Comprar muitos livros

"Comprar mais livros do que aqueles que conseguimos ler é um sintoma de que a alma está a tentar alcançar o infinito e essa paixão é a única coisa que nos ergue acima das alimárias que perecem." 
O santo, o surfista e a executiva.

É bom saber! Esta tenho que guardar!

Tens alguém próximo com cancro?


Uma das coisas que sempre me custou, quando  o tema é o cancro, é saber o que dizer e o que fazer. Quando está mais distante, a preocupação é mais leve, mas quando chega perto, queremos saber como agir perante quem tem a doença. É tema sensível e difícil, pois ainda há um medo considerável da doença. E com todas as razões do mundo. Este é um dos motivos porque é tão difícil falar com quem amamos deste problema. Não só a pessoa em causa tem medo do futuro, como nós próprios temos muito receio do que possa vir a acontecer. Felizmente, os números têm sido alimentadores de esperança para todos os que passam pela situação. Estamos a entrar na estação da Primavera e, felizmente, existem cada vez mais Primaveras em vidas que passaram por estes momentos difíceis.

Como em momentos de crise não sabia o que dizer/fazer, fica aqui um interessante artigo da Activa, que pode facilitar a nossa atuação, junto de família ou amigos, pois há cada vez mais pessoas que têm que passar por estes momentos difíceis:

