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21 receitas para pôr regras no seu filho



1. As crianças necessitam de regras − coerentes, constantes e claras − sejam elas trazidas pela mãe ou pelo pai.

2. As regras da mãe e do pai, para serem saudáveis, não podem ser (milimetricamente) iguais. Precisam de zonas de tensão, climas duma certa aragenzinha do género: “Querem lá ver que me está a desautorizar...” e de muita manha das crianças: quer quando falam para dentro e, duma forma angélica, presumem que se o pai não disse que não (mesmo que não tenha conseguido discernir a pergunta) é porque está de acordo com ela, quer quando dizem à mãe (tipo cachorro abandonado): “Eu queria uma coisa... mas tu não vais deixar...” (que, depois de repetida três vezes, faz com que qualquer mãe diga “Sim!!!!!!” seja ao que for). Para serem saudáveis, as regras da mãe e do pai não têm que ser um exemplo de unicidade. Precisamente, unicamente, de encontrar nos gestos de um e do outro um mínimo denominador comum.

3. As regras dos pais, ao pé das dos avós, têm sempre “voto de qualidade”. Que as regras dos avós sejam açucaradas é bom; até porque traz contraditório a alguns excessos dos pais. Que em presença de um dos pais, valham as regras dos avós, não há melhor incentivo à confusão.

4. Para as regras dos pais serem apuradas, eles precisam de esgotar, de vez em quando, as quotas de parvoíce a que todas as pessoas têm direito. Pais que nunca se enganam podem ter como aspiração ser bons governantes... Mas são maus pais.

5. Todos os pais, de coração grande, têm (por isso mesmo) a cabeça quente. Exageram, portanto, algumas vezes. Mesmo quando, duma forma ternurenta, mandam as crianças de quarentena para o quarto para pensarem nas asneiras que fizeram (que, à escala do crime económico, vale tanto como desterrar um infrator nas Ilhas Caimão para reconsiderar sobre tudo aquilo que subtraiu à margem da Lei).

6. As regras não se explicam, não se negoceiam nem se justificam. Muito menos, constantemente. Explicação será exceção. A baliza de referência para todas as regras serão os comportamentos dos pais: não é credível que os pais exijam aquilo que eles próprios, um com o outro ou com terceiros, não façam, regularmente.

7. As regras exigem-se. Não se solicitam. E essa exigência deve fazer-se de forma firme e serena.

8. Às regras não se pode chegar depois de muitas ameaças, admoestações ou avisos. E, muito menos, com decibéis em excesso ou na companhia dum olhar assustado por parte dos pais. Se fosse assim, os pais exigiriam serenidade e bom senso com a boca e alarmismo, inflamação e ira, com o seu olhar (ora hostil ora assustado). E, num caso desses, as crianças assustar-se-iam e, em função disso, tenderiam a reagir como um animal encurralado...

9. Autoridade é um exercício de bondade. Exercê-la a medo é pedir desculpa por ser bondoso.

10. Depois duma criança ser avisada duas vezes, as regras dos pais têm de se cumprir. Isto é, têm mesmo de ser levadas a efeito. Ora, se os pais avisam e não cumprem, se avisam e reagem a uma falha com mais avisos, ou se avisam e, de seguida, são desmedidos no exercício da sua justiça, tudo fica confuso e inconsequente.

11. Os pais não podem zangar-se como quem promove pagamentos por conta. Na versão do velho Oeste isso significaria: dispara primeiro e pergunta depois. Isto é: não podem zangar-se por antecipação, na esperança de que isso promova a justiça. E não podem, diante duma mesma infração, hoje, zangarem-se e, amanhã, nem por isso. Porque, ao acumularem zanga, deixam passar situações que precisariam de ser claramente repreendidas para que reajam, mais tarde, diante doutras quase insignificantes. À escala da política tributária, isso significaria zangas com juros de mora. E ninguém consegue ser justo cobrando juros sobre juros a quem quer que seja...

12. Sempre que os pais se sentem muito magoados diante dum qualquer ato dum filho, estão proibidos de reagir num impulso. É melhor parecerem vacilar em tempo real e, depois da mãe e do pai conferenciarem, mais logo, ao jantar, a coima ser clara e inequívoca.

13. A regra será: sempre que o comportamento dos filhos magoe os pais eles estão obrigados a reagir. Sempre! Magoar os pais e não ter − numa repreensão, num castigo, ou numa palmada no rabo, excecional − uma forma de sinalizar o mal que se faz aos pais, através, da dor, como um interdito, é acarinhá-lo, por omissão. No entanto, nenhuma criança se torna má sem que os pais - por aflição, por exemplo - não promovam, sem querer, várias maldades. 

14. Atribuir-se a culpa dos atos duma criança ao outro dos pais ou aos avós, por exemplo, é uma forma de fugir à responsabilidade. Em caso de dúvida em relação às regras da mãe e do pai, ou dos pais e dos avós, todas as crianças elevam a fasquia das asneiras, na ânsia de verem os pais, sempre que elas passam por um nível seguinte, a conseguirem ser justos.

