Hoje a minha preferida é... Amor Electro * Juntos Somos Mais Fortes...

Neste momento só me lembro de uma canção...


É o amor, correndo o mundo todo, em busca do calor
A noite espera pela hora do nosso esplendor
A luz acesa preparada para os dias de afeição
A mesa posta, a alma aberta
A chamar a multidão, a família em união

Juntos, somos mais fortes
Seremos o céu que abraça o mundo
Juntos, seremos a voz que acende o amor... o amor

Juntos, somos mais fortes
Seremos o céu que abraça o mundo
Juntos, seremos a voz que acende o amor... o amor

gatos e leões...



"Se tratas da mesma forma gatos e leões, um dia destes perdes um braço"
- provérbio tradicional da Tanzânia

Porque as pessoas gritam? segundo Mahatma Gandhi

Porque as pessoas gritam?


Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
"Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?"
"Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles.
"Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?", questionou novamente o pensador.
"Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar:
"Então não é possível falar-lhe em voz baixa?"
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu:
"Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?"
O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?
Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê?
Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.
Seus corações se entendem.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".

Mahatma Gandhi

Experiências na Rádio: Empreendedorismo! Inovação! Qualidade!


A inovação e a criatividade são favorecidas pelas novas e diversas experiências que temos oportunidade de viver. Experienciar desafios diferentes é algo que nos favorece pelo menos de duas formas: pelo ultrapassar do desafio em si e por nos permitir conhecer e ver o mundo de forma diferente do que o víamos, até ao momento do desafio.

Há uns dias, um amigo e companheiro nestas questões da qualidade e inovação nas empresas, fez um convite inesperado para uma nova experiência: partilharmos a nossa perceção, conhecimentos e experiência num programa de Rádio. Ainda por cima, numa Rádio com o peso que a RUC tem! Uma rádio de culto e que tem ajudado a criar e crescer grandes profissionais da comunicação. A resposta foi claramente sim, com entusiasmo e com necessidade de perceber melhor o que iria acontecer.
O meu conhecimento da rádio é essencialmente como ouvinte. Só passei em estúdios de rádio numa rádio que havia atrás da capela de Santana e na Antes. Na primeira, fui umas poucas vezes com pessoal bem mais velho que ouvia Xutos e afins, na fase em que se estavam a lançar, com canções… digamos, diferentes das que compõem atualmente. Na Antes, ajudava um amigo, o Zé Peixoto, que tinha um programa tipo Oceano Pacífico que ia para o ar, em direto, entre as 23 e 24h. Como eu tinha 12 anos e ele 16, este era um horário que eu só ia de quando em quando, pois havia algumas restrições. Aquilo em que o ajudava passava mais por ouvir as cassetes que gravava e, por vezes, falar-lhe de uma banda ou outra que tinha conhecido. Curiosamente, ele ia colocando na sua playlist algumas das sugestões. E assim, eu tinha a ilusão que também ajudava no seu programa.

Como ouvinte, tenho imensa experiência. Viagens para todo o país, são acompanhadas pela rádio. Gosto muito mais da rádio do que de CD’s. Gosto de ouvir as músicas que vão apresentando entre conversas.

Por isso, ao receber o convite, fiquei com a sensação de que me estavam a dar uma oportunidade de fazer companhia a outros, passando algum conhecimento, falando de temas que me encantam e com a sorte de fazê-lo com um excelente conversador, o André Coelho.

Foi fácil partir para este projeto de alma e coração e já foram gravados os primeiros programas. Eu e o André temos a sorte de ter alguém da área da gestão como nosso anfitrião, o Diogo, que dispara desafios muito pertinentes e que obrigam a reflexão sobre os assuntos. Estar a falar para pessoas, exige sempre responsabilidade sobre o que se diz. Neste caso, estamos a falar para muitas mais pessoas do que é habitual. É uma responsabilidade acrescida, principalmente porque não estamos a ter a recetividade imediata dos ouvintes, o que torna mais desafiante a comunicação.

Apesar de treinar comunicação num clube que nos permite desenvolver várias competências nesta área, os magníficos Toastmasters, este desafio provocou-me arrepios e suores frios quando entrei no estúdio, quando começámos a gravar. Em pouco tempo, tornou-se uma conversa entre amigos sobre temas interessantes para todos nós.