"O Dia Mundial de Luta Contra o Cancro celebrou-se a 4 de fevereiro, mas quando se ama alguém doente todos os dias são dias de luta – não só para a pessoa mas para os que estão junto dela. Problema: muitas vezes, não sabemos qual é a melhor maneira de ajudar na batalha: Falamos? Não falamos? Tentamos animar? Choramos com ela? O que é que fazemos?
“Quando a minha melhor amiga foi diagnosticada com cancro no útero, fiquei tão revoltada como ela”, conta Ana Barros. “Éramos amigas desde a escola primária, mas de repente foi como se a nossa amizade desse um passo atrás. Eu não sabia o que lhe dizer, tinha medo que ela lesse nos meus olhos o choque que eu sentia, tinha medo que ela me desatasse a chorar nos braços.”
Foi uma etapa que durou pouco: “Houve uma altura em que percebi que aquilo era ridículo, porque ela continuava a mesma de sempre: até a cabeleira era bastante parecida com o cabelo natural dela. Ela contava-me todas as sessões de químio que fazia com a maior franqueza. Por isso, voltámos a fazer a nossa vida normal. Saíamos menos, porque ela estava mais cansada. Mas ela ensinou-me como queria ser tratada: como sempre. E foi isso que continuámos a fazer até ela ficar curada.”
No melhor e... no pior
Ainda mais próximo que os amigos estão os maridos: mas também entre os homens há quem se aguente bem na tempestade. É o caso de José Barreto, 71 anos, alentejano e professor reformado. Se há alguém perseguido pelo cancro da mama, é este homem. E se há alguém que desde cedo se habituou a ser o amparo das mulheres da sua vida, é a mesma pessoa.
Quando a mãe descobriu que tinha cancro da mama, José tinha apenas 20 anos. Pouco mais que um adolescente, tornou-se o apoio da mãe. “O pior eram as conversas”, recorda. “Ela desabafava tudo comigo, e passava o tempo a lamentar-se que já não ia viver para ser avó. Tentei apoiá-la com carinho e dar-lhe esperança. O meu pai, embora fosse muito amigo, nunca esteve por dentro dos tratamentos e dos medos dela.”
O apoio parece ter ajudado e a mãe curou-se mas 10 anos depois o cancro voltou. “Tornámos a passar pelo mesmo. Ela tornou a vencer e não só viveu como chegou aos 92 anos.”
A primeira mulher, Teresa, não teve a mesma sorte. “Fui muito feliz com ela durante 30 anos. Mas o cancro levou-a em 8 meses. O meu filho estudava na altura em Coimbra, e havia a tradição de as mães cortarem um pedaço da capa dos filhos. A minha mulher já nem para isso teve forças. Falámos da possibilidade de ela morrer, porque a situação dela foi muito má desde o princípio. Ela ficou assustadíssima. Em casa já não havia nenhuma janela aberta porque ela não suportava a luz.”
Mesmo assim, José não esmoreceu: “Revezava-me com a minha filha para haver sempre alguém com ela, e ia sempre aos tratamentos. Tudo parecia contra nós: a médica era bruta. Dizia-lhe coisas como, “Amanhã vá já comprar uma peruca porque o cabelo vai cair todo.” O cabelo não ia cair de um dia para o outro! E depois o drama das viagens até ao hospital era uma tristeza imensa, e eu tinha de lutar contra isso.”
A vida tem de voltar ao normal
Tornou a encontrar a felicidade ao lado de Alda: e anos depois, também ela é diagnosticada com cancro da mama. “Claro que eu por esta altura já tinha um doutoramento em cancro da mama”, ri José. “Com Alda, a primeira coisa que lhe ofereci quando ela soube que tinha cancro foi um computador. Ela ficou mais distraída e os tratamentos eram mais fáceis de aguentar.”
Ele próprio confessa detestar internet, mas reconhece que a Net foi uma aliada no apoio à mulher: “Ela ficou em contacto com várias mulheres que tinham o mesmo problema, e isso deu-lhe um apoio imenso e a noção de que o cancro não é sinal de morte mas de esperança.”
O cancro levou-lhe um dos peitos, mas o casal não perdeu a alegria e dedicou-se a montar uma peça de teatro, com outras sobreviventes, que em dois anos correu o país.
“Mas também não lhe posso dar muitos mimos senão estrago-a!” (risos). “As mulheres são muito perigosas, mesmo quando estão doentes. Não se pode fazer tudo o que elas querem, embora o apoio seja fundamental. Mas nunca lhe chamei coitadinha. Isso fragiliza a pessoa ainda mais. A partir de determinada altura, a vida tem de voltar ao que era, o mais normal possível. Porque andar a apaparicar a pessoa é mau sinal. É sinal de que a pessoa está doente. E eu não queria que elas se sentissem doentes. Queria que se sentissem com forças para lutar. E agora tenho de a tratar de igual para igual para ela saber que está bem, que está curada.” 