15. Diante das asneiras das crianças, vale pouco que os pais abusem nos castigos. Se os castigos forem ocasionais e adequados à infração, nada se perde. Se forem desmedidos ou repetidos são insensatos. Na verdade, sempre que os pais dominam a situação, em tempo real, os castigos deixam de ser precisos logo que os pais passam de verde para amarelo.

16. Se os pais exercem a autoridade a medo, assustam. Pais assustados, tornam as crianças assustadiças. Isto é, capazes de reagir de forma desafiante sempre que se sentem encurraladas entre os seus medos e os medos dos pais.

17. Se os pais exercem a autoridade de forma pesada e deprimida, assustam, também. Porque à tristeza contida dos pais chama-se hostilidade. E essa hostilidade, associada a um ralhete, onera uma repreensão com sobretaxas que se tornam enigmáticas (e injustas) para as crianças.

18. Se os pais, em vez de se zangarem, ameaçam que ficam tristes, estão a dizer às crianças que elas os magoam (e isso, regra geral, elas já sabem). E, claro, que são de porcelana, quando se trata de as proteger e reagir. Pais deprimidos são, por isso mesmo, mais abandónicos do que parecem. São amigos do queixume, mas pouco pais, portanto.

19. Se os pais não se zangam mas amuam, estão a fazer duma família uma escola de rancores. Rancor é ressentimento e ira, numa relação de dois em um. E isso torna os pais mais assustadores do que quando se esganiçam e exageram.

20. Por tudo isto, é claro que por trás duma criança difícil está um adulto em dificuldades. Mas por trás duma outra exemplar estão pais mais ou menos tirânicos. Da mesma forma, por trás duma criança certinha está alguém mais ou menos assustado que, por exigências exageradas, ainda não pôde experimentar que a função fundamental dum filho é pôr problemas aos pais.

21. A autoridade é um exercício de bondade. Aceita-se quando nos chega pela mão de quem nos ama ou das pessoas que admiramos. Mesmo que as crianças, num primeiro momento, a desafiem, que é uma forma de, por cada não (“não me doeu”, “não ouvi”, e assim sucessivamente) afirmarem (que ela só tem sentido) duas vezes. Seja como for, a autoridade pressupõe sabedoria, bondade e sentido de justiça. E nenhuma criança, nenhuma mesmo, a rejeita. Mesmo que ela chegue mediada por alguma dor. Ninguém aprende sem alguma dor. 
Como eu gosto dizer, a dor é o sal da sabedoria.


Escrito por Eduardo Sá in [Pais e Filhos]:

Discurso de despedida do presidente da Coca-Cola, Bryan Dyson


Não tenho a certeza se é mito ou real, mas sei que, de quando em quando reaparece nos meios digitais. Todavia, sempre que o recebo, leio com atenção e volto a pensar que gostava de escrever este texto. Independentemente da sua origem, vale a pena ler.
“Imagina a vida como um jogo em que estás a fazer malabarismos com cinco bolas no ar. Estas são: o Trabalho – a Família – a Saúde – os Amigos e a Vida Espiritual. Terás de mantê-las todas no ar.
Vais perceber rapidamente que o Trabalho é como uma bola de borracha. Se a soltares, ela ressalta e volta.
Mas as outras quatro bolas: Família, Saúde, Amigos e Vida Espiritual, são frágeis como vidros. Se soltares qualquer uma delas, ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebrada, o que significa que nunca mais voltará a ser a mesma.
Devemos entender isto: temos que apreciar e fazer um esforço para nos conseguirmos focar no mais valioso.
Trabalha eficientemente no horário previsto do escritório e deixa o trabalho no escritório. Dá o tempo merecido à tua família e aos teus amigos.
Faz exercício, alimenta-te e descansa bem. E sobretudo… Cresce na tua vida interior, na espiritual, que é o mais transcendental, porque é eterno.
Shakespeare dizia: “Sinto-me sempre feliz, sabes por quê? Porque não espero nada de ninguém. Esperar causa sempre dor. Os problemas não são eternos, têm sempre solução.
O único que não se resolve é a morte. A vida é curta, por isso, ama-a!
Vive intensamente e recorda:
Antes de falares… Escuta!
Antes de escreveres… Pensa!
Antes de criticares… Examina!
Antes de ferires… Sente!
Antes de orares… Perdoa!
Antes de gastares… Ganha!
Antes de te renderes… Tenta de novo!
ANTES DE MORRERES… VIVE!

