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A crise do sushi ou o tubarão no tanque


A pesca e o problema do peixe fresco

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. A sua cultura utiliza peixe em muitos pratos e é a base da sua culinária. A partir de determinada altura do século passado, a indústria pesqueira deparou-se com um problema: os cardumes estavam a desaparecer da costa, o que os obrigou a pescar em distâncias cada vez maiores, com barcos maiores e com mais dias no mar, de forma a ter acesso aos cardumes com dimensão para alimentar toda uma população. Assim, o tempo entre a pesca e a entrega aos clientes foi aumentando. Esta questão levou a que os peixes perdessem algumas das suas características alimentares, e não fosse tão apetitoso, fazendo com que os japoneses já não apreciassem da mesma forma o peixe. Aqui estava um problema para a indústria pesqueira, que via as suas quotas em risco. Sabemos que, quando há problemas, entra a criatividade e o engenho para minimizar ou eliminar esse problema.

A solução
Assim, as empresas começaram a usar sistemas de congelação nos seus navios de pesca. Parecia uma boa solução, mas não foi. Apesar de congelarem o peixe em alto-mar, de forma a que o processo de congelação fosse o mais rápido possível, minimizando a perda de características do peixe fresco, os consumidores, com um gosto sensível e apurado ao longo de gerações a consumir peixe, percebiam a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e não gostavam.

O mercado justificava continuar a procura de soluções alternativas que permitissem que o gosto dos peixes se mantivesse incólume.

A outra solução
Foto: Lu Zhao no Pexels

Encontraram uma nova solução e os barcos começaram a ter tanques enormes, onde os peixes poderiam ser transportados vivos, desde o seu local de pesca em alto-mar, até ao local de consumo. Nos navios, enfiavam os peixes num tanque, tipo “sardinha em lata”, para otimizar a utilização do espaço. Após algum tempo, ficavam sossegados, sem se debater nem mover, pois acomodavam-se ao espaço exíguo. Uma estratégia brilhante, não fosse a falta de contributo dos peixes, que se tornavam sedentários e chegavam aos locais de consumo, apesar de vivos, com sintomas de cansaço e abatidos, o que influenciava o seu sabor e textura. E os japoneses continuavam a perceber uma diferença grande entre o peixe fresco e o peixe trazido até ao prato com os processos alternativos. Apesar das várias soluções, parecia que ainda não eram suficientes para agradar os clientes.

O problema continuava a existir na ponte do navio: o peixe que entregavam aos seus consumidores tinha um sabor diferente do peixe fresco.

Então, era preciso continuar a procurar outras soluções que permitissem entregar o peixe com o sabor de peixe fresco. Como o poderiam fazer? Como encontrar uma forma de levar ao consumidor a pureza do sabor a peixe fresco?

Ainda outra solução
Após tentativas infrutíferas, podiam ser levados a desistir, e a pôr a culpa em “bodes expiatórios”, começando pelos clientes. Claro que seria o caminho mais rápido para os resultados mais… desastrosos! Não foi o que aconteceu. O que aconteceu foi o surgir de uma nova solução que ainda hoje é usada. Se agora é uma ideia lógica e com sucesso, peço que se coloquem comigo no tempo e na sala onde pela primeira vez foi manifestada esta ideia, ou o conceito que se trabalhou até chegar a esta ideia. É provável que tenha deixado muitas dúvidas e reticências nos participantes das reuniões onde se deu esta ideia. Claro que podemos dizer que é uma ideia simples. Todavia, como já dizia Leonardo da Vinci que “a simplicidade é o último grau da satisfação.” E sabemos que para chegar a uma ideia simples, podemos ter que percorrer um longo caminho com ideias e experiências que nos façam ir aprendendo até chegar a um resultado simples e que nos satisfaz. E a ideia de pôr um tubarão pequeno nos tanques, fez o seu caminho e ainda hoje é utilizada nos navios pesqueiros, que andam vários dias por fora.

Algum de nós se lembraria desta solução?

Ovo de Colombo
Talvez… Contudo, tal como o Ovo de Colombo, após a apresentação da solução, verificamos como é tão simples e, com certeza, lá chegaríamos, mais cedo ou mais tarde. A questão é que se alguma alma caridosa não tivesse dado esta ideia, se as equipas não a tivessem trabalhado, aperfeiçoado e operacionalizado, podia ser muito tarde para a indústria pesqueira, que poderia ter perdido parte dos seus clientes, que entretanto já se poderiam ter afeiçoado a outros pratos e reduzido os gastos com o peixe.

