos assustado que, por exigências exageradas, ainda não pôde experimentar que a função fundamental dum filho é pôr problemas aos pais.

21. A autoridade é um exercício de bondade. Aceita-se quando nos chega pela mão de quem nos ama ou das pessoas que admiramos. Mesmo que as crianças, num primeiro momento, a desafiem, que é uma forma de, por cada não (“não me doeu”, “não ouvi”, e assim sucessivamente) afirmarem (que ela só tem sentido) duas vezes. Seja como for, a autoridade pressupõe sabedoria, bondade e sentido de justiça. E nenhuma criança, nenhuma mesmo, a rejeita. Mesmo que ela chegue mediada por alguma dor. Ninguém aprende sem alguma dor. 
Como eu gosto dizer, a dor é o sal da sabedoria.


Escrito por Eduardo Sá in [Pais e Filhos]:

Discurso de despedida do presidente da Coca-Cola, Bryan Dyson


Não tenho a certeza se é mito ou real, mas sei que, de quando em quando reaparece nos meios digitais. Todavia, sempre que o recebo, leio com atenção e volto a pensar que gostava de escrever este texto. Independentemente da sua origem, vale a pena ler.
“Imagina a vida como um jogo em que estás a fazer malabarismos com cinco bolas no ar. Estas são: o Trabalho – a Família – a Saúde – os Amigos e a Vida Espiritual. Terás de mantê-las todas no ar.
Vais perceber rapidamente que o Trabalho é como uma bola de borracha. Se a soltares, ela ressalta e volta.
Mas as outras quatro bolas: Família, Saúde, Amigos e Vida Espiritual, são frágeis como vidros. Se soltares qualquer uma delas, ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebrada, o que significa que nunca mais voltará a ser a mesma.
Devemos entender isto: temos que apreciar e fazer um esforço para nos conseguirmos focar no mais valioso.
Trabalha eficientemente no horário previsto do escritório e deixa o trabalho no escritório. Dá o tempo merecido à tua família e aos teus amigos.
Faz exercício, alimenta-te e descansa bem. E sobretudo… Cresce na tua vida interior, na espiritual, que é o mais transcendental, porque é eterno.
Shakespeare dizia: “Sinto-me sempre feliz, sabes por quê? Porque não espero nada de ninguém. Esperar causa sempre dor. Os problemas não são eternos, têm sempre solução.
O único que não se resolve é a morte. A vida é curta, por isso, ama-a!
Vive intensamente e recorda:
Antes de falares… Escuta!
Antes de escreveres… Pensa!
Antes de criticares… Examina!
Antes de ferires… Sente!
Antes de orares… Perdoa!
Antes de gastares… Ganha!
Antes de te renderes… Tenta de novo!
ANTES DE MORRERES… VIVE!

Gostava de ter feito este discurso. Mais ainda, gostava de o aplicar de forma irrepreensível.
Apesar de entender, compreender e concordar, o estado Zen é quando a bola de Borracha, o Trabalho se mistura de tal forma com as outras que ganha algumas características do vidro.
Por outro lado, quando a Família, a Saúde, os Amigos e a Vida Espiritual, ganham características de borracha, tornando-se menos permissíveis a qualquer queda, e permitindo que ultrapassemos mais facilmente os problemas que, provavelmente, vão aparecendo em cada uma das áreas. 
Cada um tem as suas prioridades, mas gosto de pensar como Confúcio, quando nos dizia: "Escolhe um trabalho que gostes e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida." 
Definir bem as prioridades e deixar o trabalho fora de casa deve ser fantástico.
Fundir as diferentes bolas numa única, deve ser absolutamente celestial.

Os 10 países mais "GORDOS" do planeta

Os 10 países mais "GORDOS" do planeta são:


1.º Estados Unidos da América, com 78 milhões de pessoas, ou 33% da população adulta "gorda"!
2.º China, com 46 milhões de pessoas, ou 4,4% da população adulta "gorda"!
3.º Índia, com 30 milhões de pessoas, ou 3,8% da população adulta "gorda"!
4.º Rússia, com 28 milhões de pessoas, ou 24,1% da população adulta "gorda"!
5.º Brasil, com 22 milhões de pessoas, ou 16,2% da população adulta "gorda"!
6.º México, com 20 milhões de pessoas, ou 26,9% da população adulta "gorda"!
7.º Egipto, com 18 milhões de pessoas, ou 35,9% da população adulta "gorda"!
8.º Alemanha, com 16 milhões de pessoas, ou 24,3% da população adulta "gorda"!
9.º Pakistão, com 14 milhões de pessoas, ou 13,6% da população adulta "gorda"!
10.º Indonésia, com 11 milhões de pessoas, ou 6,8% da população adulta "gorda"!
de acordo com [Business Insider]

Neste caso, e de acordo com os critérios seguidos, relacionado com o número de obesos, os portugueses podem enfardar à grande e à francesa (conceito desenquadrado com estes rankings), que não chegarão ao Top10. 