Gostava de ter feito este discurso. Mais ainda, gostava de o aplicar de forma irrepreensível.
Apesar de entender, compreender e concordar, o estado Zen é quando a bola de Borracha, o Trabalho se mistura de tal forma com as outras que ganha algumas características do vidro.
Por outro lado, quando a Família, a Saúde, os Amigos e a Vida Espiritual, ganham características de borracha, tornando-se menos permissíveis a qualquer queda, e permitindo que ultrapassemos mais facilmente os problemas que, provavelmente, vão aparecendo em cada uma das áreas. 
Cada um tem as suas prioridades, mas gosto de pensar como Confúcio, quando nos dizia: "Escolhe um trabalho que gostes e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida." 
Definir bem as prioridades e deixar o trabalho fora de casa deve ser fantástico.
Fundir as diferentes bolas numa única, deve ser absolutamente celestial.

Os 10 países mais "GORDOS" do planeta

Os 10 países mais "GORDOS" do planeta são:


1.º Estados Unidos da América, com 78 milhões de pessoas, ou 33% da população adulta "gorda"!
2.º China, com 46 milhões de pessoas, ou 4,4% da população adulta "gorda"!
3.º Índia, com 30 milhões de pessoas, ou 3,8% da população adulta "gorda"!
4.º Rússia, com 28 milhões de pessoas, ou 24,1% da população adulta "gorda"!
5.º Brasil, com 22 milhões de pessoas, ou 16,2% da população adulta "gorda"!
6.º México, com 20 milhões de pessoas, ou 26,9% da população adulta "gorda"!
7.º Egipto, com 18 milhões de pessoas, ou 35,9% da população adulta "gorda"!
8.º Alemanha, com 16 milhões de pessoas, ou 24,3% da população adulta "gorda"!
9.º Pakistão, com 14 milhões de pessoas, ou 13,6% da população adulta "gorda"!
10.º Indonésia, com 11 milhões de pessoas, ou 6,8% da população adulta "gorda"!
de acordo com [Business Insider]

Neste caso, e de acordo com os critérios seguidos, relacionado com o número de obesos, os portugueses podem enfardar à grande e à francesa (conceito desenquadrado com estes rankings), que não chegarão ao Top10. 

Aliás, fazendo futurologia, arriscava dizer com elevado grau de certeza, que nem no final de 2020, final do ciclo de financiamento comunitário, Portugal entrará neste Top10.

Feliz 2015 e resoluções de ano novo!


Começa já hoje (31 de Dezembro) a praticar as resoluções de ano novo........
 ou aguenta os Garfields que te rodeiam...

Ranking de desempenho climático | Estamos em 4.º!

Fonte: http://www.vidroquimica.com.br/
Esta é uma listagem onde não me importaria de ver Portugal em 58.º no ranking. Com a mesma pontuação que obteve. Significaria que 57 países, a maior parte com maior impacto do que o de Portugal, estariam a fazer mais e melhor pela redução das emissões de CO2, associadas à produção de energia.
"Portugal é o quarto país mais bem classificado de uma lista que classifica várias nações pelo seu comportamento em relação às alterações climáticas. Esta é a classificação do décimo Climate Change Performance Index, um índice feito por organizações ambientalistas internacionais que avalia o comportamento de 58 países responsáveis por mais de 90% das emissões de CO2 associadas à produção de energia.
No topo dos mais bem classificados da lista deste ano está a Dinamarca (que lidera o ranking há três anos consecutivos), seguida pela Suécia e Reino Unido. No final do ranking surge a Austrália e a Arábia Saudita."
Preocupante ainda, é o facto de "os três primeiros lugares do ranking, que corresponderiam a países com um desempenho “muito bom” no que toca ao desempenho climático, não estão ocupados."


Fonte: Green Savers




E se o chocolate acabar?

Há noticias que nos deixam preocupados.

Quando alguém nos apresenta uma notícia sobre a possibilidade de acabar o chocolate no mundo, Como reagimos??

Primeiro choramos, depois batemos com a cabeça, seguido de um sentimento de injustiça enorme, o qual gritamos a plenos pulmões qual arauto desse sentimento. Porquê? Porquê, deuses do Olimpo!

Porque a procura é cada vez maior!
Porque a seca e as pragas são uma realidade!
Porque a preferência pelo chocolate com 70% de cacau aumenta!

Felizmente, a criatividade já trabalha em prol da inovação!!!
Felizmente, investigadores agrónomos da África Central já procuram soluções! Sim, vão dar discussão, mas a alternativa não é tão agradável!

Fonte: http://imgkid.com/mad-scientist-background.shtml

Criatividade e Inovação em prol de um futuro com chocolate!

Ver mais em: [O chocolate no mundo pode acabar]

Inspiração para uma Vida Mágica em Coimbra




Conheces alguém que chegue a soluções quando está sempre focado no que aparentemente está "mal"?
Conheces alguém feliz que esteja sempre a olhar para o lado "negativo" das coisas? Nós também não...

Este foi o mote para que a Academia de Voo desafiasse a Life Trainning a inspirar Coimbra. O desafio foi aceite e assim:

Vai realizar-se no próximo dia 13 de Novembro , pelas 21H, no Auditório do ISCAC, o evento “Inspiração para uma Vida Mágica” .