Assim, apesar de uns quantos peixes se tornarem comida de tubarão durante o processo de transporte, uma imensa maioria dos peixes chegavam saborosos e frescos ao prato do consumidor, que voltaram a consumir o alimento em grande escala, para gáudio dos pescadores.

Esta história tornou-se uma metáfora que pode ser usado na vida empresarial ou nas nossas vidas pessoais e podemos retirar desta história algumas lições interessantes, que deixo a cada um a oportunidade de o fazer.

Carnaval da Mealhada: Do rei brasileiro ao rei leitão




Hoje é quarta-feira de cinzas. O Carnaval da Mealhada/Bairrada de 2016 já é história. Um bom dia para relembrar alguma história do Carnaval da Mealhada/Bairrada. Que seja cada vez mais um Carnaval da Bairrada!!

"A concorrência dificulta a vida dos carnavais mais antigos, como o Carnaval da Mealhada. Os gastos são elevados, os fatos e os carros alegóricos atingem valores praticamente insuportáveis e as comparticipações das autarquias têm diminuído. Por ser uma festa de Inverno, está dependente do tempo e num ano mau os prejuízos podem ascender aos milhares de euros.

A Mealhada foi o primeiro carnaval luso-brasileiro do país, mas atualmente, só na zona Centro, existem pelo menos mais três: Estarreja, Ovar e Figueira da Foz. A concorrência já fez tremer o Carnaval da Mealhada, o mais brasileiro de Portugal, onde existem já três escolas de Samba, mas a história ninguém lha tira. Foram dezenas os reis brasileiros que desfilaram no sambódromo da Bairrada. Reis que, no ano passado, foram substituídos pelo rei leitão.

Entre os vários culpados pelo início do Carnaval da Mealhada está Oliveira Salazar. "Havia as festas da vila, na altura, em julho, e foram suspensas por ordens do Governo", conta João Peres, fundador do Carnaval da Mealhada e membro da Associação do Carnaval da Bairrada.
Nos anos 70 cria-se a festa para saldar as despesas que ficaram das festas da terra interrompidas. "Fez-se um cortejo de brincadeira, convidaram-se brasileiros que estudavam na faculdade em Coimbra, e começa-se um Entrudo trapalhão com umas carroças e umas acácias", afirma.
Uma brincadeira, mas já com sotaque brasileiro, que mais tarde se intensifica e passa de Entrudo a carnaval, com a Mealhada a ser o primeiro carnaval com reis vindos do Brasil. "Pensámos em trazer uma figura, mas as nacionais eram muito caras. Depois pensámos no Fitipaldi, mas depois chegámos à opção de um brasileiro", sorri João Peres ao recordar.
E veio o primeiro, um dos atores principais da novela Gabriela Cravo e Canela: Dr. Ezequiel, interpretado por Jaime Barcelos. Depois deste seguiram-se dezenas de outros atores, mas o ponto alto foi com Tony Ramos."Em 79 foi uma enchente que a Mealhada rebentou pelas costuras. Não teve capacidade para absorver tanta gente"
O carnaval luso-brasileiro deixou de ter reis brasileiros no ano passado; o rei foi o leitão, "como forma de valorizar mais os produtos locais, sobretudo os de maior relevo. E é nesta linha que continua a edição deste ano, com intenções de valorizar os produtos do concelho, sobretudo os que foram eleitos as quatro maravilhas do concelho da Mealhada: o pão, a água, o leitão e o vinho.
A apresentação das escolas de samba é já esta sexta-feira: os corsos principais serão (obviamente) no domingo ena terça-feira.
Como nota, a música de fundo que se ouve na reportagem sonora é da Escola de Samba "Sócios da Mangueira", da Mealhada, uma escola de Samba que existe desde 1978."
por Miguel Midões
Resgatado de: TSF

A árvore do atum

Desde que tinha a sua Van Street Food deLux, não havia paragem.
O Lopes ia todos os fins de semana para feiras, festas e romarias.
Volta e meia era convidado para ir a festivais mais esotéricos.
Além do seu emprego normal de picheleiro, na Câmara Municipal de EncheCamas era mestre da culinária. Tinha poucas receitas, dir-se-ia que eram muito restritivas, mas orgulhava-se de fazer bem as que fazia.