O que mais desejo é que esta experiência, que já valeu a pena para mim, por todos os preliminares e pela força das emoções que emergem durante a primeira vez, possa ser interessante para muitas outras pessoas e que seja possível todos ganharmos com o debate destes temas.

Em breve haverá página no Facebook e dir-vos-ei o dia em que vai para o ar!
O vosso feedback, a partilha das vossas experiências nesta área, os vossos projetos, os vossos sucessos, insucessos e dificuldades serão o nosso combustível para que seja possível percorrer um caminho partilhado…

E se ajudarmos um projeto que seja a tornar-se vencedor, se ajudarmos uma pessoa a atingir os seus objetivos, a refletir e a melhorar, já teremos motivos para nos sentirmos satisfeitos…

Até breve!

E se apanhasse um seu colaborador a dormir?

virgin blog



O que aconteceria se encontrasse um colaborador seu a dormir no local de trabalho? Acordava-o? Gritava? Tirava uma foto para memória futura? Tapava-o com uma manta? Melhor ainda, como reagiria o seu colaborador se fosse apanhado por si (se não é... imagine que é... superior hierárquico)! Medo? Bocejo? Constrangimento? Procura buraco para se enfiar? ou Risota partilhada? Calma? Não vê nada de errado?

Qualquer uma das situações poderia dizer muito sobre o estilo de liderança presente e, se há quem faça desta situação um drama e a classifique como inqualificável e há quem se ria e aproveite o momento. 

Sir Richard, com a atitude que lhe é conhecida, aproveitou para tirar uma foto com o “Soneca da Virgin” e deve ter pensado que lhe poderia acontecer o mesmo, pois afirmou que apenas se retirou para tirar um merecido descanso.

É bom ver estes exemplos de grandes líderes de grupos multinacionais e perceber que está presente uma atitude de respeito e boa disposição. Qual de nós ainda não passou pelas brasas, ou pelo menos não sentiu a cabeça cair no teclado em momentos de grande stress e várias horas de trabalho seguidas? Ou em momentos em que a noite proporcionada pelos filhos foi excitante, não deixando pregar olho? Ou depois da festa da empresa que durou até às tantas, mas não houve possibilidade de deixar de ir ao escritório?

Podemos dizer que é o excêntrico Sir Richard e que não haveria muitos outros tão complacentes com os seus colaboradores. Eu acredito que a melhor forma de reforçar os laços com os colaboradores, seria tapá-los com uma manta, ou tirar uma foto. Preferencialmente, tirar uma foto antes da manta, tapá-lo com a manta e tirar uma foto depois da manta. Logo de seguida, perceber se está tudo bem com o colaborador e disponibilizar-se para o ajudar. 

Depois, pedir aos responsáveis pelos recursos humanos para estudar com maior detalhe os benefícios das sestas e os ritmos de trabalho dos colaboradores da empresa. Quem sabe se a introdução da possibilidade de ter um período de sesta traria vantagens inesperadas à organização. Já há quem defenda esta prática Como tirar uma sesta poderosa no seu local de trabalho? e, como diria a Maia, não negue à partida uma ciência que não conhece!

O Dr. Ron Friedman, autor do livro " The Best Places to Work", apresenta-nos um vídeo onde fala sobre os benefícios das sestas de apenas 10 minutos na melhoria do desempenho, saúde, energia e controlo emocional.
Seja o que for que aconteça com os colaboradores, não ser impulsivo relativamente às situações pode ter bons resultados. Deve-se conhecer o contexto da situação, visto que os acontecimentos dependem das pessoas, das suas relações e das circunstâncias que as acompanham. Por isso, julgar precipitadamente pode não dar bons resultados.

Ouça duas vezes antes de falar e poderá melhorar a sua capacidade de liderança.

Ler mais em:
 

Dia Mundial da Criança

Crianças que jogam na grama Foto gratuita
Fonte: Freepik
«As crianças aprendem aquilo que vivem

Se uma criança vive na crítica,
aprende a condenar.

Se uma criança vive com maus tratos,
aprende a agredir.

Se uma criança vive humilhada,
aprende a sentir-se culpada.

Se uma criança vive na tolerância,
aprende a ser paciente.

Se uma criança vive no encorajamento,
aprende a ser confiante.

Se uma criança vive com o apreço dos outros,
aprende a valorizar.