Inspiração para uma Vida Mágica é o nome da ação que a Academia de Voo-asas para empreendedores, traz a Coimbra em parceria com a Life Trainning.

Já arrancou pelo país o evento que vai inspirar Portugal, a “viver uma vida mágica”. O evento “Inspiração para uma Vida Mágica” vai passar por várias regiões de Portugal, contribuindo em cada um para uma causa social. A edição de Coimbra, cuja organização está a cargo da Academia de Voo - asas para empreendedores irá reverter para a ERGUE-TE!

Inspirar Portugal a “viver uma vida mágica” é um projeto da LIFE Training organizado em parceria com entidades e personalidades de cada uma das regiões participantes. Cada ação é composta por 120 minutos de pura inspiração dotando os participantes de ferramentas que ajudarão na busca de melhores resultados, tornando a sua vida mais "mágica".
Depois do sucesso de São João da Madeira e Leiria, é a vez de Coimbra, no próximo dia 13 de novembro, quinta-feira.

Pedro Vieira, palestrante internacional e formador nas áreas da motivação, coaching, liderança e desenvolvimento comportamental é o orador, dando a  conhecer na forma descontraída que o caracteriza, três grandes áreas do desenvolvimento pessoal - o coaching, a programação neuro linguística e o mindfulness. De forma criativa e dinâmica, Pedro Vieira utiliza o  storytelling e outras técnicas de comunicação de excelência.

Depois de estar presente em todo o país, esta iniciativa vai culminar com dois eventos de grande dimensão, nas cidades de Lisboa e Porto.

Pode adquirir bilhetes para o evento no Cowork.Coimbra ou na CaisPharma, na Mealhada.

Para mais informações contacte:

Fátima Jacinto
239049820

geral@academiadevoo.com

Getúlio


Quando falamos no Brasil, o Carnaval com o Samba e o Futebol estão na primeira linha da nossa associação de atividades ao país irmão. Há, no entanto, partes importantes da história do Brasil que são menos conhecidas.

O filme Getúlio, é excelente. Prende-nos ao ecrã e faz-nos desejar que o intervalo passe depressa. É um choque quando chega e queremos que vá depressa. Getúlio faz-nos viver momentos da história pela intensidade do suspense e ajuda-nos a compreender alguma da história recente do Brasil, conhecendo melhor a sua caminhada até aos dias de hoje. Os 19 últimos dias de Getúlio, intensos, que também nos fazem, de forma gradual, tomar partido por uma das partes.

Se ainda não o fosse, esta seria a consagração de um ator que demonstra, ao longo dos anos, ter uma qualidade assombrosa. Interpretação sublime de Tony Ramos!

Entre outras, uma das frases marcantes que Getúlio diz, é universal e intemporal:
"Em 15 anos, nunca pediram nada para o país, sempre pediram para alguém!!"

A cerveja mata! Como?

A cerveja é uma bebida genial! Eu gosto de boa cerveja e tenho experimentado algumas boas cervejas industriais, mas também a cerveja artesanal. Cometo o sacrilégio, segundo alguns consumidores intensivos de cerveja, de dizer com frequência que a minha cerveja preferida é a Radler. Estes voluntariosos defensores da cerveja "pura da cepa" dizem que não é cerveja, que é sumo de limão, que é tipo 7Up sem coragem para se assumir como tal, entre outras! Eu continuo a dizer que é a minha cerveja preferida.

Nesta época da latada, se a Radler fosse a cerveja preferida dos estudantes, provavelmente evitar-se-ia que gente que já não estuda fosse acordada às seis da manhã aos berros e buzinadelas. Sim, porque para chegar a esse estado à base de Radler, acredito que antes de perder o juízo, rebentasse.

Isto leva-nos à questão central: A cerveja pode matar?

Pode!! Por inchar e rebentar, nunca ouvi qualquer caso, mas ao contrário do que seria expectável, a situação aqui apresentada não está relacionada com excesso de consumo, de acidentes de viação, de alcoolismo ou outras situações óbvias, relacionadas, essencialmente, com o consumo de cerveja.  Há 200 anos, a 17 de Outubro de 1814, poucos terão ficado felizes por estarem a ser contemplados pelo sonho de muitos que dizem que gostariam de estar num tanque de cerveja. Neste caso, porque os túneis de cerveja rebentaram e provocaram uma enxurrada pelas ruas de Londres, danificando ruas e deitando edifícios abaixo. Assim, poderíamos dizer que a cerveja, quando consumida em excesso, pode ter efeitos perniciosos, mas dificilmente diríamos que iria matar através de uma enxurrada, ou de uma onda de cerveja. Um Tsunami que é o sonho de muita gente em Coimbra, pelo menos duas vezes por ano, mas que foi fatal para várias pessoas, nessa altura.