Os pratos de eleição, que eram os seus best-sellers, eram as bifanas com molho de leitão e a dobrada "mix jindungo sob caril". A escala de picância foi alargada para contemplar os novos limites alcançados pela dobrada mix. E as minis exigiam um reboque complementar para saciar o fogo provocado. Aliava o género enfarta brutos, com quantidades generosas, com a confeção de elevada qualidade e finura, o que fazia com que fosse convidado para eventos singulares. Alguns, excêntricos.

Já tinha estado em vários festivais, alguns dos quais exigiam que metesse dias de férias em EncheCamas para passar uma semana pelo festival. Os de Verão, eram banais. O melhor onde tinha estado?... o de Pratigi... ou talvez o "Go Blonde"! O mais estranho? O Festival do Testículo. A sua comida tornou-se absolutamente banal, no meio daqueles Arghh "banquetes"!

Agora, no zeNFEst A-dos-Pretos 2015, apareciam novos desafios. Muitos dos clientes questionavam se havia outra comida, sem carnes e afins. Se havia comida vegetariana. O Lopes respondia que sim:

- Aqui, na Van Street Food deLux, temos soluções para touts, dizia orgulhosamente. Estamos a lançar a linha VegLux. A primeira sandes que surgiu foi a sandes de atum e alface com maionese, dizia, polindo com o polegar direito a medalha com a atuneira, que tinha ao pescoço. Não a tirava desde que tinham surgido estas tendências dos vegetarianos.

Afagar a medalha com a árvore do atum, dava-lhe sorte.

Luso: Criatividade na ACJL e Maria João na Fonte de S. João



Ir à Vila do Luso dá-me sempre uma particular satisfação. Para além de alguns amigos que são de lá, está sempre associado a momentos de lazer.
No fim de semana passado tive a satisfação de partilhar conhecimentos sobre criatividade e algumas das suas ferramentas, com alguns associados da ACJL. Esta associação, para além de muito e bom trabalho, quer aumentar as competências dos seus associados. Têm passado pela AJCL pessoas que competentes, que têm papéis importantes na dinamização e progresso das comunidades em que se inserem, colocando as suas aprendizagens e competências ao serviço das suas comunidades.

Esta oportunidade de partilhar algumas das aprendizagens que tenho tido ao longo da minha vida, foi muito positiva. Primeiro, por ver um grupo de pessoas com vontade, que sacrificam a sua vida pessoal por acreditarem no papel do associativismo. Só por isto, já teria valido bem a pena.

No entanto, o Luso é fértil em boas surpresas, e no sábado à noite, voltei à Vila Termal e assisti a um concerto divinal, da Maria João e dos Budda Power Blues... num cenário absolutamente celestial, na fonte S. João.



Agora, que se aproxima o Carnaval de Verão da Bairrada, a decorrer no sambódromo da Mealhada, a fasquia está alta. Como será?

A Pedra



Por si só, uma pedra É uma pedra. O uso que fazemos dela é o que faz a diferença: Construir, descansar, brincar, poetizar, matar, esculpir... 

Poema do livro: Essência (1999), de Antonio Pereira (Apon). 

"O distraído, nela tropeçou,
o bruto a usou como projétil,
o empreendedor, usando-a construiu,
o campônio, cansado da lida,
dela fez assento.
Para os meninos foi brinquedo,
Drummond a poetizou,
Davi matou Golias...
Por fim;
o artista concebeu a mais bela escultura.
Em todos os casos,
a diferença não era a pedra.
Mas o homem."

Sara Sampaio * Efeito Borboleta

Acredito que a maioria de nós já ouviu falar do efeito borboleta, que está relacionada com a teoria do caos, que não vale a pena dissecar aqui, pois teríamos que chamar um cientista encartado e não traria valor acrescentado significativo. De forma simples, podemos dizer que o efeito borboleta nos diz que o bater de asas de uma pequena e bela borboleta, pode provocar um tufão no outro lado do mundo.

É natural que haja dúvidas sobre este efeito da natureza. Dificilmente se poderá crer que isto possa acontecer. Precisamos de mais provas.

Neste sentido, o correio da manhã veio dar uma ajuda aos cientistas na sua comunicação com o público, encontrando uma analogia que nos pode ajudar a acreditar no efeito borboleta:


Mais um contributo fundamental para a ciência em Portugal!!!




Dia da Criança * As crianças aprendem o que vivenciam * Dorothy Law Nolte

Ted de Grazia

"As crianças aprendem o que vivenciam

Se as crianças vivem ouvindo críticas, aprendem a condenar.