Se uma criança vive no equilíbrio,
aprende a ser justa.

Se uma criança vive em segurança,
aprende a ter fé.

Se uma criança é bem aceite,
aprende a respeitar.

Se uma criança vive na amizade,
aprende a encontrar o amor no mundo.»

- Dorothy Law Nolte, em "As crianças aprendem o que vivem"

O renascimento de uma paixão


Dez anos... Mais de dez anos, o tempo que estive afastado de uma paixão...
Quem nunca teve uma paixão? 

Eu tenho várias e, finalmente...Finalmente, voltei-me a encontrar com a Bicicleta!

Circunstâncias imprevisíveis, fizeram com que 3 se juntassem para uma aventura de bicicleta, subindo o Mondego. Foram duas horas... Foram 30 quilómetros... Foram dores em sítios não referenciáveis... E nas pernas também! Foram, acima de tudo, duas horas de relaxamento puro, de contacto com paisagens inacessíveis a quem viaja pela mesma estrada de carro. 

Eu, com a bicicleta mais fraca, as pernas mais perras e os pulmões menos trabalhados, lá me aguentei a custo! No final da jornada, uma sensação de alívio, de vitória e uma motivação enorme para continuar a andar, de forma mais regular.
Claro que esta motivação só é possível devido a um grupo que desde o início tornou claro que ninguém ficaria para trás... Partiu-se em grupo, a chegada seria com o mesmo grupo. Este é um dos princípios das equipas de sucesso! Obrigado companheiros de pedalada! Foram mais importantes do que possam pensar para renovar a vontade de pedalar! Diria mesmo determinantes!!

Outro dos aspetos muito interessantes, é a cordialidade entre ciclistas. Todos se cumprimentam, em estrada. Muitos dos habitantes das aldeias por onde passámos, cumprimentavam os ciclistas que passavam! Muito positivo! 

Não é habitual ver este sentimento de comunidade no dia a dia! 
Não é habitual andar sem a pressão do relógio no dia a dia!
Não é habitual observar paisagens com tanta atenção no dia a dia!
Não é habitual passar minutos sob aves de rapina no dia a dia!

Vai passar a ser mais habitual!

Sinto renascer uma paixão antiga!

Jogos de sorte e azar



Era uma vez... um velho fazendeiro que trabalhava arduamente desde há muito anos. Um dia, o seu cavalo fugiu. Ao ouvir a notícia, os vizinhos foram visitá-lo. 
“Que má sorte”, disseram. 
“Talvez”, respondeu o fazendeiro.
Na manhã seguinte, o cavalo voltou, trazendo com ele dois outros cavalos selvagens. 
“Que sorte!”, exclamaram os vizinhos. 
“Talvez”, respondeu o fazendeiro.
No dia seguinte, o filho do fazendeiro quis montar um dos cavalos indomados, foi atirado do cavalo e partiu uma perna. De novo, os vizinhos vieram mostrar a sua solidariedade após a infelicidade. 
“Que má sorte”, disseram. 
“Talvez”, respondeu o fazendeio.
No dia seguinte, oficiais militares chegaram à vila para levar os jovens para o exército, para lutarem na Guerra. Ao ver a perna partida do filho do fazendeiro, eles passaram e seguiram. 
“Que sorte”, gritaram os vizinhos. 
“Talvez”, disse o fazendeiro.
Assim é a nossa vida diária. 
Podemos compreender os acontecimentos como sendo um jogo de sorte ou azar, ou aceitar o que acontece sem julgamentos precipitados. O futuro dar-nos-á argumentos para compreender se foi sorte ou azar no que nos acontece todos os dias até lá, há que aceitar e viver com o inevitável, que vai encarregar-se de nos mostrar se foi sorte ou azar. Concerteza você já deve ter ouvido alguém dizer: Há males que vêm por bem. Se algo de negativo lhe acontecer hoje, pare, escute e olhe... 
sorte ou azar? 
o futuro se encarregará de demonstrar a verdadeira qualidade do acontecimento!

Mensagem para adolescentes... e não só!

Originalmente foi:
Mensagem principal para adolescentes:
"Não amachuques ninguém e não te amachuques"

Reformulação da mensagem:
Mensagem principal para adolescentes, adultos, crianças, homens, mulheres, ...:
"Não amachuques ninguém e não te amachuques!
Se amachucares alguém, faz por não repetires!
Se te amachucarem, ultrapassa depressa e segue em frente!"



