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Nobel da Paz para a Campanha Internacional para a Abolição de Armas Nucleares (ICAN)


O prémio Nobel da Paz de 2017 vai para..................................................  
a Campanha Internacional para a Abolição de Armas Nucleares (ICAN)!
Alfred Nobel, inventor da dinamite, instituiu cinco prémios Nobel (Física, Química, Medicina, Literatura e Paz). Estes prémios existem desde 1901 e são prova de um reconhecimento por feitos extraordinários, no que ao âmbito do tema a que corresponde. Existe um Comité Nobel, nomeado pelo parlamento norueguês que analisa e escolhe anualmente os premiados.
Relativamente ao prémio Nobel da Paz, este ano foi para uma ONG Anti-Nuclear. Nesta era em que o nuclear tem voltado a estar tão presente nas nossas vidas, é importante reforçar a ideia de que a humanidade não quer a paz à custa do medo imposto pelas armas nucleares. O medo é o que promovem os países detentores de armamento nuclear, com a ameaça dissuasora da utilização das armas. Potencialmente, estamos a falar do fim da humanidade.
No caso do Nobel da Paz, há algumas curiosidades, relativamente a outros Nobéis: pode ser atribuído a pessoas e/ou organizações que estejam num processo de pacificação, ou de resolução de conflitos. O objetivo pode ainda não ter sido alcançado, mas existem ações a serem desenvolvidas. É ótimo que assim seja, pois funciona como fator motivador para quem está nesses processos, a sofrer pressões de imensas partes (imagino eu). E muitas vezes, um reconhecimento pode ser a diferença entre desistir ou continuar o caminho definido.
Assim, espero que a Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares continue o seu caminho, que não pare, apesar da noção generalizada da dificuldade que existe na eliminação das armas nucleares, quer pelo seu potencial de afirmação de poder (interno e internacional) quer por questões económicas (permite reduzir significativamente os exércitos e seus custos, enquanto aumenta significativamente o poder). 

Há uns dias tinha falado sobre o legado para gerações vindouras, sobre o que queria para o futuro dos meus filhos, ver neste artigo. Curiosamente, disse que era um discurso associado aos concursos de miss. Felizmente, existem cada vez mais pessoas, países e/ou organizações que com a preocupação sobre as consequências da existência destas armas e que intervêm a vários níveis para eliminar o armamento nuclear.
Gostava que Portugal estivesse envolvido neste caminho de paz para o mundo. Foi um país pioneiro na abolição da pena de morte, lutou e foi um dos grandes impulsionadores da libertação de Timor Lorosae, tem o secretário-geral da ONU. Por tudo isto, tem responsabilidades e um papel importante na paz no mundo. Principalmente pela sua capacidade diplomática e de persuasão.
No entanto, segundo a TSF: 
"esta organização não-governamental junta centenas de países que lutou para que as Nações Unidas implementem um tratado internacional que proíba as armas nucleares. O acordo histórico foi aprovado a 7 de julho deste ano por 122 países. Terá agora que ser assinado por pelo menos 50 estados.
Portugal não vai assinar o tratado. No mês passado, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, explicava que "Portugal não pode ser membro da NATO, que é uma aliança nuclear, e ser subscritor de um tratado que declara ilegais as armas nucleares. Portugal não é membro de alianças ilegais".
Esperemos que a presença de Portugal na Nato tenha algum impacto na procura da abolição das armas nucleares, através de acordos com outros países e blocos.
Que este prémio seja uma luz no caminho para um mundo novo, livre de armas nucleares.

O legado


O que quero para o futuro dos meus filhos?


Uma questão que de quando em quando ocupa os meus pensamentos é: qual o legado que quereria deixar para vocês, queridos filhos?
Invariavelmente, surgem dois níveis de análise... um macro, mais global, com uma capacidade limitada de mudar a situação sozinho e um micro, correspondente à capacidade efetiva que temos para mudar o mundo que nos rodeia e ao contexto sob a nossa influência. Este último, é aquele sobre o qual podem ter intervenção direta.

O legado macro:


Quando penso no legado macro, revejo-me nos discursos preparados dos concursos de Miss Portugal, Miss Mundo ou Miss Universo. No entanto, é um desejo sentido e profundo, que não foi escrito ou pensado por ninguém para parecer bem. E embora pareça bem, quero que vocês saibam que seria um legado que respeitasse a minha aprendizagem durante a vida e a perceção que tenho do  mundo. Este legado macro, teria duas grandes linhas de orientação:
i) a paz no mundo;
ii) um planeta saudável e sustentável para poderem viver bem.