Se convivem com a hostilidade, aprendem a brigar.

Se as crianças vivem com medo, aprendem a ser medrosas.

Se as crianças convivem com a pena, aprendem a ter pena de si mesmas.

Se vivem sendo ridicularizadas, aprendem a ser tímidas.

Se convivem com a inveja, aprendem a invejar.

Se vivem com vergonha, aprendem a sentir culpa.

Se vivem sendo incentivadas, aprendem a ter confiança em si mesmas.

Se as crianças vivenciam a tolerância, aprendem a ser pacientes.

Se vivenciam os elogios, aprendem a apreciar.

Se vivenciam a aceitação, aprendem a amar.

Se vivenciam a aprovação, aprendem a gostar de si mesmas.

Se vivenciam o reconhecimento, aprendem que é bom ter um objetivo.

Se as crianças vivem partilhando, aprendem o que é generosidade.

Se convivem com a sinceridade, aprendem a veracidade.

Se convivem com a equidade, aprendem o que é justiça.

Se convivem com a bondade e a consideração, aprendem o que é respeito.

Se as crianças vivem com segurança, aprendem a ter confiança em si
mesmas e naqueles que as cercam.

Se as crianças convivem com a afabilidade e a amizade, aprendem que
o mundo é um bom lugar para se viver."

Dorothy Law Nolte

Bizup * Networking Time 2015/05/14

Comecem a planear a próxima semana!



Podemos inscrever-nos para:
#1. Conhecer e perceber os projetos, ideias, conceitos ou negócios que serão apresentados na sessão.
#2. Apresentar os próprios projetos, ideias conceitos ou negócios.

Em qualquer dos casos, é importante a inscrição prévia, enviando um e-mail para bizup@academiadevoo.com. Há um limite máximo para a apresentação dos projetos (6 projetos, em 5 minutos, utilizando algum apoio tecnológico ou apresentando oralmente o projeto), pelo que, quanto mais cedo efetuarem a inscrição, maiores as probabilidades de apresentar esta sessão. 

Mais informações em www.academiadevoo.com/bizup.

Felicidade | Happiness

E se fosse possível percorrer durante dois dias os caminhos para a Felicidade?

Queres ser mais Feliz? 
O que é para ti a Felicidade? O conceito de Felicidade é igual para todos?
Que recursos precisamos e onde estão esses recursos para sermos mais felizes?
Que ferramentas e técnicas podemos usar para sermos mais felizes?


Alinhar Felicidade com resultados e debater a felicidade organizacional são temas que oradores como

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Sérgio Almeida nos vão trazer à mesa de debate, numa abordagem que promete mudar a forma de estar de líderes e colaboradores. 

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Pedro Vieira, por sua vez, vem sugerir-nos neuroestratégias para maximizar a utilização dos nossos recursos produtores de felicidade. 

A neuroquímica da Felicidade, na perspetiva de entender a construção da felicidade no cérebro será abordada por

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 Manuela Grazina,  que nos vai desmistificar a genética do organismo humano e falar nas diferenças de género! Não é um mito, existem mesmo! 

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Marta Crawford vem falar-nos na importância do sexo para o equilíbrio e bem-estar do ser humano e a sua relevância para a felicidade.

Estas são apenas algumas das 30 propostas que o Fórum Internacional da Felicidade traz a ti e aos teus amigos e familiares! 

A oportunidade para dar resposta a todas estas questões, encontra-se no International Happiness Forum, nos dias 23 e 24 de Maio, em Coimbra.

Oferece-te a possibilidade de viajares por diferentes territórios que te vão levar a descobrir caminhos novos para a o bem-estar, equilíbrio e felicidade!
Para além das 16 conferências, um conjunto de workshops temáticos, vão proporcionar diferentes pontos de vista da felicidade, e fazem deste evento um catalisador de emoções positivas! 

Inscrições:

 Inscrição  -  120€
 Inscrição dupla - 2 x 90.00€
 Inscrição grupo 5 - 4x 90.00€ + 1  Gratuita
Nota: a Inscrição nas conferências dá acesso livre a todos os Workshops

10.00€


Encontramos-nos dias 23 e 24 maio, para celebramos a Felicidade na nossa vida!


Mais informação em:

Video com o programa do evento https://vimeo.com/124197119
Video sobre o evento : https://www.youtube.com/watch?v=cKVK28sdpIA
Coimbra | Portugal | +0351 239 049 820

International Happiness Forum - Porque a Felicidade é...