Lidar com o sofrimento
Sofia Sousa Abreu é coordenadora do ‘Movimento Vencer e Viver’, teve cancro da mama, e também teve um marido dedicado. “Apoiava-me de várias maneiras: estando comigo, indo comigo às consultas, e principalmente, ouvindo-me”, recorda. “O tempo para nós falarmos e desabafarmos é muito importante. Porque há muitos medos nessa altura, e têm de ser partilhados e vividos com alguém que nos ama.”
Do seu tempo de sofrimento recorda que nem todas as pessoas eram capazes de ouvir. “As pessoas fecham-se. É uma proteção, porque ouvir o que os outros estão a sofrer faz-nos sofrer também, e nós não estamos habituados a lidar com isso, nem com o nosso sofrimento nem com o dos outros. Principalmente quando estamos ligadas afetivamente à pessoa, é muito complicado lidar com as suas angústias e os medos, porque nos sentimos sem capacidade para minimizar isso.”
Pensamos, não posso fazer nada para ajudar... “Mas podem. Não podem tirar-nos o cancro ou diminuir-nos o medo de morrer. Mas podem estar ao nosso lado e dar-nos força.”
É mais fácil falar com alguém que já passou pelo mesmo? “Depende. Nem toda a gente que teve cancro quer falar sobre isso ou está preparado para ouvir os outros. Porque nós temos de estar muito bem connosco para conseguir ouvir os outros sem nos deixarmos ir abaixo e sem nos estarmos sempre a comparar e a dizer ‘quando eu fiz...’ – os outros não querem ouvir sobre mim, a não ser que as ajude. ‘Eu também fiz químio mas o meu cabelo cresceu’ ajuda outra pessoa. Mas não estou lá para desatar a falar sobre todas as químios que fiz.”
O que mais a irritava que lhe dissessem? “‘Vais ficar bem’. Ou ‘Ai mas tu não estás com ar doente’. As pessoas são muito dramáticas. Muitas vezes até estamos a reagir bem mas temos de ser uns coitadinhos.”
Que significa apoiar?
“Geralmente, temos uma ideia errada do que significa apoiar”, reforça Isabel Nabais, psicóloga clínica do serviço de oncologia do hospital Cuf Infante Santo. “Pensamento positivo e esperança não significam aquela frase ‘vais ver que não há de ser nada. Ninguém pode dar essa certeza, nem um médico! Portanto, dizer que não vai ser nada é visto pela pessoa como uma agressão.”
O mais importante quando se está perto de uma pessoa com cancro é manter o registo de funcionamento da normalidade. “Dantes vivíamos no silêncio e no medo das palavras, havia assuntos que não se discutiam, tínhamos muito medo de ofender a outra pessoa. Mas tem de haver espaço para aquilo que o outro quiser partilhar. Há que ser realista e seguir a intuição para perceber o que é que a pessoa quer. Há pessoas que precisam de desabafar e há as que não querem falar, estão num tal turbilhão interior que nem elas sabem encontrar as palavras. E é preciso respeitar este silêncio.”
Não sabe o que dizer? Não se aflija: o mais importante é estar presente. “Podemos não saber encontrar as palavras certas, mas podemos dar calor e afeto. E podemos ajudar nas coisas práticas: oferecermo-nos para acompanhar num dos tratamentos, ir com ela tratar dos aspetos mais práticos, como comprar a cabeleira, por exemplo, descobrir onde se colocam sobrancelhas falsas. São essas pequenas coisas que devolvem à pessoa a sua dignidade, e estar presente nesses momentos é uma grande ajuda.”
É óbvio que tudo isto tem de ser gerido numa perspetiva realista. “Ser amigo é ter a capacidade de chorar com a pessoa, se for preciso, ou de lhe dar um murro e dizer  ‘Reage!’. Mas é preciso estar perto da pessoa, conhecê-la, perceber como ela está.” Ser amigo também é viver em conjunto a raiva e a tristeza, em vez de fechar a porta porque nós próprios não sabemos ou não queremos lidar com isso. Ou seja, ser amigo é estar próximo. “Não podemos fingir que nada se está a passar. Mas a seu tempo, temos de ajudar a pessoa a retomar a normalidade.”
O que NÃO dizer: 
– Vais ver que não vai ser nada
– Isso passa
– Estás com mau aspeto
– És tão corajosa, vais ver que vais conseguir
– Eu fiz quatro sessões de químio, foi muito pior
– Temos de ser otimistas e pensar positivo
O que pode dizer:
– Se quiseres falar, estou aqui
– Se precisares de alguma coisa, diz
– Nem faço ideia do que estás a passar, como é que está a ser?
– Que tratamentos estás a fazer?
– Olha, nem sei o que te dizer..."