O legado micro:


No que se refere ao legado micro, o conforto é maior, pois podemos ter ações no nosso dia a dia com grande impacto na nossa vida Se tivesse que escolher 3 grandes linhas de orientação, seriam:
i) estuda muito... obtém conhecimento e coloca-o em prática, sempre que tiveres oportunidade.
ii) Respeita todas as pessoas, incluindo a tua pessoa.
iii) Aprende o Eneagrama, coloca-o em prática e ensina-o a quem te rodeia. 

De volta ao legado macro:


Porquê esta preocupação com estas duas grandes linhas de orientação?

i) a paz no mundo * quanto a esta linha, todos já vimos o poder das armas de destruição massiva, das armas nucleares. Se adicionarmos a esta panela de pressão a loucura que se tem apoderado dos governantes deste planeta, constata-se que, apesar do número de conflitos ter diminuído significativamente, nos últimos anos, o poder destrutivo de cada conflito é assustadoramente maior. Cada vez mais, uma só pessoa pode dizimar a humanidade com uma facilidade brutal e sem contraditório. Por isso, admiro os embaixadores da paz, sejam eles quem forem e estejam em que áreas de atuação estiverem. Todos seremos poucos para assegurar um mundo mais pacífico.
Se estivesse nas minhas mãos, deixar-vos-ia este legado.

ii) um planeta saudável e sustentável para poderem viver bem. Embora haja teorias sobre as alterações climáticas e a sua origem noutros fatores que não os homens e o seu impacto sobre a natureza, eu acredito numa relação profunda entre as alterações climáticas que se têm verificado com as ações dos homens. É minha convicção profunda que a consequência (alterações climáticas) estejam diretamente e proporcionalmente ligadas à causa principal (ação do homem). E se em muitos aspetos a mudança para pior se propaga lentamente, como a poluição atmosférica e dos oceanos, com impacto significativo na nossa qualidade de vida direta (ar que respiramos e alimentos que consumimos), há outros aspetos que deviam levar a níveis de alarme grave e atuação rápida (os vários acontecimentos climatéricos e as suas alterações significativas das quais, todos nós nos no nosso dia a dia). Desconfio que a tendência será para piorar, prevendo a necessidade de uma enorme capacidade de adaptação para enfrentar as intempéries cada vez mais comuns e mais poderosas, e provavelmente, para poder mudar de lugar em muitos momentos da sua vida, não por opção, mas por necessidade.
Se estivesse nas minhas mãos, deixar-vos-ia este legado.

De volta ao legado micro:


Se, no que respeita ao legado macro, a nossa atuação pode ter uma influência reduzida, relativamente ao legado micro, podemos mudar a nossa vida permanentemente. Assim, eu daria maior relevância a esta áre micro e, quanto maior controlarmos e gerirmos esta zona, maior é a probabilidade de alargar a nossa área de intervenção direta. Falando das 3 linhas de orientação:

i) estuda muito... obtém conhecimento e coloca-o em prática, sempre que tiveres oportunidade.
Já dizia Aldous Huxley "conhecimento não é o que sabe, mas aquilo que faz com o que sabe!". Por isso, a finalidade do conhecimento de que aqui falo, não é propriamente o saber muito e ter muita informação na cabeça. Devemos estudar, devemos aprender para por em prática. Ter prazer em aprender pelo que isso nos proporciona, e não para tirar boas notas. As boas notas serão uma consequência natural do conhecimento obtido e dominado.

ii) Respeita todas as pessoas, incluindo a tua pessoa. Em muita literatura, existe a chamada "regra de ouro" dos relacionamentos e que diz "não faças aos outros aquilo que não gostarias que te fizessem.".Esta será condição necessária, mas não suficiente para ter uma vida boa e tranquila com boas relações familiares e sociais. Há uma outra frase que surgiu a partir desta e que diz: "faz aos outros aquilo que gostarias que te fizessem". Esta frase tem uma boa intenção, no entanto, pode ser intrusiva. Eu diria que o ideal será aproveitar o melhor das duas frases e criar uma outra "faz aos outros aquilo que percebes que eles gostam, desde que não vá contra os teus valores". Esta questão leva-nos ao respeito por todas as pessoas, por saber que todos somos importantes. Não te julgues melhor nem pior que os outros. Cada um de nós tem uma função, uma missão. Por vezes não entendemos a missão dos outros... por vezes procuramos uma vida inteira pela nossa missão e não a conseguimos encontrar. Lembra-te ainda que também tu és uma pessoa, pelo que deves assegurar que és igualmente respeitado por ti - cuida-te bem - e pelos outros - não estejas muito tempo junto de quem não te respeita... é tóxico.



