o limite... para além de Älmhult


Tem havido várias personalidades a chamar a atenção para os limites do sacrifício. A seguir, apresenta-se um pequeno excerto relativo a uma situação específica passada na Rússia, durante todo o processo de instalação da IKEA neste país.

"A racionalização é, por isso, um exercício de equilíbrio que se deve conjugar com o crescimento, também em números absolutos. Uma produção necessariamente mais refinada não se pode alcançar à custa da ocupação laboral. Isso conduziria ao caos social, pois o que as pessoas são capazes de suportar tem sempre um limite. E em Älmhult, o berço da IKEA, os bancos, as empresas, as escolas e os particulares recolhem dinheiro, roupa, brinquedos... para os infantários de Krasnaya. Com isso, estabelecem-se laços baseados em algo mais que rentabilidade e capitalismo global, a saber, na empatia entre seres humanos..."
Fonte: A História do IKEA por Bertil Torekull

Acredito que o governo (parte laranja) esteja convicto que esta é a melhor forma de tirar o país da crise.
Acredito que este governo esteja redondamente enganado. Mesmo que o governo não o saiba, falar em empatia e associar às medidas e à governação atual, não bate certo. São dois conceitos cada vez mais estranhos e distantes.

Ainda sobre limites da austeridade, e austeridade, há vários textos que se podem ler, sendo as criticas provenientes de todos os quadrantes:
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