Texto original em: Activa: Como ajudar um amigo com cancro?

Pão: a côdea, o miolo e a comunicação


Reza a história que na comemoração dos seus 30 anos de casados, o Leonel e a Sãozita tomavam o seu pequeno almoço, como faziam desde sempre. Naquele dia, a Sãozita pôs manteiga na côdea e deu-a ao marido, dizendo-lhe: "Leo, hoje, o maior presente que me podes dar, é aceitar que eu coma o miolo! Amo-te muito, e por isso sempre comi a côdea, mas hoje estou caprichosa e preciso de um mimo extra!"
A cara do marido tornou-se um icónico "smile" aberto e disse-lhe: "Esse é um presente maravilhoso. Durante estes anos todos deixei-te comer a côdea para que pudesses satisfazer os teus desejos, não ousando pedir-ta! Mas a parte que sempre quis foi a côdea. É a minha perdição, côdea de pão com manteiga, acompanhado de uma chávena de café!"

Não é tão raro como eu gostaria ter problemas de comunicação. No trabalho, em família, nos grupos ou até no café do bairro, volta e meia aparecem alguns problemas de comunicação. Estes problemas começam, normalmente, por uma situação simples, mas que originam lados e barricada. A partir daí, e enquanto não se quebrar o ciclo, é sempre em crescendo, aumentando o tamanho da barricada entre as partes que se formam. Já deve ter acontecido a todos nós! Quantas vezes se ultrapassa tudo isto com diálogo e disponibilidade para ouvir? Tenho que aprender os conceitos de escuta ativa!

Ponto de Vista: a família pobrezinha

Imagem: www.caglardemiral.com/

O Joãozinho por vezes sentia-se muito triste. Pertencia a uma família muito pobrezinha. Naquela casa todos eram muito pobrezinhos: as criadas eram todas pobrezinhas, o jardineiro era pobrezinho, o motorista era pobrezinho..."

O mundo é composto de mudança com telefones

O conceito de antigo muda permanentemente! O telefone com que cresci foi o representado na 4.ª imagem, o telefone verde. É o telefone do meu tempo. Os 3 primeiros telefones, conheci-os posteriormente, como objetos de museu.
Hoje, no oftalmologista, uma criança de 3 anos não reconheceu a imagem do telefone verde. Para ele, esse é passado. É objeto de museu! Para mim, a última imagem é um telefone futurista. Para ele, será o telefone do seu tempo!






 

Carnaval da Bairrada, na Mealhada: de volta às origens!

O Carnaval da Bairrada, na Mealhada, é fantástico! Gera paixões e bairrismos que conseguem manter unidas muitas pessoas, mas é importante ver a camaradagem entre os elementos da generalidade dos grupos que se apresentam. É fértil em polémicas e uma das mais presentes é debate intenso e apaixonado entre os defensores de ter um corso com um percurso no centro da cidade ou ter o corso no sambódromo. Não é debate que me faça perder muito tempo. As Comissões de Carnaval têm feito o seu percurso e acredito que fazem com a intenção de engradecer mais ainda o Carnaval da Bairrada/Mealhada.

Mas foi muito bom ver um corso a passar novamente no centro da Mealhada. Quem sabe se esta é uma solução a aprofundar no futuro, pois todos poderão ficar satisfeitos com uma solução mista. Por um lado, um corso mais profissional, com concursos e com um palco (o sambódromo) com as condições para apresentar um trabalho sério e com muitos meses de empenho e trabalho sério, por parte de vários atores do Carnaval e, por outro lado, um corso mais popular e mais interativo e participativo, a realizar-se no centro da Mealhada. O Carnaval da Criança foi muito bom, e veio provar que existe um espaço muito interessante e mobilizador de muita gente para um corso com estas características. Eu próprio, representando Mealhada Sul, levei dois catraios de escolas de Coimbra, que ficaram entusiasmados por desfilarem. Foi à margem da organização, mas este corso permite esta "intrusão" no desfile que deixa todos felizes. As escolas de samba e outros grupos aproveitaram, e bem, para ensaiar as suas músicas em ambiente real e muitas pessoas estavam radiantes com o reviver do Carnaval no centro da Mealhada. Por mim, gostei imenso, e ver que existem mirins com muito potencial para assegurar as gerações futuras deste evento é muito importante.

Ficam as imagens possíveis (este corso começou mesmo a horas), com preparativos incluídos e o regresso a casa, passando por alguns momentos do corso e pelos representantes da Real Imperatriz, cujo regresso ao desfile sénior como Escola de Samba seria, com certeza, saudada com alegria:















Carnaval: água na boca!