iii) Aprende o Eneagrama, coloca-o em prática e ensina-o a quem te rodeia. Quando chegares aos vinte anos, estuda o eneagrama. Não deixes passar muito tempo. É uma ferramenta milenar, um mapa psico-espiritual (não confundir com religiosidade), que te permite aprofundar o conhecimento sobre ti próprio, e dá-te uma perspetiva dinâmica da tua vida. Permite-te ter uma consciência maior dos pontos fracos e dos pontos fortes quando estás num estado normal da tua vida, quando estás com níveis de stress acima do desejável, e quando estás com um estado de espírito positivo. Temos formas de estar e de reagir diferentes e esta ferramenta permite-nos ter a consciência sobre como estamos em cada momento e, desta forma, agir da melhor maneira possível para aproveitar os pontos fortes, ou para minimizar os pontos fracos. E para fazer que sejam cada vez mais os momentos de "estado de espírito positivo", na tua vida. Vais aprender muito do que é transmitido pelo eneagrama, ao longo da vida. No entanto, este é um atalho para o conhecimento que te permite ter uma vida melhor contigo mesmo e com os teus relacionamentos de diversa ordem. Tenho sentido o poder do eneagrama. Não há milagres, nem receitas milagrosas, mas há trabalho pessoal potenciado com conhecimento precioso. Um tesouro que pode ser explorado por todos e que eu muito gostaria que vocês o explorassem. Não se incomodem por saber que têm defeitos... Todos temos... Incomodem-se por não os conhecer e não saber como os reduzir significativamente. Vão-se compreender bem melhor e vão compreender quem vos rodeia. Acredito que vos possa ajudar a saber o vosso propósito de vida... a vossa missão.

O que quero para o futuro dos meus filhos?


Os aspetos macro, são difíceis de controlar e têm todo um contexto e relações macro que os influenciam.

Se vocês integrarem estas 3 linhas de orientação globais do legado micro, ficaria muito feliz... estes são aspetos que podem contribuir para uma vida alegre, com muitos momentos felizes e com sentido.

Assim, à questão: O que quero para o futuro dos meus filhos?

Gostaria que aproveitassem os pilares atrás descritos e que não se esqueçam de que:
A vida é bela... Vamos aproveitá-la, juntos, o melhor que soubermos...

E tu? O que queres para o futuro dos teus filhos?

Discriminação: A incrível viagem do DNA

Quando alguém chama nomes a outro, baseado na origem, na raça, ou na nacionalidade, pode estar a insultar-se a si próprio, como prova o vídeo seguinte!
Perspetivas que clarificam a verdadeira origem de cada um de nós...

Experiências na Rádio: Empreendedorismo! Inovação! Qualidade!


A inovação e a criatividade são favorecidas pelas novas e diversas experiências que temos oportunidade de viver. Experienciar desafios diferentes é algo que nos favorece pelo menos de duas formas: pelo ultrapassar do desafio em si e por nos permitir conhecer e ver o mundo de forma diferente do que o víamos, até ao momento do desafio.

Há uns dias, um amigo e companheiro nestas questões da qualidade e inovação nas empresas, fez um convite inesperado para uma nova experiência: partilharmos a nossa perceção, conhecimentos e experiência num programa de Rádio. Ainda por cima, numa Rádio com o peso que a RUC tem! Uma rádio de culto e que tem ajudado a criar e crescer grandes profissionais da comunicação. A resposta foi claramente sim, com entusiasmo e com necessidade de perceber melhor o que iria acontecer.
O meu conhecimento da rádio é essencialmente como ouvinte. Só passei em estúdios de rádio numa rádio que havia atrás da capela de Santana e na Antes. Na primeira, fui umas poucas vezes com pessoal bem mais velho que ouvia Xutos e afins, na fase em que se estavam a lançar, com canções… digamos, diferentes das que compõem atualmente. Na Antes, ajudava um amigo, o Zé Peixoto, que tinha um programa tipo Oceano Pacífico que ia para o ar, em direto, entre as 23 e 24h. Como eu tinha 12 anos e ele 16, este era um horário que eu só ia de quando em quando, pois havia algumas restrições. Aquilo em que o ajudava passava mais por ouvir as cassetes que gravava e, por vezes, falar-lhe de uma banda ou outra que tinha conhecido. Curiosamente, ele ia colocando na sua playlist algumas das sugestões. E assim, eu tinha a ilusão que também ajudava no seu programa.