Aliás, fazendo futurologia, arriscava dizer com elevado grau de certeza, que nem no final de 2020, final do ciclo de financiamento comunitário, Portugal entrará neste Top10.

Feliz 2015 e resoluções de ano novo!


Começa já hoje (31 de Dezembro) a praticar as resoluções de ano novo........
 ou aguenta os Garfields que te rodeiam...

Ranking de desempenho climático | Estamos em 4.º!

Fonte: http://www.vidroquimica.com.br/
Esta é uma listagem onde não me importaria de ver Portugal em 58.º no ranking. Com a mesma pontuação que obteve. Significaria que 57 países, a maior parte com maior impacto do que o de Portugal, estariam a fazer mais e melhor pela redução das emissões de CO2, associadas à produção de energia.
"Portugal é o quarto país mais bem classificado de uma lista que classifica várias nações pelo seu comportamento em relação às alterações climáticas. Esta é a classificação do décimo Climate Change Performance Index, um índice feito por organizações ambientalistas internacionais que avalia o comportamento de 58 países responsáveis por mais de 90% das emissões de CO2 associadas à produção de energia.
No topo dos mais bem classificados da lista deste ano está a Dinamarca (que lidera o ranking há três anos consecutivos), seguida pela Suécia e Reino Unido. No final do ranking surge a Austrália e a Arábia Saudita."
Preocupante ainda, é o facto de "os três primeiros lugares do ranking, que corresponderiam a países com um desempenho “muito bom” no que toca ao desempenho climático, não estão ocupados."


Fonte: Green Savers




E se o chocolate acabar?

Há noticias que nos deixam preocupados.

Quando alguém nos apresenta uma notícia sobre a possibilidade de acabar o chocolate no mundo, Como reagimos??

Primeiro choramos, depois batemos com a cabeça, seguido de um sentimento de injustiça enorme, o qual gritamos a plenos pulmões qual arauto desse sentimento. Porquê? Porquê, deuses do Olimpo!

Porque a procura é cada vez maior!
Porque a seca e as pragas são uma realidade!
Porque a preferência pelo chocolate com 70% de cacau aumenta!

Felizmente, a criatividade já trabalha em prol da inovação!!!
Felizmente, investigadores agrónomos da África Central já procuram soluções! Sim, vão dar discussão, mas a alternativa não é tão agradável!

Fonte: http://imgkid.com/mad-scientist-background.shtml

Criatividade e Inovação em prol de um futuro com chocolate!

Ver mais em: [O chocolate no mundo pode acabar]

Inspiração para uma Vida Mágica em Coimbra




Conheces alguém que chegue a soluções quando está sempre focado no que aparentemente está "mal"?
Conheces alguém feliz que esteja sempre a olhar para o lado "negativo" das coisas? Nós também não...

Este foi o mote para que a Academia de Voo desafiasse a Life Trainning a inspirar Coimbra. O desafio foi aceite e assim:

Vai realizar-se no próximo dia 13 de Novembro , pelas 21H, no Auditório do ISCAC, o evento “Inspiração para uma Vida Mágica” .

Inspiração para uma Vida Mágica é o nome da ação que a Academia de Voo-asas para empreendedores, traz a Coimbra em parceria com a Life Trainning.

Já arrancou pelo país o evento que vai inspirar Portugal, a “viver uma vida mágica”. O evento “Inspiração para uma Vida Mágica” vai passar por várias regiões de Portugal, contribuindo em cada um para uma causa social. A edição de Coimbra, cuja organização está a cargo da Academia de Voo - asas para empreendedores irá reverter para a ERGUE-TE!