É caso para dizer ao génio que concede os 3 desejos!
"Génio da lâmpada, dá-me cerveja que dure uma vida! Mas não toda de uma só vez!!"

Venha agora essa Radler!!!

Ler mais em:
[HypeScience]
[Goronah]



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A imagem conta?

Nem sempre damos a devida importância à imagem. Não é tudo! Longe disso!

Mas cria a primeira impressão!

Há quem se manifeste ruidosamente e com sinceridade absoluta sobre a primeira impressão criada:

video

Como correr 40 minutos? My way!


No post http://meababel.blogspot.pt/2014/08/como-correr-40-minutos.html, estão definidos os fundamentos para começar a correr e a ligação para um programa especifico e gradual que me vai ajudar a atingir os 40 minutos, objetivo impossível há 1 mês atrás, segundo as minhas crenças mais profundas.

O diagnóstico:
O processo começou com um teste à capacidade do momento. Devia correr até aguentar e, mediante o n.º de minutos que aguentasse a correr, entrava em determinado patamar. Um diagnóstico simples. Apesar da sua simplicidade, entrei a errar desde o primeiro momento. Sabia  o quão importante é o aquecimento. Não só pela leitura do programa, mas pela prática de outros desportos praticados há tanto tempo que me esqueci de valorizar o dito aquecimento. Quando apareceu um amigo a correr e me convidou para ir andando com ele, o aquecimento foi-se. Foi a primeira e a última vez que tal aconteceu. Não sei se teve influência no meu desempenho ou não, assim como o facto de ir acompanhado teve também, provavelmente, influência.

O resultado foi 6 minutos até os bofes sairem boca fora! Conclusão comecei no equivalente à terceira semana do teste.

A corrida:
O processo é simples: um bom aquecimento (não esquecer) e séries de 3 minutos de corrida intervaladas com 3 minutos de marcha! Confesso que neste primeiro dia, fiquei com as pernas a doer ao fim de 10 minutos. Curiosamente, ou não, ao terceiro dia as pernas começaram a ir abaixo aos 20 minutos. Foi interessante ver a evolução e sentir que poderá acontecer!

O 4.º dia, cuja série era igual ao 3.º dia, foi bem complicado. Uma saída até terras do Planalto Mirandês, e o usufruto da hospitalidade e gastronomia da zona, fez com que o peso aumentasse significativamente. Essa, foi uma corrida que, apesar de chegar até ao fim, resolvi repetir para me sentir mais confortável e sólido na evolução!

O dia que me custou mesmo, foi no dia seguinte a ter saído com um amigo para uma mariscada, regada com litradas de cerveja e com cerca de 5 horas dormidas. Poder-se-ia tirar daqui a conclusão óbvia de que o marisco faz mal às pernas.

Nos últimos dias, tem sido mais difícil fazer a primeira série, as pernas parece que doem muito mais, do que as séries seguintes.

No dia a seguir ao Equilibra-te, organizado pela Associação CADES, com várias modalidades desde a dança, ao treino de Fitness de alta intensidade, foi a caminhada do Night Runners da Mealhada, o que dá sempre para relaxar entre corridas. Na terça, 11.º dia de programa, a primeira série parecia que não terminava. 7,5 minutos dolorosos e que custaram. Curiosamente, no final parecia que estava em condições de fazer mais uma ou duas voltas. Sempre a um ritmo lento, análogo ao Adagio na música!

My way:
Confesso que o que mais me tem custado neste processo gradual, é recusar alguns convites para correr! Gente boa e que ajuda a motivação do processo, e que o torna mais fácil, quer correr comigo, o que é uma honra enorme. Eu também quero correr com toda essa gente boa, mas quando tiver pedalada para acompanhar minimamente esta gente solidária e que gosta de ajudar! É que correr acompanhado parece-me ser muito mais divertido do que correr sozinho. No entanto, o caminho tem as suas etapas específicas e sem estes passos, dificilmente poderia correr sozinho ou acompanhado. E tem sido uma aprendizagem importante saber dizer não. Todos ficamos mais satisfeitos com o resultado do não, mesmo que disso não tenhamos consciência.

Claro que gostava de estalar os dedos e de estar em forma para fazer 1 hora de corrida a ritmo Vivace, mas não é assim que as coisas se passam. Tenho que passar pelo processo até ficar apto. Eu estou a passar pelo processo by the book, para assegurar que consigo lá chegar. Nessa altura, serei eu a convidar-vos para corrermos juntos e podermos usufruir de saúde mais robusta e relações mais sólidas por via do desporto.

Até breve, numa corrida de 40 minutos!!!
Uma querida amiga envio-me este poema, cujo autor desconheço, mas que Hoje, Gosto!