Como ouvinte, tenho imensa experiência. Viagens para todo o país, são acompanhadas pela rádio. Gosto muito mais da rádio do que de CD’s. Gosto de ouvir as músicas que vão apresentando entre conversas.

Por isso, ao receber o convite, fiquei com a sensação de que me estavam a dar uma oportunidade de fazer companhia a outros, passando algum conhecimento, falando de temas que me encantam e com a sorte de fazê-lo com um excelente conversador, o André Coelho.

Foi fácil partir para este projeto de alma e coração e já foram gravados os primeiros programas. Eu e o André temos a sorte de ter alguém da área da gestão como nosso anfitrião, o Diogo, que dispara desafios muito pertinentes e que obrigam a reflexão sobre os assuntos. Estar a falar para pessoas, exige sempre responsabilidade sobre o que se diz. Neste caso, estamos a falar para muitas mais pessoas do que é habitual. É uma responsabilidade acrescida, principalmente porque não estamos a ter a recetividade imediata dos ouvintes, o que torna mais desafiante a comunicação.

Apesar de treinar comunicação num clube que nos permite desenvolver várias competências nesta área, os magníficos Toastmasters, este desafio provocou-me arrepios e suores frios quando entrei no estúdio, quando começámos a gravar. Em pouco tempo, tornou-se uma conversa entre amigos sobre temas interessantes para todos nós.

O que mais desejo é que esta experiência, que já valeu a pena para mim, por todos os preliminares e pela força das emoções que emergem durante a primeira vez, possa ser interessante para muitas outras pessoas e que seja possível todos ganharmos com o debate destes temas.

Em breve haverá página no Facebook e dir-vos-ei o dia em que vai para o ar!
O vosso feedback, a partilha das vossas experiências nesta área, os vossos projetos, os vossos sucessos, insucessos e dificuldades serão o nosso combustível para que seja possível percorrer um caminho partilhado…

E se ajudarmos um projeto que seja a tornar-se vencedor, se ajudarmos uma pessoa a atingir os seus objetivos, a refletir e a melhorar, já teremos motivos para nos sentirmos satisfeitos…

Até breve!

Dia Mundial da Criança

Crianças que jogam na grama Foto gratuita
Fonte: Freepik
«As crianças aprendem aquilo que vivem

Se uma criança vive na crítica,
aprende a condenar.

Se uma criança vive com maus tratos,
aprende a agredir.

Se uma criança vive humilhada,
aprende a sentir-se culpada.

Se uma criança vive na tolerância,
aprende a ser paciente.

Se uma criança vive no encorajamento,
aprende a ser confiante.

Se uma criança vive com o apreço dos outros,
aprende a valorizar.

Se uma criança vive no equilíbrio,
aprende a ser justa.

Se uma criança vive em segurança,
aprende a ter fé.

Se uma criança é bem aceite,
aprende a respeitar.

Se uma criança vive na amizade,
aprende a encontrar o amor no mundo.»

- Dorothy Law Nolte, em "As crianças aprendem o que vivem"

O Primeiro Rei de Portugal * D. Afonso Henriques

Uma bela forma de conhecer alguma história de Portugal! D. Afonso Henriques:

Vídeo animado que dá a conhecer a vida e os feitos do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques. Com argumento e realização da autoria de Pedro Lino, resulta de uma parceria conjunta entre o Museu de Alberto Sampaio e a Câmara Municipal de Guimarães e foi desenvolvido no âmbito das Comemorações dos 900 Anos do Nascimento do primeiro monarca português.