Hoje não foi possível desfilar devido às condições atmosféricas. Na próxima terça-feira e no próximo Domingo já se satisfaz esta vontade de ver uma festa que se quer de cor, alegria, dança e animação. Não esquecer, colocar na agenda:

4 de Março e 9 de Março, 
10h00 Chegada à Mealhada e visita à Mata Nacional do Bussaco.
12h30 Almoçar na Mealhada, leitão à Bairrada, ou uma chanfana.
15h00 Ir ao Carnaval, no Sambódromo, na Zona Desportiva da Mealhada.

Ficam a seguir algumas imagens de alguns Carnavais, para deixar água na boca.

Carnaval da Bairrada, Mealhada

Carnaval da Bairrada, Mealhada

Carnaval da Bairrada, Mealhada

Vila Isabel, Campeã do Carnaval do Rio 2013

o espalhador de esperança ii)


Um dos principais papeis de um líder é espalhar a esperança. Seja uma família, uma associação, uma empresa, um município, um governo ou qualquer outra instituição, a esperança é fundamental para continuar a correr ou a andar atrás de objetivos. A esperança, seja no que for, é um fator motivacional de grande importância e permite manter a chama acesa. A história seguinte é um exemplo de uma das características que um líder deve ter.

"Dois homens , ambos gravemente doentes , estavam no mesmo quarto de hospital.

Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora todas as tardes para conseguir drenar o líquido de
seus pulmões.

Sua cama estava junto da única janela do quarto. O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas para a janela. Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres e famílias, das suas casas, seus empregos, seu envolvimento no serviço militar,locais onde eles passava as férias...

Todas as tardes , quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo descrevendo ao seu companheiro todas as coisas que ele podia ver do lado de fora da janela. O homem da cama do lado começou a viver para aqueles períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora.

A janela dava para um parque com um lindo lago de patos e cisnes brincavam na água enquanto crianças com os seus barquinhos, jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores e uma bela vista da silhueta da cidade podia ser visto na distância.

Quando o homem perto da janela descrevia isto tudo com detalhes requintados , o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava esta cena pitoresca .

Uma tarde quente, o homem perto da janela descreveu um desfile que passava. Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda - ele podia vê-lo no olho da sua mente como o senhor a retratava através de palavras descritivas.

Dias , semanas e meses se passaram. Uma manhã , a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela , que tinha morrido tranquilamente em seu sono.

Ela ficou muito triste e chamou os atendentes para que levassem o corpo. Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira ficou feliz em fazer a troca, e depois de ter certeza que ele estava confortável , ela deixou ele sozinho.

Vagarosamente, pacientemente , ele se apoiou em um cotovelo para tomar o seu primeiro olhar para o mundo real. Fez um grande esforço e lentamente a olhar para fora da janela além da cama.

Ele enfrentou uma parede em branco .

O homem perguntou à enfermeira o que poderia ter levado seu companheiro falecido, que tinha descrito coisas tão maravilhosas fora dessa janela.

A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede.

Ela disse: ' Talvez ele só queria encorajar você."


Hoje é uma dádiva, é por isso que é chamado de O PRESENTE."

Já tinha escrito um post uma história bem semelhante, mas é importante reforçar uma das missões principais de qualquer líder: espalhar a esperança. Ver o espalhador de esperança.

Oficina de Escrita Criativa I - Iniciação

Venham dar largas à vossa imaginação e deixem-na fluir pela ponta da caneta...
Oficina de 4h, onde haverá partilha de ideias e de conhecimentos, que servirão de âncora para melhoramentos no processo de escrita criativa!
Destinada a jovens e adultos dos 15 aos 100 anos!
Apareçam!


O mais esperto da sala

Não tenho comentários a acrescentar ao que diz o Michael Dell:


“Try never to be the smartest person in the room. And if you are, I suggest you invite smarter people… or find a different room. In professional circles it’s called networking. In organizations it’s called team building. And in life it’s called family, friends, and community. We are all gifts to each other, and my own growth as a leader has shown me again and again that the most rewarding experiences come from my relationships." 