Agora que a vida
é um mar de plumas, deixa-me aprender a viver sem peso nenhum e com todas as asas. Deixa inundar-me desta leveza em que agora adormeço e acordo. Acaricia-me, ó vida, com essa suavidade incomodamente nova na minha pele. Que me fez querer viver-te em passos lentos, e sentir-te devagar. devagar, devagar.

Obrigado, AMO! AMO!

Como correr 40 minutos?



Definir Objetivos

Há objetivos que ficam sempre relegados para segundo plano, pela aceleração constante presente no dia a dia. No meu caso, sempre quis praticar desporto com regularidade e aprender a tocar guitarra/viola.

Decidir
A decisão nem sempre é fácil, mas o contexto ajuda-nos sempre a tomar as decisões. Nesta fase da vida, a decisão foi começar algum desporto. A guitarra/viola fica para daqui a uns tempos, quando o desporto estiver bem consolidado nos meus hábitos diários. Serei um Carlos Paredes tipo Saramago, com um começo tardio na arte!

Escolher
Passei à fase de escolha dos desportos. Nada fácil... Karate, basquet, natação, futebol, ténis, BTT, golfe... Tive até umas lições de golfe que indiciavam algum jeito (para quem quer brincadeira, não para profissionais).

No entanto, qualquer um deles implicava:
* agenda do próprio desporto (incompatível com a minha profissão e a regularidade de horários que não tenho);
* mais tempo do que eu tenho (soa a desculpa), mas mais do que uma hora por dia torna-se, muitas vezes incomportável;
* compromisso com outras pessoas, em que, mais uma vez, os meus afazeres fariam com que nem sempre fosse possível cumprir.

O desafio estava a ser grande, associado a uma motivação que ainda não estava nos níveis mais elevados. A corrida, nunca esteve em cima da mesa, pois era desporto que pura e simplesmente era carta fora do baralho.

O contexto:
No entanto, quando recentemente o Tiago, num almoço, me disse que agora corria à hora de almoço e me desafiou a correr com ele, a resposta imediata foi "Nem pensar! Correr não é comigo! Essas experiências foram só no Liceu e nunca gostei muito." Mas fiquei a matutar nas minhas palavras, nas do Tiago e nas do Victor, um apaixonado pela corrida e de quem fiquei ao lado há uns meses na comemoração do aniversário do Coimbra Toastmasters Club.

Por coincidência ou não, fui a uma Night Runners na Mealhada que fez com que pensasse que este seria um desporto a ter em consideração. A Marta, a Janine, o Luis Carlos, o Amorim, o Miguel, foram pessoas que, de alguma forma, foram importantes nas primeiras corridas que fiz e que me mostraram que é possível correr, mesmo que disso não tenham consciência. Tive ainda a sorte de dar uma formação na Figueira da Foz, em que vários dos formandos eram praticantes ativos de desporto (diverso) e que deram dicas e mais motivação para continuar. Outra motivação relevante é o preço!! Nesta fase da minha vida é fundamental! Não tenho dinheiro nem para mandar cantar um cego, quanto mais para ir para um ginásio ou para um Health Club! Também queria massagens e serviço de quarto, mas para já, a corrida no exterior é uma boa opção!!

Começar
A questão principal passa por saber como começar a correr. Ver aquele pessoal que corre kms a fio com uma cadência de tapete industrial sem paragens é engraçado, mas desmotivante. É importante ter a consciência que uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. E esse pessoal, é outra coisa.

Há que saber bem quais são as nossas motivações para correr: fatores como saúde, peso, social, bem estar emocional ou psíquico, fatores morenas ou loiras, ou desafio pessoal. Normalmente há um conjunto de fatores, sendo que um deles provoca o click e contraria a inércia do sofá. 

O cuidado a ter nesta fase passa muito por saber dizer "NÃO"! É uma tentação enorme quando os amigos/as nos desafiam para correr. É uma honra, mas acarreta um risco grande: abandonar precocemente a corrida. Eu também queria começar a correr a curto prazo imenso, rápido e acompanhar todo e qualquer ser que corra no espaço em que normalmente corro.Sonho ser o Usain Bolt a fazer uma maratona com a velocidade constante que consegue nos 100 metros. Já me avisaram que será difícil! 

Custa dizer que não a pessoas que nos desafiam com a melhor das intenções, com um intuito claro de ajudar, mas há um caminho a percorrer antes de eu poder aceitar esses desafios. Primeiro, há que saber gatinhar para depois conseguir andar. É que eu corria 2 minutos e ficava a bufar como se fumasse 4 maços de tabaco por dia e tivesse 120kg em cada perna! Hoje, já consegui correr 4 séries de 6 minutos, intercaladas com marcha de 2 minutos. Impensável há duas semanas atrás! Já dá direito a marisco e umas cervejas! Brincando, né?

O que fazer?

O que fiz, foi procurar um programa que me ensinasse a correr e a melhorar gradualmente as minhas capacidades, sem exagerar no esforço a realizar e sem sentir que cada treino tinha sido atropelado por uma manada de elefantes em fuga. Tinha que ter algo que exigisse esforço e, simultaneamente, permitisse que no dia seguinte pudesse ir para o campo de treinos sem ir a rastejar. 