Uma praxe de alto nível

Resultado de imagem para carvalho portugues
Fonte: naturlink.sapo.pt

Com estas praxes até eu teria praxado... esta é uma ideia que eu gostaria de ter tido:

"Caloiros de biologia em Aveiro recebem carvalhos para plantar como praxe


Caloiros de Biologia da Universidade de Aveiro (UA) receberam carvalhos para tratar em casa como praxe, com a obrigação de os plantar na Mata do Buçaco no Dia das Florestas Autóctones, informou hoje a instituição de ensino superior.
No âmbito da iniciativa, que pretende estimular a ligação à Natureza entre os futuros biólogos e professores de Biologia e Geologia, cada um dos novos estudantes tem também mas mãos uma bolota que terá de semear e fazer germinar, para que sejam os caloiros do próximo ano a plantar a árvore.
O projeto batizado de "Biologia a Plantar o Futuro" nasceu no ano passado pela mão da Comissão de Faina de Biologia, em parceria com a Unidade de Vida Selvagem da UA, o Herbário do Departamento de Biologia e a Fundação Mata do Buçaco, e faz parte da receção aos novos alunos daquele departamento, segundo um comunicado da Universidade.
Pelo segundo ano consecutivo, e desta vez com a participação da Comissão de Faina de Biologia e Geologia, a iniciativa quer continuar a ajudar a reflorestar a Mata Nacional do Buçaco que por ação do forte temporal de janeiro de 2013 perdeu cerca de duas mil árvores.
Em 23 de novembro, Dia da Floresta Autóctone, cada um dos estudantes vai plantar o seu "carvalho bebé" na Mata Nacional do Buçaco.
"À semelhança do ano passado, foi entregue um pequeno carvalho a cada um dos caloiros, para eles tomarem conta até à plantação", explica Milene Matos, bióloga da UA e criadora do Serviço Educativo da Fundação Mata do Buçaco, citada no comunicado da Universidade.
"Os grandes objetivos desta iniciativa, ao proporcionar aos novos alunos o contacto direto com uma ação de conservação, são os de lhes aumentar o sentido de ligação ao mundo natural, fomentar-lhes a responsabilidade perante o património natural e o espírito de missão, demonstrando-se que cada ação individual conta", relata a bióloga vencedora do prémio internacional Terre de Femmes 2015 com o projeto BIO Somos Todos, que chamou a si a logística e o pagamento do transporte dos alunos até à mata para plantarem as árvores.
A escolha do carvalho-alvarinho, para planta adotiva, não foi feita ao acaso. Por um lado, aponta a bióloga, "é uma espécie relativamente resistente e, por isso, aguenta o tempo que os alunos a tiverem em casa". A segunda razão da escolha é pedagógica: "O carvalho-alvarinho é uma das espécies da nossa floresta original, sendo já raras as manchas de carvalhal bem conservadas".
Pela primeira vez serão entregues aos caloiros bolotas que terão de semear e fazer germinar.
"As árvores dos caloiros do próximo ano serão o resultado dessa germinação", antevê Milene Matos."
Ler original em: Sol

CR7 * mais do que uma estrela * Uma galáxia!



CR7 começou por ser um menino com sérios problemas!
CR7 passou para aprendiz de futebol!
CR7 até foi jogador de futebol!
CR7 rapidamente se tornou uma estrela!
CR7 tornou-se um galático!
CR7, agora, é muito mais do que uma estrela! É, de longe, a galáxia mais brilhante do Universo, encontrada até hoje, dizem cientistas com créditos no assunto. 

Não sendo o "Cristiano Ronaldo" essa galáxia, "O apelido de CR7 é uma abreviatura de COSMOS Redshift 7. Redshift (desvio para o vermelho) é uma medida de distância muito utilizada pelos astrónomos. Quanto maior o desvio para o vermelho de uma galáxia, mais distante e mais para trás no tempo ela está. O nome foi também inspirado no jogador de futebol Português, Cristiano Ronaldo, que é conhecido como CR7."

É muito bom ver que existem equipas de investigação de elevado desempenho internacionais, lideradas por portugueses, neste caso David Sobral, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL).

É bom saber que existem pessoas que homenageiam outras a título pré-póstumo, ou seja, quando ainda estão em vida e, neste caso, em plena atividade. Já tinha acontecido na Madeira com o Museu CR7 e com a sua estátua.