 Michael Dell 

as asas, o porco e o escritor


Ferreira Fernandes presenteia-nos, normalmente, com textos de luxuosa análise social com um humor absolutamente promotor da reflexão e do riso, ou do sorriso, pois a gargalhada farta não surge espontaneamente com estes textos, surge sim um riso/sorriso cúmplice e subtil. Ainda nos permite retirar morais das suas crónicas e até imorais.

Vale a pena ler uma crónica sua do "tempo da gripe suína", que incorpora lições, lemas, morais e imorais intemporais:

"Um professor disse a John Steinbeck que ele só seria escritor no dia em que um porco voasse. Em 1962, Steinbeck (As vinhas da ira, A leste do paraíso...) ganhou o Nobel da Literatura. Em homenagem irônica à imprevisão do seu professor, o grande escritor americano adoptou como lema a frase em latim 'ad astra per alia porci' que ele pretendia que significasse 'até às estrelas, nas asas de um porco'. É um bom lema, voluntarioso: deixem-se de lamúrias, quem quer, consegue. Por estes dias, o porco tem outra má conotação: a gripe suína é transmitida pelos ares. Entretanto, enquanto as autoridades médicas se interrogam sobre a velocidade a que o vírus vai voar pelo mundo, a paternidade da epidemia voou do porco: já não é gripe suína. Hesitou-se entre gripe mexicana e gripe norte-americana, até se fixar, pela OMS, agora, em gripe A. Pronto, os porcos já não voam. Aliás, nem mesmo no lema de John Steinbeck. Aquele 'ad astra per alia porci está errado em latim. Se o escritor quisesse ir 'nas asas de um porco' deveria ter escrito 'per alas porci'. Bem-vindo à terra, gentil leitão."

Não ouvir é importante... Aliás, é fundamental!



Todos nós sabemos na ponta da língua frases e aforismos sobre a importância de escutar. É-nos transmitido, desde cedo, a importância de escutar os outros e os benefícios que daí advém. 

No entanto, reconhecer os méritos de não ouvir é importante! Há muitas circunstâncias na nossa vida em que não ouvir é fundamental!
Não ouvir é meio caminho andado para o sucesso!

Veja-se a publicidade da Duracell:



Podemos ainda ler a história da corrida de sapos, que reforça a importância de não ouvir:

"O objectivo era atingir o alto de uma grande torre. Havia no local uma multidão assistindo. Muita gente para vibrar e torcer por eles. Começou a competição. Mas como a multidão não acreditava que os sapinhos pudessem alcançar o alto daquela torre, o que mais se ouvia era: 
Que pena !!! esses sapinhos não vão conseguir...não vão conseguir..." E os sapinhos começaram a desistir.
Mas havia um que persistia e continuava a subida em busca do topo. A multidão continuava gritando:
"... que pena !!! vocês não vão conseguir !...". 
E os sapinhos estavam mesmo desistindo, um por um, menos aquele sapinho que continuava tranquilo ... embora cada vez mais arfante. Já ao final da competição, todos desistiram, menos ele. A curiosidade tomou conta de todos. Queriam saber o que tinha acontecido. E assim, quando foram perguntar ao sapinho como ele havia conseguido concluir a prova, descobriram que ele era surdo."


Podemos concluir que o sucesso é potenciado pela capacidade de não ouvir? Circunstancialmente, poderá acontecer, mas acredito que um dos fatores potenciadores do sucesso é a definição clara das pessoas que queremos ouvir sempre que houver um novo projeto, e fazer por ouvi-los. 

Perguntas a fazer às crianças sobre a escola


Uma das grandes dificuldades que tenho é saber o que perguntar e como perguntar aos meus filhos algo sobre a escola. A resposta ou não resposta depende da disposição deles no momento da pergunta. Aparecem também respostas desfasadas do tempo da pergunta. Respostas que chegam e comprovam a vontade de partilhar assuntos e conversar, mas comprovam também a aversão a interrogatório. No Facebook, na página "De pernas para o ar" são dadas as dicas que reproduzo abaixo. Vou experimentar rapidamente para perceber melhor o que se passa na escola.