Ontem, no Dia Internacional da Mulher, lembrei-me de uma conversa com um homem de valor que um dia disse: "A Humanidade só dará um passo em frente, quando se ultrapassar esta guerra de género. Quando o ser humano for visto para além do homem ou mulher e forem respeitadas as diferenças e complementaridades!"

Gostei quando ouvi!
Gostei quando recordei!


Lembrança singela

No passado dia 16, Carlos Paredes, se vivo, faria 91 anos.
Diria Umberto Eco que "nem todas as verdades são para todos os ouvidos"; já Paredes deverá sê-lo.
Hoje, deixai que toque.... 





Carnaval da Mealhada: Do rei brasileiro ao rei leitão




Hoje é quarta-feira de cinzas. O Carnaval da Mealhada/Bairrada de 2016 já é história. Um bom dia para relembrar alguma história do Carnaval da Mealhada/Bairrada. Que seja cada vez mais um Carnaval da Bairrada!!

"A concorrência dificulta a vida dos carnavais mais antigos, como o Carnaval da Mealhada. Os gastos são elevados, os fatos e os carros alegóricos atingem valores praticamente insuportáveis e as comparticipações das autarquias têm diminuído. Por ser uma festa de Inverno, está dependente do tempo e num ano mau os prejuízos podem ascender aos milhares de euros.

A Mealhada foi o primeiro carnaval luso-brasileiro do país, mas atualmente, só na zona Centro, existem pelo menos mais três: Estarreja, Ovar e Figueira da Foz. A concorrência já fez tremer o Carnaval da Mealhada, o mais brasileiro de Portugal, onde existem já três escolas de Samba, mas a história ninguém lha tira. Foram dezenas os reis brasileiros que desfilaram no sambódromo da Bairrada. Reis que, no ano passado, foram substituídos pelo rei leitão.

Entre os vários culpados pelo início do Carnaval da Mealhada está Oliveira Salazar. "Havia as festas da vila, na altura, em julho, e foram suspensas por ordens do Governo", conta João Peres, fundador do Carnaval da Mealhada e membro da Associação do Carnaval da Bairrada.
Nos anos 70 cria-se a festa para saldar as despesas que ficaram das festas da terra interrompidas. "Fez-se um cortejo de brincadeira, convidaram-se brasileiros que estudavam na faculdade em Coimbra, e começa-se um Entrudo trapalhão com umas carroças e umas acácias", afirma.
Uma brincadeira, mas já com sotaque brasileiro, que mais tarde se intensifica e passa de Entrudo a carnaval, com a Mealhada a ser o primeiro carnaval com reis vindos do Brasil. "Pensámos em trazer uma figura, mas as nacionais eram muito caras. Depois pensámos no Fitipaldi, mas depois chegámos à opção de um brasileiro", sorri João Peres ao recordar.
E veio o primeiro, um dos atores principais da novela Gabriela Cravo e Canela: Dr. Ezequiel, interpretado por Jaime Barcelos. Depois deste seguiram-se dezenas de outros atores, mas o ponto alto foi com Tony Ramos."Em 79 foi uma enchente que a Mealhada rebentou pelas costuras. Não teve capacidade para absorver tanta gente"
O carnaval luso-brasileiro deixou de ter reis brasileiros no ano passado; o rei foi o leitão, "como forma de valorizar mais os produtos locais, sobretudo os de maior relevo. E é nesta linha que continua a edição deste ano, com intenções de valorizar os produtos do concelho, sobretudo os que foram eleitos as quatro maravilhas do concelho da Mealhada: o pão, a água, o leitão e o vinho.
A apresentação das escolas de samba é já esta sexta-feira: os corsos principais serão (obviamente) no domingo ena terça-feira.
Como nota, a música de fundo que se ouve na reportagem sonora é da Escola de Samba "Sócios da Mangueira", da Mealhada, uma escola de Samba que existe desde 1978."
por Miguel Midões
Resgatado de: TSF

Hoje a minha preferida é... Billy Joel * Piano Man




Billy Joel - Piano Man

Lyrics:

Its nine oclock on a saturday
The regular crowd shuffles in
Theres an old man sitting next to me
Makin love to his tonic and gin