O caso da Galáxia CR7 ajuda a refletir sobre dois temas ligados à ciência:

1. O cientista louco, com os cabelos em pé e alheado do mundo que o rodeia, é, provavelmente, exceção. Só poderia dar este nome à Galáxia alguém que goste do futebol e lhe reconheça valor. (Acredito até, que haja cientistas de grande qualidade que joguem futebol...)

2. A ciência pode ser divulgada por meios transversais a toda a sociedade, de forma simples, desde que se utilizem meios que interessem e cheguem às populações. A linguagem técnica, o jargão científico, dificilmente chegará à comunidade em geral. Mas quando se dá num embrulho do qual as pessoas gostam, pode-se divulgar conhecimento científico e avanços no estado da arte e as pessoas estão recetivas para ouvir e ficar com a mensagem. Se foi pensado como estratégia de marketing e comunicação, o estratega é um génio.

É bom saber que o trabalho e o fazer diferente (tanto do CR7 como da equipa do David Sobral) é um caminho que levam a resultados extraordinários.

Ler mais em: CR7 já não é uma estrela! É uma galáxia!:

Dia da Criança * As crianças aprendem o que vivenciam * Dorothy Law Nolte

Ted de Grazia

"As crianças aprendem o que vivenciam

Se as crianças vivem ouvindo críticas, aprendem a condenar.

Se convivem com a hostilidade, aprendem a brigar.

Se as crianças vivem com medo, aprendem a ser medrosas.

Se as crianças convivem com a pena, aprendem a ter pena de si mesmas.

Se vivem sendo ridicularizadas, aprendem a ser tímidas.

Se convivem com a inveja, aprendem a invejar.

Se vivem com vergonha, aprendem a sentir culpa.

Se vivem sendo incentivadas, aprendem a ter confiança em si mesmas.

Se as crianças vivenciam a tolerância, aprendem a ser pacientes.

Se vivenciam os elogios, aprendem a apreciar.

Se vivenciam a aceitação, aprendem a amar.

Se vivenciam a aprovação, aprendem a gostar de si mesmas.

Se vivenciam o reconhecimento, aprendem que é bom ter um objetivo.

Se as crianças vivem partilhando, aprendem o que é generosidade.

Se convivem com a sinceridade, aprendem a veracidade.

Se convivem com a equidade, aprendem o que é justiça.

Se convivem com a bondade e a consideração, aprendem o que é respeito.

Se as crianças vivem com segurança, aprendem a ter confiança em si
mesmas e naqueles que as cercam.

Se as crianças convivem com a afabilidade e a amizade, aprendem que
o mundo é um bom lugar para se viver."

Dorothy Law Nolte

como gerir o erro * uma forma a ponderar * SAWABONA


-
Há uma "tribo" africana que tem um costume muito bonito.
Quando alguém faz algo prejudicial e errado, eles levam a pessoa para o centro da aldeia, e toda a tribo vem e o rodeia. Durante dois dias, eles vão dizer ao homem todas as coisas boas que ele já fez.

A tribo acredita que cada ser humano vem ao mundo como um ser bom. Cada um de nós desejando segurança, amor, paz, felicidade. Mas às vezes, na busca dessas coisas, as pessoas cometem erros.
A comunidade enxerga aqueles erros como um grito de socorro.
Eles se unem então para erguê-lo, para reconectá-lo com sua verdadeira natureza, para lembrá-lo quem ele realmente é, até que ele se lembre totalmente da verdade da qual ele tinha se desconectado temporariamente: "Eu sou bom".

Sawabona Shikoba!
SAWABONA, é um cumprimento usado na África do Sul e quer dizer:
"Eu te respeito, eu te valorizo. Você é importante pra mim"

Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA,que é:
"Então, eu existo pra você".

Fonte: Ecodesenvolvimento.org

um grande ensaio sobre a intolerância



O que eu gostava de ver mais vezes, 
sem a causa arrepiante... bárbara... retrógrada!



O que aconteceu ontem, não é futebol!!

Quem não te respeita, não te merece * Ontem * hoje * amanhã * em todas as idades


Campanha "Corta com a Violência: quem não te respeita não te merece", promovida pela APAV - Associação Portuguesa de Apoio à Vítima. 

Apesar de ter sido lançada em 2012, esta campanha continua atual, pois os comportamentos violentos entre os jovens mantêm-se na ordem do dia! 


Vamos todos contribuir para alterar esses comportamentos porque a todos cabe essa tarefa!