"Quando as crianças chegam da escola, todos gostamos de fazer perguntas. A maneira como as fazemos é importante, pois se a resposta à pergunta puder ser um “sim” ou um “não” é essa a resposta que iremos obter. 
As crianças não costumam ser específicas, por isso se quisermos informação específica temos de perguntar. 
Para iniciar a conversa é preferível começar com perguntas abertas com factos concretos e evitar palavras emotivas como feliz e triste, pois perlongam a conversa.
Perguntas positivas permitiram à criança expressar as suas preocupações, perguntas negativas provavelmente irão cessar a conversa.
Faça perguntas sobre a sala de aula mas também sobre as horas menos estruturadas como o recreio e a hora do almoço, pois a vigilância é inferior e poderão ocorrer situação desagradáveis.
Este tipo de conversação com as crianças, para além de nos permitir fazer uma leitura geral das circunstâncias académicas e sociais em que a criança se insere, também ajuda a criança no desenvolvimento de competências como a conversação e a organização do discurso.
E não se esqueça: converse com o seu filho sobre a escola, não faça desse momento um “interrogatório”!"

CR7: Cristiano ganhou, e bem, a Bola de Ouro!

O resultado de muito trabalho, dedicação e paixão!
Um caso de sangue, suor e lágrimas!

Foi justo!

Foi bonito!

Foi emocionante!

Com um aspeto extraordinário: a família está sempre presente!

Diálogos Épicos


Há diálogos que se tornam épicos! Tornam-se indispensáveis e tornam as partes do diálogo maiores do que cada um individualmente. É um dos casos em que o todo é maior do que a soma das partes. Todos ganham com os diálogos, normalmente não muito cordiais e com jogo psicológico e fortes ironias de pelo menos uma das partes. Já falámos por aqui de alguns destes diálogos. Alguns dos mais famosos são os célebres e saudosos Mourinho+Ronaldo+Real Madrid x Guardiola+Messi+Barcelona, como podemos recordar em http://meababel.blogspot.pt/2010/12/5-na-pa.html ou em http://meababel.blogspot.pt/2012/02/como-admirar-o-barcelona-e-o-mourinho.html. Quem não gostava de assistir aos diálogos pré e pós jogos entre rivais desta envergadura? 

Também os diálogos entre a Pepsi e a Coca-Cola são frequentes e majestosos. Exemplos? Aqui está um: http://meababel.blogspot.pt/2011/02/coca-cola-vs-pepsi.html

Outro exemplo de que já demos conta foi um diálogo entre empregado que se despede de forma original e a resposta do seu empregador: http://idibabel.blogspot.pt/2013/10/carta-de-despedimento-original.html

Surgiu recentemente outro diálogo interessante e que rapidamente se tornou em triálogo  com um tuga anónimo?, o Salgueiro, que se intrometeu no diálogo entre o Van Damme e o Chuck Norris e que dá corpo ao lema mais com menos:



Mas voltando ao início deste diálogo, Van damme começou com um épico momento para retratar a estabilidade dos camiões Volvo:


Chuck Norris respondeu:




No final, o supracitado Salgueira dá uma resposta igualmente difícil, que teve o mérito de transformar o diálogo em triálogo e que dá um interesse acrescido à questão, principalmente pela dificuldade em estabilizar carrinhos de super-mercado!


Podíamos continuar com diversos diálogos épicos, mas encerramos com mais um a envolver carros e animais, nomeadamente a Mercedes e a Jaguar, com galinhas e outros felinos! 

A Mercedes fala do seu Magic Body Control:


A Jaguar responde com cat-like reflexes:


Diálogos entre mestres! Não é divinal?