Manoel Oliveira é artista


Manoel Oliveira é artista!!

Só pode ser artista quem diz a frase:

"Prefiro o paraíso pelo clima 
e 
o inferno pelas companhias!"

International Happiness Forum | Forum Internacional da Felicidade

Porque a Felicidade diz respeito a todos, este é um evento que a todos diz respeito!
Tem por missão promover a Felicidade e o Bem-estar com base numa abordagem que estimule o diálogo entre as diferentes áreas de saber, divulgando ferramentas, técnicas e conhecimentos para uma vida mais feliz.
O programa de palestras no auditório é muito vasto, trazendo especialistas de campos como: Psicologia, Educação, Neurociências, Economia, Sexologia, Psiquiatria, Mindfullness, Coaching, Programação Neurolinguística, Fé, Gastronomia, Astrologia, Numerologia, entre outros...

Exploratório permite bela festa de aniversário


O exploratório é um local que está no meu roteiro de visitas e eventos.
Por obra e graça de alguém, a festa do Diogo foi encaminhada para o Exploratório.
A festa do Diogo foi partilhada com a Maria.
Fiquei satisfeito. Gosto que os meus filhos tenham contacto com estes espaços.
Sempre tive boa impressão sobre este espaço.
Continuo com boa impressão deste espaço.
Os monitores estavam perfeitamente organizados.
Os monitores fizeram grupos pequenos e proporcionaram actividades interessantes para cada grupo.
As actividades e as crianças fluíam! Notava-se a satisfação de todos.
A criançada andava feliz! Eu também!
Vieram uns primos de Aveiro, o que deixou o Diogo radiante.
A mim, também! Gosto sempre de estar com eles. Aprendo imenso.
Foram cantados os parabéns à Maria e ao Diogo.
O bolo foi feito pela mãe do Diogo. Estava muito engraçado.
Durante esta fase sem actividades de parabéns e lanche, a criançada começou a ficar eufórica.
Depois de um momento de alguma confusão, levaram-se as crianças e alguns adultos para o auditório do exploratório.
Fomos ver um filme sobre a importância da água no nosso corpo.
Foi um filme 3D. O Tiago ficou com uma fotografia em que parece um piloto de um caça.
Ainda houve saída para o exterior, por parte de crianças e de pais.
Eu fiquei muito satisfeito pela forma como correu a festa.
Alguns pais e crianças com quem falei, também ficaram imensamente satisfeitos com a festa.
Enviei um e-mail para o exploratório a agradecer e a congratular a sua equipa pela forma como conseguiram conduzir a festa de aniversário.
Recebi a resposta do Presidente da Direção, Victor Gil, a agradecer a gentileza. O e-mail estava com o conhecimento de vários elementos do exploratório. Creio que o director pretendeu que a equipa soubesse dos elogios que tinham sido feitos. Positivo, claro!
Gostei. Profissional, didáctico, útil e divertido. Condimentos muito interessantes para uma excelente festa de aniversário.
Voltaremos, com certeza!

E se o chocolate acabar?

Há noticias que nos deixam preocupados.

Quando alguém nos apresenta uma notícia sobre a possibilidade de acabar o chocolate no mundo, Como reagimos??

Primeiro choramos, depois batemos com a cabeça, seguido de um sentimento de injustiça enorme, o qual gritamos a plenos pulmões qual arauto desse sentimento. Porquê? Porquê, deuses do Olimpo!

Porque a procura é cada vez maior!
Porque a seca e as pragas são uma realidade!
Porque a preferência pelo chocolate com 70% de cacau aumenta!

Felizmente, a criatividade já trabalha em prol da inovação!!!
Felizmente, investigadores agrónomos da África Central já procuram soluções! Sim, vão dar discussão, mas a alternativa não é tão agradável!

Fonte: http://imgkid.com/mad-scientist-background.shtml

Criatividade e Inovação em prol de um futuro com chocolate!