He says, son, can you play me a memory?
Im not really sure how it goes
But its sad and its sweet and I knew it complete
When I wore a younger mans clothes

La la la, de de da
La la, de de da da da

Chorus:
Sing us a song, youre the piano man
Sing us a song tonight
Well, were all in the mood for a melody
And youve got us feelin alright

Now john at the bar is a friend of mine
He gets me my drinks for free
And hes quick with a joke or to light up your smoke
But theres someplace that hed rather be
He says, bill, I believe this is killing me.
As the smile ran away from his face
Well Im sure that I could be a movie star
If I could get out of this place

Oh, la la la, de de da
La la, de de da da da

Now paul is a real estate novelist
Who never had time for a wife
And hes talkin with davy whos still in the navy
And probably will be for life

And the waitress is practicing politics
As the businessmen slowly get stoned
Yes, theyre sharing a drink they call loneliness
But its better than drinkin alone

Chorus

Its a pretty good crowd for a saturday
And the manager gives me a smile
cause he knows that its me theyve been comin to see
To forget about life for a while
And the piano, it sounds like a carnival
And the microphone smells like a beer
And they sit at the bar and put bread in my jar
And say, man, what are you doin here?

Oh, la la la, de de da
La la, de de da da da

Viva Diogo

Viva o Diogo!
Viva o Diogo!
Viva o Diogo!
Viva o Diogo!
Viva o Diogo!
Viva o Diogo!
Viva o Diogo!
Viva o Diogo!

A propósito dum rosto

Que pobreza te vai na alma rapaz? 
Qual tristeza teus olhos cerram? 
Que passado tiveste 
que deu à criança que foste 
a não esperança em homem ser? 

Que necessidades te criaram? 
Que pancada levaste 
para que os teus olhos 
não mais vissem o que 
o teu coração deixou de sentir? 

Quanta revolta transmite 
cada fio do teu cabelo. 
O desalinho da tua desgraçada beleza 
torna-te alvo fácil 
que nem o medo te pode salvar. 

Que não me saibas 
como te soube quem te fez. 
Que não me saibas 
como muitos às tuas mãos te souberam. 

Enfia uma faca entre a goela (e...) 
calada e pressionada. 
Mata-te e renasce 
filho de ninguém, resultado de todos nós. 


Miro-te, tentando descortinar o que pensas........................... 


Do teu olhar morto, quedo, lívido,  
lavado de sentimentos 
só a esperança de que poderás ser 
te faz viver. 

Se olhasses o teu igual 
e lhe puxasses palavras 
deixarias a tua veste de carrasco. 
Morrerias ainda assim 
(que a realidade é fria e resoluta quanto a isso). 

Mas saberias, contudo, 
o que significa a empatia. 

Atreve-te rapaz! 
Sê forte. 
Dá o peito às palavras! 

Ao contrário das balas 
as palavras enriquecem o corpo. 

Despe-te 
e deixa o teu corpo nu 
receber 
a alma despida da tua vítima. 
Virgens na troca 
gerarão compaixão. 

Amolece rapaz e faz-te homem.  





Paulo Gonçalves * Dakar: A Atitude de um herói




Há momentos que devem ser gravados em pedra. Há atitudes que queremos que fiquem registadas e devem ser recordadas com frequência para que os valores importantes possam estar presentes na nossa vida.

A Atitude de Paulo Gonçalves, que parou para apoiar Walkner, o 3.º classificado do Rally Dakar 2016 prova e competidor direto, deve ser registada e espalhada a mensagem. É fácil falar de carácter e de atitudes, no entanto, vê-se quem realmente a tem, nos momentos difíceis.

Havia, com certeza, várias situações que podiam ser postas em causa com esta sua atuação: a vitória na prova, a sua relação com a marca que representa, com os patrocinadores são, à primeira vista os mais relevantes.

Felizmente, a solidariedade falou mais alto, e pudemos todos testemunhar um momento de grande desportivismo, de elevada dignidade humana.

Felizmente, a organização não contabilizou o tempo que esteve parado a dar apoio e ajudar o seu companheiro de prova, o que permitiu valorizar um ato que deve ser dos mais importantes no "espírito desportista".

Paulo Gonçalves diz que não é um herói. Se não o é, é pelo menos um exemplo a ter em consideração para aqueles valores que deveriam estar à frente na hierarquia.

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