Fui à procura de um programa que me parecesse interessante e adequado à minha lenta evolução e encontrei uma página que me pareceu adequada: corre 40 minutos. Correr 40 minutos é um desafio enorme para mim, mas as metas intermédias colocadas no programa fizeram com que eu, à partida, pensasse ser possível.

Nesta fase, há que definir pequenas metas e festejar as vitórias que se vão tendo. Tenho feito o programa de forma sequencial e sem saltar etapas e a noção de que correr 40 minutos é uma questão de tempo. Qualquer pessoa, desde que minimamente saudável, é capaz. Haja vontade.

Proximamente, ficarei aqui com o relato dos primeiros dias de corrida, que é um processo de treino e aprendizagem semelhante a tantas outras atividades. Desde outros desportos, como aprender a trabalhar com máquinas, como aprender a operar, como aprender uma língua, a cantar ou a tocar um instrumento musical! O princípio base é o mesmo e está relacionado com um número mágico, e com o treino dedicado à causa "em causa"!

Estou a aprender bastante com este processo, incluindo a importância da paciência. Os brasileiros dizem que "apressado come crú", e neste caso da corrida, é importante para mim a "slow evolution". Consistente, mas tranquila!

Falarei proximamente no processo de teste à nossa capacidade de corrida, o qual iniciei com um rotundo erro...

O Segredo das Mulheres



Miguel Esteves Cardoso tem razão? 


Relativamente aos homens sei do que ele fala e quanto às mulheres? 

Terá algum fundamento?


"Como os homens andam sempre atrasados em relação às mulheres (porque só pensam numa coisa de cada vez e acham que falar acerca das coisas é pior do que fazê-las), quem sabe se não é estudando o comportamento feminino de hoje que poderemos vislumbrar o nosso macaquismo masculino de amanhã?
As mulheres de hoje sabem quem lhes pode fazer mal: são as outras mulheres. Os homens, por muito amados e queridos, nem sequer são considerados competidores. São como são, têm a inteligência e o material que têm - e que Deus os abençoe por ser assim, como os pêssegos-rosa e os arcos-íris e todos os outros fenómenos naturais que são difíceis de prever e de controlar.

O segredo das mulheres, que nenhum homem pode perceber, a não ser que seja amado por alguma que se sinta suficientemente amada por um para lhe contar mais do que o suficiente para ele continuar a existir tal como é (que mais não se lhe pede) é: os homens não entram na equação. É tudo uma questão entre elas.
Elas são espertas. É por isso que morrem de medo umas das outras. Conhecem o perigo e sabem quem pode emperigá-las. São as outras mulheres. É por isso que dizem mal umas das outras, mesmo quando gostam. O que é impressionante não é irem contra o coração, custando-lhes maldizer uma mulher que gostariam de abençoar. É respeitarem-se tanto como adversárias que estão dispostas a mentir para ter uma hipótese - por muito injusta e maldita - de ganhar.

É difícil um homem perceber isto, por andarmos muito enganados e sermos naturalmente estúpidos. O ciúme e a inveja das mulheres, por muito que nos custe, não nos diz respeito. Nós somos os objectos mas elas é que são o leilão. Arrematar é uma arte delas; nós, por muito lindos e preciosos, somos os arrematados.
As mulheres de hoje têm de dizer mal umas das outras porque foram essas as regras que estabeleceram. Enquanto um homem é bruto de mais para dizer mal de um homem de quem gosta (o contrário, que é dizer bem do que não se gosta, é fácil e comum a toda a Humanidade), a mulher é suficientemente flexível e sensível para dizer mal de uma mulher de quem gosta; ao mesmo tempo que lhe custa (sim) e envergonha (nunca) dizer aquelas palavras.

Aquilo que eu não percebo (entre todas de que falei sem conseguir percebê-las) é porque é que as mulheres que hoje têm 80 anos se elogiavam umas às outras com o mesmo à-vontade (e, se calhar, frieza) com que as mulheres mais novas cortam nas casacas (como se as mulheres tivessem tal coisa) umas das outras.
Parece-me, como humilde estudante, que a razão é a mesma: as mulheres têm medo umas das outras. Respeitam-se. Invejam-se. Enciu-mam-se. Gostem ou não gostem.
O medo, o respeito, a inveja e o ciúme são independentes do afecto. É neste aspecto que nos falta, a nós, homens, o aperfeiçoamento genético, de Adão para Eva, que nos permita reter o melhor e o pior dos dois mundos. Há o mundo do que se faz e diz. E há o mundo do que se sente e acredita.
Nós temos de escolher entre os dois, a cada momento. Elas não.
Elas têm o triunfo e o castigo de terem tudo ao mesmo tempo.
Incluindo nós. "

Miguel Esteves Cardoso, in 'Como é Linda a Puta da Vida'

Bom Karma, Dalai Lama!