Inspirar Portugal a “viver uma vida mágica” é um projeto da LIFE Training organizado em parceria com entidades e personalidades de cada uma das regiões participantes. Cada ação é composta por 120 minutos de pura inspiração dotando os participantes de ferramentas que ajudarão na busca de melhores resultados, tornando a sua vida mais "mágica".
Depois do sucesso de São João da Madeira e Leiria, é a vez de Coimbra, no próximo dia 13 de novembro, quinta-feira.

Pedro Vieira, palestrante internacional e formador nas áreas da motivação, coaching, liderança e desenvolvimento comportamental é o orador, dando a  conhecer na forma descontraída que o caracteriza, três grandes áreas do desenvolvimento pessoal - o coaching, a programação neuro linguística e o mindfulness. De forma criativa e dinâmica, Pedro Vieira utiliza o  storytelling e outras técnicas de comunicação de excelência.

Depois de estar presente em todo o país, esta iniciativa vai culminar com dois eventos de grande dimensão, nas cidades de Lisboa e Porto.

Pode adquirir bilhetes para o evento no Cowork.Coimbra ou na CaisPharma, na Mealhada.

Para mais informações contacte:

Fátima Jacinto
239049820

geral@academiadevoo.com

Getúlio


Quando falamos no Brasil, o Carnaval com o Samba e o Futebol estão na primeira linha da nossa associação de atividades ao país irmão. Há, no entanto, partes importantes da história do Brasil que são menos conhecidas.

O filme Getúlio, é excelente. Prende-nos ao ecrã e faz-nos desejar que o intervalo passe depressa. É um choque quando chega e queremos que vá depressa. Getúlio faz-nos viver momentos da história pela intensidade do suspense e ajuda-nos a compreender alguma da história recente do Brasil, conhecendo melhor a sua caminhada até aos dias de hoje. Os 19 últimos dias de Getúlio, intensos, que também nos fazem, de forma gradual, tomar partido por uma das partes.

Se ainda não o fosse, esta seria a consagração de um ator que demonstra, ao longo dos anos, ter uma qualidade assombrosa. Interpretação sublime de Tony Ramos!

Entre outras, uma das frases marcantes que Getúlio diz, é universal e intemporal:
"Em 15 anos, nunca pediram nada para o país, sempre pediram para alguém!!"

A cerveja mata! Como?

A cerveja é uma bebida genial! Eu gosto de boa cerveja e tenho experimentado algumas boas cervejas industriais, mas também a cerveja artesanal. Cometo o sacrilégio, segundo alguns consumidores intensivos de cerveja, de dizer com frequência que a minha cerveja preferida é a Radler. Estes voluntariosos defensores da cerveja "pura da cepa" dizem que não é cerveja, que é sumo de limão, que é tipo 7Up sem coragem para se assumir como tal, entre outras! Eu continuo a dizer que é a minha cerveja preferida.

Nesta época da latada, se a Radler fosse a cerveja preferida dos estudantes, provavelmente evitar-se-ia que gente que já não estuda fosse acordada às seis da manhã aos berros e buzinadelas. Sim, porque para chegar a esse estado à base de Radler, acredito que antes de perder o juízo, rebentasse.

Isto leva-nos à questão central: A cerveja pode matar?

Pode!! Por inchar e rebentar, nunca ouvi qualquer caso, mas ao contrário do que seria expectável, a situação aqui apresentada não está relacionada com excesso de consumo, de acidentes de viação, de alcoolismo ou outras situações óbvias, relacionadas, essencialmente, com o consumo de cerveja.  Há 200 anos, a 17 de Outubro de 1814, poucos terão ficado felizes por estarem a ser contemplados pelo sonho de muitos que dizem que gostariam de estar num tanque de cerveja. Neste caso, porque os túneis de cerveja rebentaram e provocaram uma enxurrada pelas ruas de Londres, danificando ruas e deitando edifícios abaixo. Assim, poderíamos dizer que a cerveja, quando consumida em excesso, pode ter efeitos perniciosos, mas dificilmente diríamos que iria matar através de uma enxurrada, ou de uma onda de cerveja. Um Tsunami que é o sonho de muita gente em Coimbra, pelo menos duas vezes por ano, mas que foi fatal para várias pessoas, nessa altura.

É caso para dizer ao génio que concede os 3 desejos!
"Génio da lâmpada, dá-me cerveja que dure uma vida! Mas não toda de uma só vez!!"

Venha agora essa Radler!!!

Ler mais em:
[HypeScience]
[Goronah]



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