Ver mais em: [O chocolate no mundo pode acabar]

Pensamentos e ações: Talmude e Mahatma Ghandi


Duas formas semelhantes de ver a mesma coisa. Atribuíram uma ao Talmude, outra ao Ghandi. Independentemente da origem, demonstram sapiência e estou a aprender a levar esta sabedoria a sério:

Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras.
Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação.
Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos.
Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
Talmude


Tenha sempre bons pensamentos porque os seus pensamentos se transformam em suas palavras;
Tenha boas palavras porque as suas palavras se transformam em suas ações;
Tenha boas ações porque as suas ações se transformam em seus hábitos;
Tenha bons hábitos porque os seus hábitos se transformam em seus valores;
Tenha bons valores porque os seu valores se transformam no seu próprio destino;

Violoncelistas tocam AC/DC


Uma fantástica versão em violoncelo do Thunderstuck dos AC/DC com a caracterização brilhante da urticária provocada por algo diferente, que sai dos cânones habituais. Também eu sou cético em muitas situações e sobre diversos assuntos. Assim sendo, tive que recorrer à minha consultora cultural, que com quase 15 anos tem uma cultura e um conhecimento das artes muito interessante, nomeadamente no que à música e pintura respeita, e perguntei-lhe: 

"O vídeo é absolutamente fantástico! Mas digam-me: toda aquela variedade de sons é possível fazer só com 2 violoncelos? É tanta a diversidade de sons e associo o violoncelo a uma gama tão limitada de sons/tons que fiquei na dúvida! Independentemente de tudo, é magnífico! Bjs"

Ao que a minha consultora cultural me respondeu:

"Sim, apenas com dois violoncelos, eles conseguem reproduzir um tema "violento" dos AC/DC.... é claro que apenas anos de treino e muita cumplicidade com o instrumento o permitirão fazer.... :)"

Brilhante! Mas fiquemos pelos 2 violoncelistas:




Aqui fica o original para possíveis comparações:

Carnaval da Bairrada, na Mealhada: de volta às origens!

O Carnaval da Bairrada, na Mealhada, é fantástico! Gera paixões e bairrismos que conseguem manter unidas muitas pessoas, mas é importante ver a camaradagem entre os elementos da generalidade dos grupos que se apresentam. É fértil em polémicas e uma das mais presentes é debate intenso e apaixonado entre os defensores de ter um corso com um percurso no centro da cidade ou ter o corso no sambódromo. Não é debate que me faça perder muito tempo. As Comissões de Carnaval têm feito o seu percurso e acredito que fazem com a intenção de engradecer mais ainda o Carnaval da Bairrada/Mealhada.

Mas foi muito bom ver um corso a passar novamente no centro da Mealhada. Quem sabe se esta é uma solução a aprofundar no futuro, pois todos poderão ficar satisfeitos com uma solução mista. Por um lado, um corso mais profissional, com concursos e com um palco (o sambódromo) com as condições para apresentar um trabalho sério e com muitos meses de empenho e trabalho sério, por parte de vários atores do Carnaval e, por outro lado, um corso mais popular e mais interativo e participativo, a realizar-se no centro da Mealhada. O Carnaval da Criança foi muito bom, e veio provar que existe um espaço muito interessante e mobilizador de muita gente para um corso com estas características. Eu próprio, representando Mealhada Sul, levei dois catraios de escolas de Coimbra, que ficaram entusiasmados por desfilarem. Foi à margem da organização, mas este corso permite esta "intrusão" no desfile que deixa todos felizes. As escolas de samba e outros grupos aproveitaram, e bem, para ensaiar as suas músicas em ambiente real e muitas pessoas estavam radiantes com o reviver do Carnaval no centro da Mealhada. Por mim, gostei imenso, e ver que existem mirins com muito potencial para assegurar as gerações futuras deste evento é muito importante.

Ficam as imagens possíveis (este corso começou mesmo a horas), com preparativos incluídos e o regresso a casa, passando por alguns momentos do corso e pelos representantes da Real Imperatriz, cujo regresso ao desfile sénior como Escola de Samba seria, com certeza, saudada com alegria:















Carnaval: água na boca!

Hoje não foi possível desfilar devido às condições atmosféricas. Na próxima terça-feira e no próximo Domingo já se satisfaz esta vontade de ver uma festa que se quer de cor, alegria, dança e animação. Não esquecer, colocar na agenda:

4 de Março e 9 de Março, 
10h00 Chegada à Mealhada e visita à Mata Nacional do Bussaco.
12h30 Almoçar na Mealhada, leitão à Bairrada, ou uma chanfana.
15h00 Ir ao Carnaval, no Sambódromo, na Zona Desportiva da Mealhada.

Ficam a seguir algumas imagens de alguns Carnavais, para deixar água na boca.

Carnaval da Bairrada, Mealhada

Carnaval da Bairrada, Mealhada

Carnaval da Bairrada, Mealhada

Vila Isabel, Campeã do Carnaval do Rio 2013