Instruções para uma vida em forma de mantra:

1. Tem em conta que os grandes amores e enganos comportam um grande risco.
2. Se perderes, não percas a lição.
3. Aplica a regra dos 3 R's:
  * Respeita-te a ti mesmo;
  * Respeita os demais, e
  * Responsabiliza-te pelas tuas ações.

Quebra-Costas e o Património Mundial da Humanidade com Jazz

Depois de alguns anos sem noites de Quebra-Costas, estive lá há 2 meses e ontem voltei. O mítico Quebra Costas Bar está inserido num espaço absolutamente místico, que está integrado na zona classificada como Património Mundial da Humanidade e que, para um leigo como eu em questões musicais, permite uma acústica próxima do divino.

A boa companhia, a boa música com os JPN Trio e o cenário sublime promove um serão próximo da perfeição.

Não foi Radler com Jazz, mas foi Bohemia com Jazz.

Dia 18/07 lá estarei para ver o concerto do Mário Laginha. Vou fazer um pedido especial ao dono do bar para ver se já dá para ver Mário Laginha com Radler.

Vejam como foi:





PEDIR AJUDA OU SER AJUDA?


A felicidade é feita de alegrias e tristezas. É o que brota de um coração que, ao bater, transborda de amor. Julgar que uma vida boa corresponde a uma existência sem sofrimentos é não compreender a essência da vida, esquecendo-se de um dos seus pilares fundamentais. É verdade que ninguém deseja a dor... e, no entanto, sem sofrimentos, quem é que desejaria a felicidade? Quem é que estaria disposto a persegui-la, sofrendo também por (ainda) não ser feliz?

Amar é dar e aceitar o que o mundo e os outros puderem e quiserem dar... Poderá ser pouco... ou nada até... Em qualquer caso, é sempre melhor dar do que receber. Só é carenciado quem se faz dependente da generosidade alheia. 

O contrário da felicidade é o medo. Um vazio que, em luta constante, nos destrói a partir de dentro, cavando em nós. Ser feliz passa por ir além do medo, preenchendo os vazios com as alegrias e tristezas, respondendo-lhe com a certeza da esperança. Temer, sofrer, mas sorrir. Uma harmonia de equilíbrios. 

Um sorriso é a melhor forma de amparar as lágrimas. 

Amar é uma imensa gratidão do coração. A vida é um dom. Um milagre. Amar será a resposta à graça original de podermos estar aqui, hoje mesmo, agora, assim... Uma bondade e generosidade imensas que devemos fazer chegar à vida dos outros. Sendo que a minha bondade não depende da pobreza dos outros, mas tão-só da minha verdadeira riqueza.

A verdadeira riqueza não está no que se tem, por que isso se vai perder (mais tarde ou mais cedo), mas no que se é e que, por isso, se pode dar. 

Só quem escolhe ser bom se dá aos outros, porque reconhece em si um valor, uma luz única da qual os outros podem ser carentes. Mas a minha bondade só poderá realizar-se se eu assim escolher, se eu arriscar o fracasso de dar um passo adiante, apesar do medo... a responsabilidade de escolher quem é mais forte: a minha vontade de ser feliz ou o medo.

O desejo consome-nos. Ser feliz passa por ser capaz de dominar e diminuir os desejos. Quando se deseja muito, ainda que a vida, o mundo e os outros, sejam generosos, tudo parece pouco. Pobres e desgraçados são aqueles que têm muito e isso não lhes chega, e ricos serão aqueles que lhes basta e sobra do pouco que têm... 

É, pois, essencial compreender que a minha felicidade depende do que eu decidir desejar. Para os infelizes o valor está no que não têm... 

Muito do que somos não é obra nossa. Mas o essencial é. Esta escolha fundamental entre valorizar ou desvalorizar o que se tem e o que se é... ser feliz é construir um caminho e percorrê-lo, não é um destino nem o destino, é uma escolha. Dura. Que se estende no tempo. Uma luta contra os dias de euforia e contra as noites de desespero. Aceitando, sempre e sem medo, que se pode perder o que de melhor hoje está aqui... 

Ser feliz é ser capaz de criar e alimentar a alegria verdadeira que brota do próprio coração que ama. Uma gratidão pela existência. Um sorriso pela vida. Que serve aos outros, dando-lhes o amor e a alma que lhes pode estar a faltar... 

A nossa existência é um sopro que nos chega do alto sem pedir nada em troca. Que importa pois que não compreendamos o sentido exato de tudo? Nada. Desde que saibamos reconhecer o valor absoluto da nossa própria vida, com cada uma das alegrias e tristezas... desde que lutemos por ser bons, felizes... por merecer estar aqui. 

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jornal i
7 junho 2014
Ilustração de Carlos Ribeiro